Tragédias marcam início do ano
No dia 13 de dezembro do ano passado, um acidente nas proximidades de Nova Mutum (RO) vitimou três acrianos. O advogado Ubirair Cláudio Dutra, Jennyfer Amaral Dutra e o bebê que ela esperava faleceram na hora.
Terezinha Amaral foi levada em estado grave para um hospital de Porto Velho (RO). Na última quarta-feira, 21, a servidora pública não resistiu e faleceu. Um buraco na BR 364 pode ter sido a causa da tragédia.
Também na mesma rodovia, José Leslen da Silva sofreu um acidente e morreu. A vítima foi lançada para fora do veículo. Outras três pessoas que estavam no veículo se machucaram. O acidente ocorreu no dia 16 de janeiro.
A última vítima foi uma garota de cinco anos de idade. Segundo informações, o empresário Gilbeerto Hadad, a esposa Ticiana Paula e a filha Geovana Hadad retornavam de Fortaleza (CE) para a Capital acriana.
Na BR 070, um veículo que vinha na direção contrária invadiu a pista. Para evitar o choque frontal, Hadad desviou, acabou perdendo controle e capotou várias vezes. O acidente foi registrado próximo a cidade de Primavera do Leste, no Mato Grosso.
A caminhonete ficou completamente destruída. Com o forte impacto, a menina não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Ticiana e Gilberto foram levados socorridos e não correm risco de morte.
Em pouco mais de um mês, seis acrianos morreram em rodovias fora do Estado. Para o inspetor da polícia rodoviária federal, Nelis Newton, o número preocupa. Ele ainda argumentou que o trânsito no Acre é diferente de outras regiões do país.
“Nosso trânsito, tanto em rodovias federais e estaduais, é bastante lento e leve. Nos outros estados, a gente verifica uma diferença considerável, principalmente o trânsito de carretas. Cabe toda uma orientação aos condutores que tomem a devida cautela e dirijam com o máximo de atenção”, destacou.


