No Adalberto Aragão, famílias ainda não contempladas
Simone Gomes Pinto, 24, mãe de duas crinças, uma de 4 e outra de 5 anos. Mora há dois anos no loca, na invasão do bairro Adalberto Aragão, no final da Rua Lua. Ela diz estar inscrita no projeto Minha Casa Minha Vida.
Desde a última alagação, a casa está caindo. Teve qwue improvisar escorando com peças de madeira. “A qualquer momento essa casa pode cair e trazer uma tragédia para mim e para a minha família”, teme.
Ele pede que as propriedades tomem providências. Ela lembra que alguns moradores que moravam em área mais alta que a dela já foram retirados. Ela continua em área mais vulnerável e ainda não foi beneficiada.
Como a casa “envergou”, nem a janela fecha mais. Para conseguir diminuir os mosquitos durante a noite, coloca um pano na janela.


