O Mercado Elias Mansour, em Rio Branco, está prestes a completar 44 anos de atividade, sendo reconhecido como um importante centro de distribuição e referência para os consumidores que buscam qualidade e preços acessíveis. No entanto, a estrutura atual do mercado encontra-se comprometida, o que levou a prefeitura a tomar a decisão de demolir o prédio e reconstruí-lo do zero.
A situação crítica do mercado é evidenciada pelo abandono e pelas avarias presentes em toda a estrutura, que afeta não apenas a produção, mas também as vendas devido às más condições do edifício. Os permissionários demonstram ansiedade com a novidade e aguardam melhorias significativas no ambiente.
Segundo o permissionário, Maurício Almeida, a expectativa é de uma melhora considerável, com um ambiente mais limpo, agradável e com condições mais confortáveis para trabalhar. O calor intenso é uma das principais dificuldades enfrentadas no local, o que torna a reconstrução do mercado uma necessidade urgente.
“Estou esperando que tenha uma boa melhora, que possa fazer o ambiente ficar mais limpo, cheiroso e bonito. E aqui nós passamos um calor imenso. E fora isso, é barato. A maior dificuldade que nós enfrentamos aqui é só esse calor. É muito quente, muito abafado. E a gente espera que quando eles fizerem o outro prédio, eles vão ter ao menos ventiladores, alguma coisa que levante mais o telhado para ficar mais fresco um pouquinho”, explica Almeida.
De acordo com o secretário de infraestrutura de Rio Branco, Cid Ferreira, a demolição do mercado terá início na primeira quinzena de maio, com uma previsão de duração de aproximadamente 10 dias. Em seguida, a construção do novo prédio terá início, com a proposta de criar um espaço moderno e funcional, com dois pisos, elevadores, esteira rolante, espaço gourmet e praça.
“É isso. Quando você visita a cidade, geralmente você procura o mercado, você vai comer a especialidade do mercado, conhecer as fofocas, ter as informações da cidade e ali a nossa intenção é nessa linha. Vai ficar um espaço com dois pisos, com dois elevadores, com esteira rolante, com espaço gourmet, com praça, enfim, isso é um local excelente”, diz o secretário.
Com um investimento de quase 29 milhões de reais provenientes de emendas parlamentares, o projeto para a reconstrução do mercado prevê a inclusão de diferentes setores, como hortifrúti, frios, restaurantes e lanchonetes. Ele esclarece que a construção está estimada para durar 18 meses, podendo ser concluída em até um ano, com um acordo estabelecido entre comerciantes e prefeitura sobre a continuidade das atividades durante o período de obras.
“A princípio fizemos uma proposta para eles, recusaram, e aí então eles fizeram a proposta deles de dizer aonde que gostariam. Então foi acatado pela Prefeitura, estamos nos mobilizando para poder atender essa solicitação daquela população. E não tenha dúvida que devagar nós vamos agitando, o transtorno passa, mas a obra vai ficar”, comenta.
A reconstrução do Mercado Elias Mansour é aguardada com otimismo tanto pelos comerciantes quanto pelos consumidores, que esperam por um ambiente renovado, confortável e agradável. A expectativa é de que a modernização do espaço incentive a frequência dos consumidores e proporcione uma experiência de compra mais prazerosa e satisfatória para todos os envolvidos.
Matéria em vídeo produzida pela repórter Débora Ribeiro para a TV Gazeta


