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Agro-negócio

Publicado em 08/05/2024

   Não diria que nosso agro-negócio salvou o nosso  país, mas sem ele, nossa situação seria ainda pior.

                  Os países mais desenvolvidos do mundo obtiveram seus mais gloriosos crescimentos econômicos e sociais quando sequer se ouvia falar em coisa do tipo: desequilíbrio climático, aquecimento global, temperaturas das águas dos oceanos, entre outros.

                  Entretanto, a partir do século XX, tais assuntos vêm se tornando cada vez mais freqüentes, a despeito da queima dos combustíveis fósseis terem sido fundamentalmente importante para o crescimento econômico de todos os países do mundo, logicamente, para uns mais e para outros nem tanto.

                  Na busca de se desenvolverem economicamente, a queima dos combustíveis fósseis era um imperativo, independente do crescimento, também exponencial, dos gases nocivos que seriam produzidos. Entre tais gazes, destacamos dois deles: o dióxido de carbono, principal causador do aquecimento global, e o monóxido de carbono, altamente tóxicos e venenosos.

                  Para começar: presentemente, todos nossos os meios de transportes, e em todo o mundo, passaram a depender da queima dos combustíveis fósseis e também todas as grandes empresas, entre elas e a se destacar, a indústria automobilística.

               Chegamos ao século XX dependendo, econômica e socialmente, da queima de combustíveis fósseis. Entretanto, dos seus poluentes gazes, já não mais. Verdade seja dita: nosso país chegou atrasado até para aproveitar os nossos recursos naturais.

             Ainda bem que o nosso agro-negócio acordou atrasado, é verdade, mais ainda a tempo de mostrar ao mundo que formos capazes de transformar o nosso país no maior produtor de alimentos do mundo, embora tendo que enfrentar determinadas restrições de ordem ambiental, muitas delas, absolutamente necessárias e indispensáveis.

         Os desequilíbrios ambientais que vem ocorrendo no nosso planeta, e em particular, no nosso país, a exemplo da tragédia que o Estado do Rio Grande do Sul vem enfrentando, para que não volte a se repetir, teremos que respeitar os avisos que a própria natureza tem nos mandado, avisos estes que a própria ciência já havia tornados públicos. Do nosso importantíssimo agro-negócio,   nesta questão, a sua contribuição mais irá faltar.

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