Nesta segunda-feira (12), penúltima noite Carnaval 2024 na Praça da Revolução, um dos principais locais que a população deve ir é na Feira da Economia Solidária, um espaço para vários empresários independentes locais do ramo alimentício e de artesanato.
Devido à grande participação da população, a vendedora de salgados Fátima Taborga, de 64 anos, conta que todos os anos participa do Carnaval. Segundo ela, trabalha há cinco anos com salgado, mas faz parte da feira há 28.
“Todo ano a gente participa do Carnaval, e esse ano está muito melhor que ano passado, com certeza. Está bem organizado. É tanto que a gente tá aqui e o barulho está lá. Então , o pessoal vem mesmo, a família vem mesmo. A segurança está ótima, se eu puder dar nota mil, eu dou 100%”, afirma Taborga.
Ela destaca que há uns cinco anos a festividade não era tão boa quanto agora. De acordo com a salgadeira, acontecia muita briga, o som incomodava. Já hoje, até as crianças participam e ficam até tarde da noite com os pais.
“Eu posso te dizer que, há pelo menos 5 anos, não era tão bom. Nos outros anos tinha muita briga, muita bebida, o som era perto, ninguém escutava ninguém, os fregueses ficavam reclamando, e hoje os pais estão trazendo as crianças e ficam até onze horas, meia noite, e ano passado os as crianças ficam até às 19 horas. Eu dou meus parabéns para nosso prefeito, porque esse ano não ouvi falar de briga, de nada”, ressalta.

A também vendedora de salgados Maria José, de 42 anos, disse que trabalha com os feitos desde 1994. Apesar de não ir todos os anos, esse em especial ela optou por estar presente no Carnaval organizado pela Prefeitura de Rio Branco, nas tendas da Feira da Economia Solidária.
“Trabalho com salgados desde 1994. Não venho todos os anos, mas como esse foi aqui na Praça, no Centro, eu estou trabalhando”, comenta Maria José.
Assim como Fátima Taborga, José também afirma que o movimento está ótimo nesta folia de 2024. Além disso, elogia a segurança e a organização do evento.
“O movimento aqui está bom. Tem o que vender e o ambiente está muito seguro, muita segurança, muito organizado, o prefeito está de parabéns. Eu tenho uma barraquinha de pastel que fica aqui na pracinha, eu vendo de segunda a segunda. Então, está muito bom para vender”, conclui.
Já Kelly Nery, de 42 anos, vende artesanato e miçangas em sua estande na Feira da Economia Solidária. Apesar da grande movimentação de pessoas na Praça da Revolução, ela afirma que as vendas não estão tão boas quanto esperava, mas que, com o passar dos dias, melhoram.
“É a primeira vez que eu venho para o Carnaval. Estamos desde o primeiro dia e achamos que foi muito devagar. O segundo dia melhorou. Ontem, se não fosse a chuva , era o dia que tinha mais movimento”, detalha Nery.
De acordo com a artesã, em todas as férias que ocorrem em Rio Branco ela vai vender os produtos. Como o Carnaval é uma festa grande, não iria ficar de fora.
“Está bem seguro por aqui. Se der certo agora, pretendemos voltar nos próximo ano. Estamos sempre pelas feiras, no Casarão, no Horto, onde estiver feira, estaremos lá. A gente achava que ia ser melhor, mas tá indo”, informa.
Com informações do repórter Pedro Amorim para o Agazeta.nete


