{"id":6534,"date":"2014-04-16T21:11:23","date_gmt":"2014-04-16T21:11:23","guid":{"rendered":"https:\/\/abarevegan.com.br\/index.php\/2014\/04\/16\/isolados-criam-panico-na-fronteira-com-peru\/"},"modified":"2014-04-16T21:11:23","modified_gmt":"2014-04-16T21:11:23","slug":"isolados-criam-panico-na-fronteira-com-peru","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/isolados-criam-panico-na-fronteira-com-peru\/","title":{"rendered":"\u201cIsolados\u201d criam p\u00e2nico na fronteira com Peru"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify;\">Pressionados por traficantes de drogas e madeireiros no vizinho Peru, os chamados \u201c\u00edndios isolados\u201d atravessam a fronteira e em n\u00famero cada vez maior perambulam em territ\u00f3rios ind\u00edgenas no lado brasileiro gerando um clima de tens\u00e3o e medo. Eles espreitam aldeias e ro\u00e7ados, roubam machados e ter\u00e7ados e imitam gritos de macaco que assustam mulheres e crian\u00e7as. Existe um clima de inseguran\u00e7a nas cabeceira dos rios Purus, Envira e Tarauac\u00e1, onde&nbsp; ind\u00edgenas kaxinaw\u00e1, ashaninka e manchineri est\u00e3o preocupados, mas sem saber como enfrentar a situa\u00e7\u00e3o. Na sexta-feira passada, 11, uma comiss\u00e3o formada por lideres ind\u00edgenas, antrop\u00f3logos, Comiss\u00e3o Pr\u00f3-\u00cdndio e Funai procurou o senador Jorge Viana em seu gabinete em Rio Branco, para pedir ajuda. Os ind\u00edgenas concordam em proteger os \u201cisolados\u201d, obedecendo recomenda\u00e7\u00e3o da Funai para n\u00e3o fazer contato, mas, ao mesmo tempo, querem se defender dos ataques e saques que vem sofrendo em suas aldeias. Eles pedem apoio oficial, recursos, treinamento e contrata\u00e7\u00e3o de pessoal habil tado nas frentes de prote\u00e7\u00e3o etnoambiental. O senador sugeriu a elabora\u00e7\u00e3o de um programa de 5 anos de dura\u00e7\u00e3o a\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o aos \u201cisolados\u201d pelos pr\u00f3prios ind\u00edgenas, com os custos da opera\u00e7\u00e3o. Em contrapartida, prometeu conseguir recursos e fazer articula\u00e7\u00e3o com os governos federal e estadual para ajudar na solu\u00e7\u00e3o do problema. <\/p>\n<p>A comiss\u00e3o que procurou o senador \u00e9 representativa. Al\u00e9m do coordenador de assuntos ind\u00edgenas do governo, Zezinho Yube, lideran\u00e7a jovem dos Kaxinaw\u00e1 do rio Tarauac\u00e1; e Lucas Manchineri, professor formado em programa de educa\u00e7\u00e3o&nbsp; da Reserva Mamoadate, no Purus&nbsp; &#8211; participaram da conversa o antrop\u00f3logo acreano Terri Aquino, o Txai, o tamb\u00e9m antrop\u00f3logo Marcelo Piedrafita e Carlos Meireles, \u201co velho do rio\u201d que, em 2009, quando respondia pela base de prote\u00e7\u00e3o etnoambiental do rio Envira, foi atingido por uma flecha que entrou na boca e varou na nuca. Participaram tamb\u00e9m Vera Olinda Sena de Paiva e Malu Ochoa, da Comiss\u00e3o pro \u00cdndio do Acre, e o atual Chefe da Frente de Prote\u00e7\u00e3o Etnoambiental do Rio Envira, Guilherme Dalto Siviero, da Funai.