{"id":157107,"date":"2025-06-30T12:48:31","date_gmt":"2025-06-30T17:48:31","guid":{"rendered":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/?p=157107"},"modified":"2025-06-30T12:48:31","modified_gmt":"2025-06-30T17:48:31","slug":"lgbtqiapn-no-sao-joao-vozes-da-sassaricano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/lgbtqiapn-no-sao-joao-vozes-da-sassaricano\/","title":{"rendered":"LGBTQIAPN+ no S\u00e3o Jo\u00e3o: Vozes da Sassaricano"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>\u201cDizem que S\u00e3o Jo\u00e3o \u00e9 tempo de festa, mas nem todos chegaram at\u00e9 ele sorrindo.\u201d<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em meio aos bal\u00f5es coloridos e ao som alegre do forr\u00f3, h\u00e1 hist\u00f3rias que nunca foram contadas com tanto brilho. Hist\u00f3rias de corpos rejeitados, de vozes caladas, de identidades empurradas para os cantos da fogueira. Mas tamb\u00e9m s\u00e3o hist\u00f3rias de resist\u00eancia, de afeto reconstru\u00eddo, de pertencimento conquistado a passos de quadrilha. Este texto \u00e9 sobre aqueles que, entre uma roda e outra, encontraram no palco da cultura popular o lugar onde puderam, enfim, ser quem s\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A luta LGBTQIAPN+ \u00e9 uma travessia longa, constru\u00edda com coragem diante da dor, da exclus\u00e3o e da viol\u00eancia. Um dos marcos mais emblem\u00e1ticos dessa caminhada foi a Rebeli\u00e3o de Stonewall, em 28 de junho de 1969.<\/p>\n<figure id=\"attachment_157108\" aria-describedby=\"caption-attachment-157108\" style=\"width: 497px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-157108 size-full\" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123620.020.jpg\" alt=\"\" width=\"497\" height=\"258\" srcset=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123620.020.jpg 497w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123620.020-300x156.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 497px) 100vw, 497px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-157108\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Manifestantes nas ruas ap\u00f3s os tumultos de Stonewall, no ver\u00e3o em 28 de Junho de 1969 \/ Foto: Dom\u00ednio p\u00fablico<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Naquele dia, frequentadores do bar Stonewall Inn, em Nova York \u2014 majoritariamente pessoas trans, negras e latinas \u2014 decidiram resistir \u00e0 viol\u00eancia policial. Durante dias, o bairro fervilhou com manifesta\u00e7\u00f5es que dariam origem ao movimento moderno pelos direitos LGBTQIA+. Marsha P. Johnson e Sylvia Rivera, duas mulheres trans racializadas, foram protagonistas desse levante, que at\u00e9 hoje \u00e9 lembrado no mundo inteiro como o nascimento do orgulho.press\u00e3o e \u00e0 viol\u00eancia, tendo como marco a Rebeli\u00e3o de Stonewall, em 1969, nos Estados Unidos, quando pessoas LGBTQ+ resistiram a uma batida policial em um bar de Nova York. A partir daquele levante, surgiram os primeiros protestos por liberdade e direitos civis. No Brasil, durante os anos 90, falava-se em GLS (Gays, L\u00e9sbicas e Simpatizantes), mas a sigla foi evoluindo para incluir outras identidades e orienta\u00e7\u00f5es, at\u00e9 chegarmos ao LGBTQIAPN+ de hoje \u2014 uma sigla que abra\u00e7a a pluralidade das viv\u00eancias e reafirma o direito de existir em todas as formas de ser e amar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, ser LGBTQIAPN+ muitas vezes significa enfrentar ainda mais barreiras para conseguir um emprego digno. Muita gente \u00e9 empurrada para a informalidade, ou at\u00e9 para a explora\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio corpo como \u00fanica forma de sustento \u2014 sem julgamento algum sobre quem escolhe esse caminho, mas \u00e9 importante lembrar: h\u00e1 milhares de jovens talentosos, criativos, com habilidades incr\u00edveis \u2014 seja em design, vendas, ou com sonhos de serem m\u00e9dicos, professores \u2014 que s\u00e3o barrados antes mesmo de come\u00e7arem. Vivem uma batalha silenciosa para sobreviver em um pa\u00eds onde a viol\u00eancia contra a nossa comunidade ainda \u00e9 