Direção contesta e defende critérios de atendimento
Natalie Damielito chegou à UPA por volta das 9 horas da manhã desta quinta-feira. Ela precisava de atendimento médico. Já eram seis horas da noite e ela ainda não havia sido atendida.
Ela questionava os critérios que os profissionais usavam para atender aos pacientes. “Gente que chegou bem depois foi prontamente atendido enquanto há pessoas que estão aqui desde a manhã e ainda estão esperando”, reclamava já tarde da noite.
Vários pais com crianças chegaram de manhã e só foram atendidos já na parte da tarde. Eles reclamam da falta de médicos, principalmente, pediatra.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Saúde disse que os critérios para atendimento obedecem a uma ordem de gravidade. Pacientes menos graves são atendidos após os pacientes mais complicados.


