Funcionários terceirizados que fazem parte das empresas ‘Maia e Pimentel’ e ‘New Time’, em denúncia nesta terça-feira (23), alegam que os atrasos salariais acontecem a cada dois meses desde 2023. Por correrem risco de despejo, passarem necessidades e tirarem dinheiro do bolso para cumprir com o compromisso de trabalho, os funcionários exigem uma resposta das empresas.
“Sempre eles atrasam. Na maioria das vezes ficam dois meses dentro, a gente fica passando por esse constrangimento. Ficou o mês de outubro sem pagar e vieram pagar em novembro. Pagaram o décimo e garantiram que em dezembro nós teríamos nosso salário certinho, o que não aconteceu”, conta a funcionária Patrícia Medeiros.
Em relação à empresa New Time, a situação dos funcionário fica ainda pior. De acordo com a copeira Ivani Emídio, além do salário atrasado, os funcionários estão com três meses de vale alimentação com pendência.
“A gente está com dois salários atrasados e três vale alimentação, e até hoje eles não pagam nossa insalubridade. A mesma questão do povo da Pimentel, tem nós também. Tem gente que mora alugado, que tem criança pequena, com conta de luz atrasada. Nenhum responsável nos responde”, explica a mulher.
Em nota, a Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre) esclarece que não existe atraso de pagamento às empresas terceirizadas. Segundo a presidente em exercício, Duciana Araújo, os pagamentos estão em dia, exceto os de duas empresas que não repassaram os documentos de comprovação de encargos trabalhistas dos profissionais, o que é uma exigência, para que seja efetuado o pagamento de dezembro de 2023, o único ainda pendente.
A direção da Fundhacre informa ainda que, tão logo as empresas apresentem a documentação exigida, o pagamento será realizado.
Leia a nota completa na íntegra:
O governo do Estado, por meio da Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre), vem a público esclarecer, sobre a paralisação de profissionais terceirizados que atuam na unidade hospitalar, que não existe atraso de pagamento às empresas terceirizadas.
Todos os pagamentos estão em dia, exceto os de duas empresas que não repassaram os documentos de comprovação de encargos trabalhistas dos profissionais, o que é uma exigência (contratual/jurídica), para que seja efetuado o pagamento de dezembro de 2023, o único ainda pendente.
A Direção da Fundhacre informa ainda que, tão logo as empresas apresentem a documentação exigida, o pagamento será realizado.
Matéria produzida em vídeo pela repórter Wanessa Souza para a TV Gazeta