brutal. A luta por respeito, dignidade e oportunidades segue sendo urgente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dito isso, quero falar sobre algo que sempre foi um ref\u00fagio, um escudo e, ao mesmo tempo, uma ponte para a comunidade LGBTQIAPN+: a cultura. Foi atrav\u00e9s dela \u2014 da m\u00fasica, da dan\u00e7a, da performance, do figurino, do brilho e da liberdade de express\u00e3o \u2014 que muitas pessoas encontraram um espa\u00e7o para existir sem medo. Em especial, meninas trans, travestis e drags que, por tanto tempo, foram empurradas para as margens da sociedade, encontraram na arte um lugar onde n\u00e3o eram apenas aceitas, mas celebradas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em muitas fam\u00edlias, meninas trans ainda s\u00e3o tratadas no masculino, apagadas em sua identidade e impedidas de viver quem realmente s\u00e3o. Algumas s\u00e3o expulsas de casa, outras aprendem a esconder a dor em sil\u00eancio. No entanto, nos tablados das quadrilhas juninas, essas mesmas meninas encontram um espa\u00e7o onde podem se reinventar \u2014 e muitas vezes \u00e9 na arte que isso acontece. Montar-se n\u00e3o \u00e9 apenas uma performance est\u00e9tica, \u00e9 um ato de resist\u00eancia e afirma\u00e7\u00e3o de si. Quando sobem ao palco com seus vestidos exuberantes, maquiagem forte e saltos altos, essas artistas n\u00e3o est\u00e3o s\u00f3 encenando um espet\u00e1culo: est\u00e3o vivendo, com orgulho, aquilo que por tanto tempo lhes foi negado. A cultura junina, nesse contexto, transforma-se em um espa\u00e7o de acolhimento e liberdade, onde a fantasia revela verdades e a arte d\u00e1 forma ao que o preconceito tentou silenciar. A cultura popular, muitas vezes vista como algo &#8220;menor&#8221;, foi uma das primeiras a abrir as portas para essas identidades. E as quadrilhas juninas, como a nossa Sassaricano na Ro\u00e7a e assim como todas as outras, s\u00e3o exemplos vivos disso. Aqui, meninas trans ocupam o tablado com orgulho, drags desfilam com suas cria\u00e7\u00f5es exuberantes, e travestis n\u00e3o s\u00f3 dan\u00e7am, como comandam, lideram, ensaiam, produzem. Elas n\u00e3o est\u00e3o \u00e0 margem \u2014 s\u00e3o o centro, a alma, o cora\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 importante dizer que esses espa\u00e7os culturais n\u00e3o surgiram prontos para acolher. Foi uma conquista. Foram anos de enfrentamento, de resist\u00eancia, de ousadia. Cada salto alto usado em meio \u00e0 poeira do tablado, cada batom aplicado com firmeza antes da apresenta\u00e7\u00e3o, cada bordado feito com amor em figurinos exuberantes \u2014 tudo isso \u00e9 luta. \u00c9 constru\u00e7\u00e3o de pertencimento. \u00c9 reinven\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cultura, nesse sentido, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 entretenimento. Ela \u00e9 instrumento pol\u00edtico, educativo e afetivo. E quando abra\u00e7a a comunidade LGBTQIAPN+, especialmente em contextos populares e perif\u00e9ricos, ela salva vidas. Ela ensina que amar, brilhar e resistir n\u00e3o s\u00e3o atos de vergonha, mas de coragem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para entender ainda mais a import\u00e2ncia de espa\u00e7os culturais como a quadrilha Sassaricano na Ro\u00e7a na vida de pessoas LGBTQIAPN+, conversei com duas integrantes que carregam em suas trajet\u00f3rias marcas de resist\u00eancia, coragem e transforma\u00e7\u00e3o: Lila Facquini e Angel Mendon\u00e7a. Suas falas mostram que a cultura n\u00e3o \u00e9 apenas um palco de express\u00e3o art\u00edstica, mas tamb\u00e9m um territ\u00f3rio de afeto, reconstru\u00e7\u00e3o e pertencimento. Lila compartilha como, ao ingressar na quadrilha, sentiu-se pela primeira vez verdadeiramente vista e respeitada em sua identidade. Angel, por sua vez, relata como o grupo foi o primeiro ambiente onde p\u00f4de ser quem \u00e9 de forma plena, sem medo ou julgamento, gra\u00e7as ao acolhimento e \u00e0 representatividade presentes no grupo. As experi\u00eancias de ambas refor\u00e7am que o impacto da cultura vai muito al\u00e9m do figurino e da coreografia \u2014 ele transforma vidas, fortalece