Pedido não tem amparo legal, diz defensor
A Defensoria Pública recebeu hoje o pedido de Hildebrando Pascoal de que o ex-coronel quer o defensor Público Valdir Perazzo em sua defesa no mandado de segurança que será julgado pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça.
Mas, o defensor Público-Geral, Fernando Morais, foi logo descartando as pretensões de Hildebrando. Fernando disse que vai ser impossível a nomeação de Valdir Perazzo para o caso. As normas da Defensoria determinam que nenhum réu pode escolher o defensor. Faz a defesa o advogado que estiver atuando na área específica.
No caso de Perazzo, ele está na primeira vara criminal: só pode trabalhar com os processos desse juízo. “Só podem trabalhar com o mandado de segurança de Hildebrando quem atua na área de Execução Penal. Se for nomear alguém será desse setor”, alegou.
Segundo Fernando Morais, dois defensores atuam na Execução Penal. O defensor pode deliberar por um nome e fica a cargo de réu aceitar ou não, ou, quem sabe, voltar com a antiga advogada, que ficou bem conhecida quando a juíza Luana Campos decidiu pela progressão de regime.
Essa é a segunda vez que Hildebrando requisita Valdir Perazzo para fazer sua defesa, e, essa será a segunda vez que a defensoria diz não.


