{"id":150891,"date":"2025-03-08T12:36:02","date_gmt":"2025-03-08T17:36:02","guid":{"rendered":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/?p=150891"},"modified":"2025-03-08T12:36:02","modified_gmt":"2025-03-08T17:36:02","slug":"ser-mulher-no-brasil-luta-e-sobrevivencia-constante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/ser-mulher-no-brasil-luta-e-sobrevivencia-constante\/","title":{"rendered":"Ser mulher no Brasil: luta e sobreviv\u00eancia constante"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">No Dia Internacional da Mulher, n\u00e3o h\u00e1 como falar de conquistas sem lembrar das cicatrizes. N\u00e3o h\u00e1 como celebrar avan\u00e7os sem reconhecer que, para muitas, viver ainda \u00e9 um ato de resist\u00eancia. Ser mulher no Brasil \u00e9 carregar nos ombros o peso da vulnerabilidade, da inseguran\u00e7a e do medo. \u00c9 andar pelas ruas com passos apressados, desconfiar de um estranho que se aproxima, apertar as chaves entre os dedos como uma arma improvisada. \u00c9 saber que, a qualquer momento, pode ser a pr\u00f3xima.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2023, o Brasil registrou 1.467 feminic\u00eddios, o maior n\u00famero desde que o crime foi tipificado em 2015, segundo o F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica. Embora tenha havido uma redu\u00e7\u00e3o de 5,1% nos casos em 2024, a realidade segue cruel: uma mulher continua sendo assassinada a cada seis horas apenas por ser mulher.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Acre, o cen\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 diferente. Entre 2018 e 2024, foram registrados 77 feminic\u00eddios consumados e 111 tentativas, segundo dados do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado. Em 2024, oito mulheres foram assassinadas, uma redu\u00e7\u00e3o de 20% em rela\u00e7\u00e3o a 2023. Mas a diminui\u00e7\u00e3o num\u00e9rica n\u00e3o significa seguran\u00e7a. A cada novo crime, fica evidente que a luta contra a viol\u00eancia de g\u00eanero est\u00e1 longe de acabar.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">O primeiro feminic\u00eddio julgado na capital acreana<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">E foi em Rio Branco que um desses crimes marcou a hist\u00f3ria. No dia 29 de fevereiro de 2016, Keyla Viviane dos Santos, de 32 anos, foi brutalmente assassinada a facadas pelo ex-marido, Adjunior Sena, em frente a uma loja de confec\u00e7\u00f5es no bairro Esta\u00e7\u00e3o Experimental. O crime ocorreu em plena luz do dia, diante de testemunhas, e escancarou a trag\u00e9dia da viol\u00eancia dom\u00e9stica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O caso de Keyla foi o primeiro feminic\u00eddio julgado em Rio Branco ap\u00f3s a san\u00e7\u00e3o da Lei do Feminic\u00eddio, em 2015. Adjunior foi condenado a 27 anos e seis meses de pris\u00e3o, um marco na justi\u00e7a acreana. Como resposta \u00e0 brutalidade do crime, o governo sancionou, ainda em 2016, a Lei Keyla Viviane dos Santos, com o objetivo de fortalecer pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas ao combate da viol\u00eancia contra a mulher.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-149401 aligncenter\" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/WhatsApp-Image-2025-02-13-at-4.25.07-PM.jpeg\" alt=\"\" width=\"512\" height=\"258\" srcset=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/WhatsApp-Image-2025-02-13-at-4.25.07-PM.jpeg 800w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/WhatsApp-Image-2025-02-13-at-4.25.07-PM-300x151.jpeg 300w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/WhatsApp-Image-2025-02-13-at-4.25.07-PM-768x387.jpeg 768w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/WhatsApp-Image-2025-02-13-at-4.25.07-PM-360x180.jpeg 360w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/WhatsApp-Image-2025-02-13-at-4.25.07-PM-750x378.jpeg 750w\" sizes=\"(max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Matheus Carvalho, sobrinho da v\u00edtima, a dor da perda segue viva, mesmo ap\u00f3s anos do crime brutal. \u201cO tempo n\u00e3o cura, a dor \u00e9 permanente. A gente aprende a viver com ela. Eu lembro da minha tia todos os dias\u201d, desabafa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele tamb\u00e9m ressalta que muitas mulheres permanecem em relacionamentos abusivos sem conseguir sair, seja por depend\u00eancia financeira, emocional ou pelo medo das repres\u00e1lias. Por isso \u00e9 de extrema import\u00e2ncia que medidas concretas sejam feitas para garantir a efetividade das leis com intuito de proteger as mulheres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMinha tia sabia de todas as trai\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o conseguia sair. Quando finalmente conseguiu, ele come\u00e7ou a persegui-la. No dia do assassinato, passou a madrugada inteira perturbando minha tia\u201d, relembra. Keyla tentou se libertar, mas n\u00e3o teve tempo.