<\/p>\n<p>Todas essas pessoas t\u00eam uma longa hist\u00f3ria ligada ao movimento indigenista do Acre que, a partir de 1975, promove a retomada das terras pelos grupos ind\u00edgenas violentados e expulsos, no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, por seringalistas e seringueiros durante a aventura da borracha. E a procura pelo senador tem antecedente hist\u00f3rico: em 2001, como governador do Acre, Jorge Viana sobrevoou a regi\u00e3o dos \u201cisolados\u201d na companhia do indigenista Meireles e adotou as primeiras medidas oficiais para proteg\u00ea-los. <\/p>\n<p><strong>Os \u201cbrabos\u201d<\/strong><\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o na fronteira, entretanto, foi agravada nos \u00faltimos anos com a reduzida participa\u00e7\u00e3o da Funai na \u00e1rea. Tamb\u00e9m porque, sem alternativa,&nbsp; os isolados invadem terras acreanas onde os ind\u00edgenas se encontram organizados&nbsp; na execu\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o territorial e ambiental.&nbsp; At\u00e9 1988, a politica da Funai quando identificava um grupo arredio era fazer o contato e \u201camansar\u201d. Em 2012, passou a usar com base no decreto n.7.778, seu poder de policia para impedir o contato. S\u00f3 que, nas cabeceiras dos rios Madre de Dios, Ucayalli, Purus e Juru\u00e1, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais complexa, e o conflito acaba se estendendo ao Acre.<\/p>\n<p>Meirelles informa que a \u201cguerrinha\u201d entre isolados e ind\u00edgenas brasileiros come\u00e7ou no Jord\u00e3o e no Envira, com \u201cum flechando o outro\u201d. Depois surgiram hist\u00f3rias parecidas na regi\u00e3o do Humait\u00e1, no alto Tarauac\u00e1, o que o levou a pensar que se tratava de um \u00fanico grupo. A Funai criou ent\u00e3o uma base no igarap\u00e9 Xinane, onde o indigenista permaneceu o tempo suficiente para descobrir, ap\u00f3s um sobrevoo, que havia um segundo grupo de brabos no Riozinho, no Purus. Pouco tempo depois, um terceiro grupo chegou ao Xinane. E um quarto grupo, identificado como Mascko Piro, foi visto perambulando ao longo de toda a fronteira. A pr\u00f3pria Funai j\u00e1 admite hoje seis grupos de isolados perambulando pelo Acre.<\/p>\n<p>Os Mascko Piro n\u00e3o possuem casa, nem aldeia, perambulam em grupos de 150 a 200 individuos coletando frutos na floresta e ovos de tracaj\u00e1 nas praias de rio. Acampam em diferentes territ\u00f3rios com mulheres e crian\u00e7as e quando a comida acaba numa \u00e1rea, partem para outra. No inicio de 2014, o professor ind\u00edgena Lucas Manchineri, da terra ind\u00edgena Mamoadate, no rio Iaco, conseguiu imagens de um breve encontro dos Mascko Piro com os Manchineri nas cabeceiras do Purus . Eles aparecem numa praia e manifestam disposi\u00e7\u00e3o de contato. Ganharam cachos de banana e descobriram que falam a mesma l\u00edngua do grupo que vive no Iaco.<\/p>\n<p>As noticias que circulam no alto Tarauac\u00e1 e no Xinane, com outros grupos de isolados s\u00e3o diferentes. Seringueiros e kaxinawas j\u00e1 foram flechados e, do outro lado, \u201cbrabos foram mortos a tiros.&nbsp; Os grupos ind\u00edgenas do Acre que partilham terras com eles, mesmo sem os verem, com a ajuda dos indigenistas prop\u00f5em que sejam mantidas quatro bases de prote\u00e7\u00e3o etnoambiental: no rio D\u2019Ouro, no Muru, no Xinane e no Mamoadate. A despesa&nbsp; das quatro frentes somariam R$ 903 mil&nbsp; no primeiro ano, devido ao aparelhamento das mesmas, mas custariam menos nos anos seguintes. Jorge Viana disse que o valor n\u00e3o \u00e9 alto, considerando a finalidade do projeto que se encaixa na ideia\/sentimento de \u201cflorestania\u201d!