Técnicos da agência analisam pedido do governo
No meio do Rio acre já é possível ver os bancos de areia que se formam com a estiagem. Com um nível tão baixo, já é possível ver os galhos, troncos de árvores e os entulhos jogados pela população que dividem o espaço com os peixes.
No início do ano passado, o cenário era bem diferente. O rio atingiu o maior nível ao chegar a 18,40 m e deixar mais de 80 mil famílias desabrigadas. Com a seca, o Governo do Estado já decretou situação de alerta ambiental.
Agora se reúne com órgãos de controle para pedir ajuda do governo federal, por meio de um decreto de situação de emergência. O Departamento de Pavimentação e Saneamento do Acre já traçou um plano de contingência para minimizar o impacto da estiagem no abastecimento das casas.
Atualmente está havendo um racionamento de água. Já foram investidos R$ 1,9 milhão na aquisição de bombas e flutuantes, mas com um nível mais baixo serão necessárias outras medidas.
Hoje, a Agência Nacional de Águas (ANA) enviou uma equipe ao Acre para visitar a estação de captação e conhecer os pontos mais críticos do Rio Acre. Com base nas análises, será preparado um parecer técnico para subsidiar um pedido de ajuda.