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">Graziely Lima: outro sonho interrompido<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nove anos depois do feminic\u00eddio de Keyla, mais um crime brutal ocorreu em Rio Branco. Em janeiro de 2025, a estudante de Farm\u00e1cia Graziely Lima de Oliveira, de apenas 19 anos, foi assassinada pelo ex-namorado. O motivo? Ele n\u00e3o aceitava o t\u00e9rmino do relacionamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Filha de um sargento da Pol\u00edcia Militar falecido em 2024, Graziely era descrita por amigos e familiares como uma jovem sonhadora, tranquila e reservada. \u201cEla n\u00e3o dava problema nenhum, tinha muitos sonhos. Mas confidenciou a amigas que \u2018n\u00e3o dava mais para continuar com Pedro\u2019\u201d, relembra o primo da v\u00edtima, Wesleyn Silva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim como Keyla, Graziely tentou se afastar, tentou seguir em frente. Mas sua liberdade foi interrompida por um ciclo de viol\u00eancia que insiste em se repetir.<\/p>\n<figure id=\"attachment_147759\" aria-describedby=\"caption-attachment-147759\" style=\"width: 532px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-147759 \" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/WhatsApp-Image-2025-01-20-at-2.49.55-PM.jpeg\" alt=\"\" width=\"532\" height=\"266\" srcset=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/WhatsApp-Image-2025-01-20-at-2.49.55-PM.jpeg 800w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/WhatsApp-Image-2025-01-20-at-2.49.55-PM-300x150.jpeg 300w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/WhatsApp-Image-2025-01-20-at-2.49.55-PM-768x384.jpeg 768w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/WhatsApp-Image-2025-01-20-at-2.49.55-PM-360x180.jpeg 360w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/WhatsApp-Image-2025-01-20-at-2.49.55-PM-750x375.jpeg 750w\" sizes=\"(max-width: 532px) 100vw, 532px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-147759\" class=\"wp-caption-text\">Fotos: cedidas<\/figcaption><\/figure>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">A viol\u00eancia persiste, mas a luta tamb\u00e9m<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">O feminic\u00eddio \u00e9 a face mais extrema da viol\u00eancia contra a mulher, mas n\u00e3o a \u00fanica. Antes da morte, h\u00e1 anos de amea\u00e7as, agress\u00f5es f\u00edsicas e psicol\u00f3gicas. O F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica tamb\u00e9m revelou que, s\u00f3 em 2023, foram registrados 66.024 estupros e 245.713 casos de les\u00e3o corporal dolosa contra mulheres no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A soci\u00f3loga Gleiciane Pismel refor\u00e7a que o combate \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero vai muito al\u00e9m do endurecimento de penas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPara avan\u00e7ar nessa agenda, precisamos de anos de investimentos em educa\u00e7\u00e3o. \u00c9 necess\u00e1rio mudar a forma como a sociedade v\u00ea o papel da mulher\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A luta contra o feminic\u00eddio exige mais do que indigna\u00e7\u00e3o moment\u00e2nea. \u00c9 preciso fortalecer pol\u00edticas p\u00fablicas, ampliar as redes de prote\u00e7\u00e3o e, acima de tudo, transformar a mentalidade social que ainda normaliza a viol\u00eancia contra a mulher.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Que hist\u00f3rias como as de Keyla e Graziely n\u00e3o sejam apenas lembradas como trag\u00e9dias, mas como marcos na busca por um futuro onde nenhuma mulher precise temer pela vida ao decidir ser livre.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Dia Internacional da Mulher, n\u00e3o h\u00e1 como falar de conquistas sem lembrar das cicatrizes. 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