identidades e semeia liberdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<figure id=\"attachment_157109\" aria-describedby=\"caption-attachment-157109\" style=\"width: 253px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-157109 \" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123626.394.jpg\" alt=\"\" width=\"253\" height=\"411\" srcset=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123626.394.jpg 346w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123626.394-185x300.jpg 185w\" sizes=\"(max-width: 253px) 100vw, 253px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-157109\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: Arquivo pessoal de Angel Mendon\u00e7a, 2025<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Angel Mendon\u00e7a, mulher trans e dan\u00e7arina da Sassaricano, v\u00ea no grupo um lugar de pertencimento, liberdade e resist\u00eancia. Conversando com Angel Mendon\u00e7a, percebemos com ainda mais profundidade o quanto espa\u00e7os culturais como o nosso s\u00e3o campos de resist\u00eancia e afeto. Para ela, estar em uma quadrilha junina sendo uma mulher trans \u00e9 tanto gratificante quanto desafiador. Apesar dos avan\u00e7os, ainda existem barreiras em rela\u00e7\u00e3o ao acolhimento e ao respeito. No entanto, Angel ressalta que se sente livre dentro do grupo, especialmente por ter uma refer\u00eancia poderosa como Hanashara \u2014 presidenta e rainha da quadrilha \u2014, que representa com for\u00e7a a identidade trans e atua como uma verdadeira m\u00e3e para as meninas. Angel descreve a Sassaricano como a primeira quadrilha a acolh\u00ea-la da forma certa, fazendo com que ela se sinta pertencente e realizada. Ela dan\u00e7a por amor e diz que, mais do que os pr\u00eamios, \u00e9 a emo\u00e7\u00e3o de estar em um espa\u00e7o onde se sente parte que a move. Em suas palavras, \u201ca vida \u00e9 feita de riscos\u201d, e \u00e9 preciso se permitir para sentir a alegria de ouvir um &#8220;olha pro c\u00e9u, meu amor&#8221;, de se arrepiar com o bailado e de rir com a tradicional pe\u00e7a de casamento. Para ela, dan\u00e7ar e ocupar esse espa\u00e7o \u00e9 a prova de que pessoas trans e travestis podem e devem estar onde quiserem, mostrando que a vida pode ser bela quando se encontra pertencimento, express\u00e3o e liberdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<figure id=\"attachment_157110\" aria-describedby=\"caption-attachment-157110\" style=\"width: 280px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-157110 \" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123633.595.jpg\" alt=\"\" width=\"280\" height=\"497\" srcset=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123633.595.jpg 348w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123633.595-169x300.jpg 169w\" sizes=\"(max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-157110\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: Arquivo pessoal de Lila Facquini, 2025<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lila Facquini, integrante da Sassaricano, encontrou na quadrilha um espa\u00e7o de acolhimento e fortalecimento da autoestima. Facquini tamb\u00e9m compartilhou sua viv\u00eancia e refor\u00e7ou o quanto a cultura pode ser um abra\u00e7o para quem, muitas vezes, s\u00f3 conheceu o sil\u00eancio ou a rejei\u00e7\u00e3o. Crescendo em um lar crist\u00e3o, Lila nunca teve liberdade para ser quem realmente \u00e9 \u2014 at\u00e9 encontrar a Sassaricano. Aqui, segundo ela, n\u00e3o h\u00e1 limita\u00e7\u00e3o para sua identidade e nem espa\u00e7o para a discrimina\u00e7\u00e3o. A possibilidade de estar em um grupo onde o orgulho LGBTQIAPN+ \u00e9 celebrado e n\u00e3o ocultado fez com que ela se sentisse mais confiante, mais viva e com a autoestima fortalecida. Embora tenha ingressado h\u00e1 pouco tempo no mercado de trabalho, relata que encontrar um espa\u00e7o cultural onde possa se expressar sem medo \u00e9, acima de tudo, um al\u00edvio. Para quem ainda tem receio de se jogar nesse tipo de viv\u00eancia, ela manda o recado: <em>&#8220;V\u00e1 com medo mesmo!