{"id":157152,"date":"2025-07-01T10:44:51","date_gmt":"2025-07-01T15:44:51","guid":{"rendered":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/?p=157152"},"modified":"2025-07-02T10:12:50","modified_gmt":"2025-07-02T15:12:50","slug":"migracao-em-massa-cerca-de-34-mil-acreanos-deixaram-o-estado-entre-2010-e-2022-aponta-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/migracao-em-massa-cerca-de-34-mil-acreanos-deixaram-o-estado-entre-2010-e-2022-aponta-ibge\/","title":{"rendered":"Migra\u00e7\u00e3o em massa: cerca de 34 mil acreanos deixaram o estado entre 2010 e 2022, aponta IBGE"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) revelam uma realidade inquietante para o Acre: entre os anos de 2010 e 2022, cerca de 34 mil moradores deixaram o estado rumo a outras regi\u00f5es do pa\u00eds. No mesmo per\u00edodo, pouco mais de 10 mil pessoas migraram para o territ\u00f3rio acreano. O saldo migrat\u00f3rio negativo coloca o estado entre os que mais perderam popula\u00e7\u00e3o proporcionalmente no Brasil.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Em contraste, estados como Santa Catarina registraram saldo migrat\u00f3rio positivo expressivo. O estado do Sul do pa\u00eds lidera o ranking nacional, tendo recebido mais de 350 mil novos moradores nesse mesmo intervalo de cinco anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A migra\u00e7\u00e3o de acreanos para outras regi\u00f5es do pa\u00eds tem motiva\u00e7\u00f5es diversas, com destaque para fatores econ\u00f4micos e de qualidade de vida. O acad\u00eamico de economia da Universidade Federal do Acre (Ufac), Marcos Vin\u00edcius, destaca que a busca por melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho \u00e9 uma das principais raz\u00f5es para essa movimenta\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;A gente tem Santa Catarina, por exemplo, com taxas de desocupa\u00e7\u00e3o menores, ou seja, \u00e9 mais f\u00e1cil conseguir emprego. E al\u00e9m disso, os rendimentos s\u00e3o maiores. Ent\u00e3o, \u00e9 uma l\u00f3gica econ\u00f4mica: sair de um lugar com menos oportunidades para outro com mais oferta e melhores sal\u00e1rios&#8221;, explica o economista.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Fora do aspecto financeiro, Vin\u00edcius observa que muitos tamb\u00e9m migram em busca de uma rotina com mais op\u00e7\u00f5es de lazer, acesso a servi\u00e7os e sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Existe a busca por uma qualidade de vida que o Acre, infelizmente, ainda n\u00e3o consegue oferecer da mesma forma que outros centros mais desenvolvidos&#8221;, analisa.<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Hist\u00f3rias por tr\u00e1s dos n\u00fameros<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A trajet\u00f3ria do jovem Eduardo Vitor, de 24 anos, \u00e9 um exemplo dessa realidade. Ele deixou o Acre h\u00e1 dois anos e hoje vive com a fam\u00edlia em Santa Catarina.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Um dos principais motivos foi a seguran\u00e7a. Aqui \u00e9 um dos estados mais seguros do Brasil. E tamb\u00e9m tem a quest\u00e3o das oportunidades: meu pai ficou tr\u00eas dias parado e j\u00e1 conseguiu emprego. Hoje, todos l\u00e1 de casa trabalham&#8221;, relata.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A decis\u00e3o da acreana Gigliane Dantas tamb\u00e9m foi movida por raz\u00f5es semelhantes. M\u00e3e de uma crian\u00e7a neurodivergente, ela se mudou com a fam\u00edlia para Santa Catarina em busca de melhores servi\u00e7os de sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Aqui a gente conseguiu um melhor acesso \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 seguran\u00e7a. A gente se sente mais seguro ao sair de casa. Foi dif\u00edcil deixar a nossa terra, mas fizemos o que era melhor para a nossa fam\u00edlia&#8221;, conta.<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Entre chegadas e partidas<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Embora o Acre enfrente um \u00eaxodo populacional, ainda h\u00e1 pessoas que escolhem o estado como novo lar. Segundo Marcos Vin\u00edcius, h\u00e1 uma l\u00f3gica econ\u00f4mica inversa tamb\u00e9m em curso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;O Acre \u00e9 um estado em desenvolvimento. Ent\u00e3o, um empres\u00e1rio de porte m\u00e9dio que vem para c\u00e1 pode encontrar menos concorr\u00eancia. \u00c9 uma estrat\u00e9gia para quem quer expandir neg\u00f3cios ou elevar seu padr\u00e3o de vida investindo em um mercado ainda em forma\u00e7\u00e3o&#8221;, observa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Cada n\u00famero da estat\u00edstica divulgada pelo IBGE representa uma hist\u00f3ria, uma despedida, uma esperan\u00e7a de recome\u00e7o. O Acre continua sendo o lar de quem resiste, mas tamb\u00e9m o ponto de partida de muitos que buscam um futuro melhor em outras partes do pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><i>Mat\u00e9ria em v\u00eddeo produzida pelo rep\u00f3rter Marilson Maia, para TV Gazeta.<\/i><\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) revelam uma realidade inquietante para o Acre: entre os anos de 2010 e 2022, cerca de 34 mil moradores deixaram o estado rumo a outras regi\u00f5es do pa\u00eds. No mesmo per\u00edodo, pouco mais de 10 mil pessoas migraram para o territ\u00f3rio acreano. 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