Rodeio sem luz, sem brilho, sem som e prêmio dividido
A edição 2016 foi a primeira final de rodeio da Expoacre sem luz e brilho. Com poucos recursos, a organização preferiu fazer uma festa mais modesta. Nada de show pirotécnico, narradores famosos fazendo o público dançar e cantar.
A falta de organização repercutiu até entre quem subiu mais alto no pódio. “A premiação tirou o incentivo de muitos peões”, afirmou o campeão do rodeio Antônio Ivo, fazendo referência à divisão da premiação entre os finalistas. “Valeu a pena participar porque estou na minha terra, mas a organização foi fraca”.
Antes de começar as montarias, os artistas da noite foram apresentados. O público não conseguiu entender muita coisa, pois o som era baixo demais. Nessa terça-feira, 15 peões que se classificaram na primeira noite voltaram para a grande final.
Logo na primeira montada o peão Diego Arruda fez bonito, 8 segundos em cima do animal e nota alta. Na segunda montaria, o peão na aguentou o animal: Osmam Oliveira foi pisoteado teve uma das costelas fraturadas.
Mas, a festa não poderia parar. Depois do atendimento de Osman foi um show de
quedas. Em quatro montadas seguidas, os peões foram derrotados pelo animal. Dois deles foram jogados de volta para o breth.
Quem conseguiu ficar o tempo mínimo no lombo do animal era ovacionado pelo público. Quem não conseguiu saia decepcionado. Dos 15 peões, cinco se classificaram para a grande final.
Diego Arruda que liderava a competição precisava ficar 8 segundo e conseguir uma nota mínima. Até conseguiu se segurar no animal, mas como pegou errado nas cordas foi desclassificado. Antônio Ivo, que estava em segundo lugar, entrou e fez bonito.
Os outros dois peões seguintes não suportaram os pulos dos touros. Antônio Ivo campeão. Essa é a terceira vez que compete na Expoacre, mas nunca subiu ao palco.