&#8221;<\/em> \u2014 porque no caminho, o acolhimento certo faz o medo desaparecer. Para Lila, ocupar o tablado \u00e9 tamb\u00e9m ocupar um lugar que historicamente foi negado \u00e0 comunidade LGBTQIAPN+; \u00e9 ser vis\u00edvel, \u00e9 mostrar ao mundo que h\u00e1 beleza, talento e for\u00e7a em cada express\u00e3o de diversidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em um pa\u00eds onde pol\u00edticas p\u00fablicas ainda falham em garantir acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e trabalho para pessoas LGBTQIAPN+, os espa\u00e7os culturais t\u00eam cumprido um papel vital. Eles acolhem onde muitas vezes a fam\u00edlia rejeita, ensinam onde a escola omite, valorizam onde o mercado exclui. Nesse sentido, a cultura popular \u2014 e, de modo muito especial, as quadrilhas juninas \u2014 \u00e9 mais do que uma tradi\u00e7\u00e3o: \u00e9 um abrigo. Grupos como a Sassaricano na Ro\u00e7a n\u00e3o apenas permitem que a diversidade exista; eles a celebram. E, para quem j\u00e1 se sentiu estranho no mundo, encontrar um lugar onde possa brilhar com liberdade \u00e9 como finalmente voltar para casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com 22 anos de trajet\u00f3ria, a Sassaricano na Ro\u00e7a \u00e9 mais do que uma quadrilha junina: \u00e9 um verdadeiro lar para quem busca acolhimento, express\u00e3o e liberdade. Desde sua funda\u00e7\u00e3o, o grupo tem sido um espa\u00e7o onde a diversidade floresce e \u00e9 celebrada. Entre seus membros, h\u00e1 pessoas LGBTQIAPN+ que est\u00e3o no grupo h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada \u2014 algumas com mais de 40 anos de idade \u2014 que seguem firmes, dan\u00e7ando, criando, liderando, ensinando. Isso \u00e9 resist\u00eancia viva. Isso \u00e9 legado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hist\u00f3ria da Sassaricano \u00e9 constru\u00edda por muitas m\u00e3os, muitos corpos e muitas vozes que desafiam as normas e transformam o S\u00e3o Jo\u00e3o em um espa\u00e7o de inclus\u00e3o e amor. Que esses 22 anos sirvam de exemplo para que outros grupos culturais tamb\u00e9m se abram para a diversidade, n\u00e3o como exce\u00e7\u00e3o, mas como parte fundamental do que \u00e9 ser cultura popular. Porque quando uma quadrilha acolhe com verdade, ela n\u00e3o forma apenas um grupo: ela forma fam\u00edlia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>REFER\u00caNCIAS: <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>[1] Alc\u00e2ntara, Fernanda. Stonewall, conquistas e desafios das manifesta\u00e7\u00f5es LGBTs. MST, 28jun. 2019. Dispon\u00edvel em: [https:\/\/mst.org.br\/2019\/06\/28\/stonewall-conquistas-e-desafios-das-manifestacoes-lgbts\/](https:\/\/mst.org.br\/2019\/06\/28\/stonewall-conquistas-e-desafios-das-manifestacoes-lgbts\/). Acesso em: 14 jun. 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[2] Entrevista concedida por Angel Mendon\u00e7a \u00e0 autora, realizada em junho de 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[3] Entrevista concedida por Lila Facquini \u00e0 autora, realizada em junho de 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[4] Facchini, Regina. \u201cSopa de letrinhas? Movimento homossexual e produ\u00e7\u00e3o de identidades coletivas nos anos 90.\u201d Sexualidad, Salud y Sociedad, n\u00ba 4, 2009.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-157111 alignleft\" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123639.701-207x300.jpg\" alt=\"\" width=\"239\" height=\"346\" srcset=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123639.701-207x300.jpg 207w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/image-2025-06-30T123639.701.jpg 348w\" sizes=\"(max-width: 239px) 100vw, 239px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Helenayra Moreira do Nascimento &#8211; Bacharelanda em Hist\u00f3ria pela Universidade Federal do Acre<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u201cDizem que S\u00e3o Jo\u00e3o \u00e9 tempo de festa, mas nem todos chegaram at\u00e9 ele sorrindo.\u201d Em meio aos bal\u00f5es coloridos e ao som alegre do forr\u00f3, h\u00e1 hist\u00f3rias que nunca foram contadas com tanto brilho. 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