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CPNU: 2ª edição ocorrerá entre setembro e outubro de 2025. Vídeo

Publicado em 29/03/2025

Luh Fiuza/Metrópoles @luhfiuzafotografia

Previsão foi apresentada pela ministra da Gestão, Esther Dweck, em entrevista ao Metrópoles. Seleção de banca deverá ocorrer em abril

A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) deverá ocorrer entre setembro e outubro de 2025. O processo de chamamento das bancas – o Termo de Referência de Chamamento Público (TR) – deverá ocorrer em abril. As informações foram passadas com exclusividade pela ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, em entrevista ao Metrópoles.

Ela explicou que não era possível começar a seleção de banca organizadora antes da sanção da Lei Orçamentária Anual de 2025, porque é necessário ter o recurso confirmado para se definir o número de vagas do concurso.

“A gente está trabalhando muito já no cronograma, nas vagas que vão entrar. Eu vou apresentar ao presidente, então não posso anunciar antes de ele bater o martelo”, disse Dweck.

“Eu quero bater tudo com a Casa Civil e com o presidente. Mas ainda no início de abril, na primeira quinzena a gente já deve anunciar”, completou.

A primeira etapa é justamente a seleção da banca – no ano passado, a organização ficou a cargo da Fundação Cesgranrio. Na sequência, com a banca já definida, a empresa e o ministério elaboram e publicam o edital.

Já as provas deverão ser realizadas apenas no segundo semestre de 2025, entre setembro e outubro.

Em razão do calendário eleitoral, não deverá haver uma terceira edição do CPNU em 2026.

Taxas de inscrição

Segundo a ministra, a expectativa é manter o valor da taxa de inscrições. “A gente achou que foi um valor justo, que atraiu muita gente. (…) A gente acha que conseguir fazer uma taxa de inscrição abaixo da média entre os concursos foi um fator importante”, disse. As inscrições foram R$ 60 para cargos de nível médio e R$ 90 para os de nível superior.

“A gente deve tentar manter isso assim. Não sei se vai ter um pequeno reajuste, mas a princípio não está no nosso radar”, afirmou a ministra.

Assista à entrevista completa:

Metrópoles

 

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