Além de sua fisiologia, os olhos possuem importância estética e interferem no bem estar do indivíduo. Quando algum trauma, doença, infecção, etc prejudicam tal estrutura, as próteses oculares são uma ótima alternativa. Esse recurso substitui artificialmente o globo ocular. Não devolve a visão, mas auxilia em questões estéticas e psicológicas, devolvendo o bem estar ao paciente. Também atua permitindo que os movimentos musculares das pálpebras não se atrofiem.
Feitas de resina acrílica ou porcelana, existem três tipos de próteses: prótese ocular (recomendada quando há a retirada completa do globo ocular, e assim existe uma grande profundidade para preencher); lente semiescleral (“tipo concha”, costuma ser indicada nos casos em que há remoção completa ou nos de atrofia; são menores e mais finas); lente escleral (“lente escleral para fins estéticos”, principal uso em atrofia ocular, mas com órbita ainda preenchida; promovem o volume natural do olho).
As próteses são personalizadas de acordo com o outro olho do paciente, pelo técnico prostético ou ocularista, que junto do oftalmologista, devem realizar um teste para adaptação, encontrando assim o melhor modelo, material e tamanho. Em determinados casos, o volume orbitário pode ser recomposto pela cirurgia reconstrutiva. Já em crianças, dependendo do caso, podem ser indicadas desde os primeiros dias de vida.



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