<\/p>\n<p><strong>Floresta tamb\u00e9m \u00e9 gente &nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>O antrop\u00f3logo Terri Aquino escreveu a vida toda, longos relat\u00f3rios sobre a situa\u00e7\u00e3o dos \u00edndios do Acre defendendo seus territ\u00f3rios e sua organiza\u00e7\u00e3o, agora aderiu \u00e0 linguagem dos v\u00eddeos. \u00c9 de sua autoria, em parceria com o realizador kaxinawa Nilson Puye, o document\u00e1rio \u201cFloresta tamb\u00e9m \u00e9 gente\u201d que trata da quest\u00e3o dos \u201cbrabos no rio Humait\u00e1, afluente do Tarauac\u00e1. Foi rodado numa oficina de avalia\u00e7\u00e3o do plano de gest\u00e3o da Terra Ind\u00edgena Humait\u00e1, dos Huni Kuin (kaxinaw\u00e1), realizada na aldeia Boa Vista.<\/p>\n<p>O v\u00eddeo mostra as imagens impressionantes do encontro entre os manchineri e os Mascko Piro nas cabeceiras do Purus. \u00c9 comovente ver a express\u00e3o de curiosidade e contentamento dos arredios, aparentemente interessados no contato. Homens, mulheres e crian\u00e7as saud\u00e1veis e de boa estatura vestem apenas tangas feitas com&nbsp; envira, e apontam sem zanga para os parentes (manchineri)&nbsp; descobrindo que falam a mesma l\u00edngua Pano. Um deles coloca uma crian\u00e7a no ombro e entra no rio, na dire\u00e7\u00e3o dos que est\u00e3o na outra margem, como a dizer: \u201cOlha aqui minha filha, ela n\u00e3o \u00e9 linda\u201d? <\/p>\n<p>O andamento da oficina na Aldeia Boa Vista n\u00e3o parece nem um pouco com as que se v\u00ea entre os n\u00e3o \u00edndios. Ali se descortina um Acre pouco conhecido, de futuro, com jovens ind\u00edgenas que falam fluentemente o portugu\u00eas e o H\u00e3tcha Kuin, a lingua verdadeira dos kaxinaw\u00e1, tratando de assuntos gerais da Reserva Humait\u00e1, inclusive dos \u201cbrabos\u201d. O ambiente est\u00e1 enfeitado com mapas coloridos e detalhados das cinco aldeias que comp\u00f5em a reserva. Estendidos no espa\u00e7o aberto e coletivo, mais parecem uma exposi\u00e7\u00e3o de pintores primitivistas.<\/p>\n<p>Nos mapas est\u00e3o inclu\u00eddas as \u00e1reas de perambula\u00e7\u00e3o dos \u201cbrabos\u201d, uma prova das boas inten\u00e7\u00f5es dos kaxinaw\u00e1 com seus parentes peruanos. Mas todos falam de uma d\u00favida atroz: \u201cTudo bem, n\u00f3s devemos proteger os isolados como determina a Funai, em lei, mas quem vai nos proteger dos roubos e ataques que eles come\u00e7am a praticar contra n\u00f3s\u201d? A ind\u00edgena Francisca, da aldeia Novo Futuro, com idade avan\u00e7ada diz, nada&nbsp; esperan\u00e7osa: \u201cEu queria falar com a Funai para amansar logo esses \u2018brabos\u2019; porque eu quero trabalhar sossegada no meu ro\u00e7ado\u201d.<\/p>\n<p>O jovem Alessandro Sab\u00f3ia, da Aldeia Vigilante, todo pintado de urucum e outras seivas, aponta para outra dire\u00e7\u00e3o: \u201cAssim como n\u00f3s temos vida dentro de n\u00f3s, a floresta, a \u00e1gua e a terra tem vida tamb\u00e9m. Se n\u00f3s n\u00e3o cuidar de onde n\u00f3s vive, quem vai cuidar pra n\u00f3s?\u201d \u2013indagou., demonstrando um protagonismo ecol\u00f3gico que tem chance de emergir com for\u00e7a das entranhas da floresta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pressionados por traficantes de drogas e madeireiros no vizinho Peru, os chamados \u201c\u00edndios isolados\u201d atravessam a fronteira e em n\u00famero cada vez maior perambulam em territ\u00f3rios ind\u00edgenas no lado brasileiro gerando um clima de tens\u00e3o e medo. 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