{"id":137378,"date":"2024-08-07T14:05:38","date_gmt":"2024-08-07T19:05:38","guid":{"rendered":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/?p=137378"},"modified":"2024-08-07T14:05:38","modified_gmt":"2024-08-07T19:05:38","slug":"desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/","title":{"rendered":"Desconstruir para reconstruir: re-imaginar a amaz\u00f4nia enquanto espa\u00e7o, cultura e diversidade"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">No per\u00edodo oitocentista no Brasil, in\u00fameros cientistas, viajantes e \u201cdesbravadores\u201d se aventuraram dentro do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico a fim de catalogar, classificar e descrever aquilo que conseguiam observar nas regi\u00f5es, principalmente acerca das florestas e popula\u00e7\u00f5es nativas residentes. Com isso, surgem as propaga\u00e7\u00f5es de discursos sobre uma Amaz\u00f4nia deserta, hostil, \u00fanica e exoticamente singular, a qual hoje sabemos que, na maioria das vezes, pode ser um assunto tratado forjadamente. Sendo assim, re-imaginar a Amaz\u00f4nia faz-se necess\u00e1rio, precisamos desconstruir essa vis\u00e3o err\u00f4nea e colonizadora, para reconstruir a historiografia amaz\u00f4nica a partir das perspectivas de seus habitantes origin\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este trabalho, ainda em andamento, \u00e9 fruto da apresenta\u00e7\u00e3o no IV Semin\u00e1rio de Fronteiras das Amaz\u00f4nias: Hist\u00f3rias, Culturas e os desafios da oralidade. II evento internacional de Fronteiras, Religi\u00e3o e Religiosidade na Pan Amaz\u00f4nia, atrav\u00e9s da Universidade Federal do Acre (Brasil) em conjunto com a Universidad Amaz\u00f3nica de Pando (Bol\u00edvia), onde apresentei juntamente com Ruimar Cavalcante do Carmo Junior\u00b9. Tal trabalho tem como objetivo realizar a desconstru\u00e7\u00e3o dos discursos colonizadores, representa\u00e7\u00f5es e implica\u00e7\u00f5es acerca da Amaz\u00f4nia brasileira, os processos da cria\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio preconceituoso referente \u00e0s popula\u00e7\u00f5es nativas da regi\u00e3o amaz\u00f4nica e a descoloniza\u00e7\u00e3o dos escritos e saberes, reimaginando-a enquanto espa\u00e7o cultural e diversificado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sendo assim, vale ressaltar que o intuito deste trabalho n\u00e3o \u00e9 criar uma hist\u00f3ria revanche, do contr\u00e1rio, estar\u00edamos reproduzindo os discursos, mitos e distor\u00e7\u00f5es acerca de outros povos e na\u00e7\u00f5es. E com isso, tamb\u00e9m anulando os escritos, cataloga\u00e7\u00f5es e estudos acerca das \u201cdescobertas\u201d cient\u00edficas da flora e fauna amaz\u00f4nica. Todavia, precisamos rememorar essa vis\u00e3o colonizadora j\u00e1 citada para podermos prosseguir com essa reflex\u00e3o de re-imaginar a Amaz\u00f4nia, e assim, n\u00e3o continuarmos perpetuando a dita \u201chist\u00f3ria \u00fanica\u201d, pois a mesma tem o poder de atravessar gera\u00e7\u00f5es, resumindo e generalizando aqueles e aquelas de uma determinada na\u00e7\u00e3o, grupo e etnia. E pensando ainda na fala de Chimamanda Adichie\u00b2, continuar com essa hist\u00f3ria \u00fanica \u00e9 continuar \u201cesquecendo\u201d das muitas outras hist\u00f3rias. Logo, a ideia \u00e9 podermos analisar al\u00e9m das fronteiras estabelecidas e consolidadas e, observar atrav\u00e9s das m\u00faltiplas vis\u00f5es e concep\u00e7\u00f5es culturais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, levando em considera\u00e7\u00e3o a passagem dos viajantes naturalistas pela regi\u00e3o da Amaz\u00f4nia, tinha como car\u00e1ter realizar novas descobertas e assim classificar, ordenar e organizar o que descobriram, contudo,vemos na obra Cultura, Trabalho e Luta Social na Amaz\u00f4nia: Discurso dos viajantes-S\u00e9culo 19 de Hideraldo Costa\u00b3, que os viajantes estavam preocupados em cumprir as exig\u00eancias e prop\u00f3sitos profissionais, e ao agirem dessa maneira, n\u00e3o se atentaram a observar e descrever os h\u00e1bitos, costumes, rela\u00e7\u00f5es de trabalho, cultura, etc. daquela popula\u00e7\u00e3o, mesmo assim fizeram e de certa forma ainda generalizaram as diferentes etnias que ali residiam, e disseminaram pensamentos machistas, preconceituosos e racistas, inferiorizando as pessoas da Amaz\u00f4nia falando que eles eram o motivo para o n\u00e3o progresso da regi\u00e3o, e como Albert Memmi\u2074 (1997) cita, \u201cO retrato que o colonizador faz ao colonizado sempre envolve a pregui\u00e7a, a ina\u00e7\u00e3o em contraste com as virtudes do colonizador, trabalhador, diligente, ativo, industrioso\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com isso, surge a necessidade de desconstruir essa heran\u00e7a naturalista presente na escrita e no imagin\u00e1rio popular, impostas atrav\u00e9s de uma rela\u00e7\u00e3o de poder e subjuga\u00e7\u00e3o entre o colonizador e o colonizado, com objetivo de inferiorizar determinada popula\u00e7\u00e3o, como consequ\u00eancia, a dissemina\u00e7\u00e3os dos estere\u00f3tipos, preconceitos e demais viol\u00eancias aos povos colonizados, em sua maioria os povos origin\u00e1rios, negros e mulheres vem sofrendo ao longo da historiografia brasileira. Dito isso, o autor trabalha com a perspectiva de descoloniza\u00e7\u00e3o intelectual, isto \u00e9, dos saberes, com isso busca rever a hist\u00f3ria dos colonizados e recuperar as suas historiografias desvirtuadas pelo colonizador, trazendo uma hist\u00f3ria agora vista de baixo, ou seja, a hist\u00f3ria dos negligenciados e oprimidos. Portanto, faz-se necess\u00e1rio descolonizar, desconstruir, desdizer e redizer os escritos e saberes, romper com os pensamentos forjados e impostos, dando voz aos silenciados e os n\u00e3o ditos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Amaz\u00f4nia n\u00e3o \u00e9 e nunca foi um espa\u00e7o deserto, muito pelo o contr\u00e1rio, como traz Almir Diniz em sua obra \u00cdndios Crist\u00e3os na Amaz\u00f4nia colonial, onde o mesmo exemplifica essa quest\u00e3o de que essa imensa floresta \u00e9 vista como um espa\u00e7o desabitado, todavia, a arqueologia hoje em dia nos mostra o inverso, Almir Diniz\u2075 cita: \u201cA Amaz\u00f4nia foi, na realidade, habitada por milhares e milhares de pessoas de v\u00e1rias etnias, com cren\u00e7as variadas, culturas ricas e m\u00faltiplas havia mais de dez mil anos, quando, na Europa, os homens ainda viviam em cavernas.\u201d Ou seja, foi e \u00e9 um lugar densamente povoado, bastante diverso de pessoas e culturas que merecem ser reconhecidos e n\u00e3o resumidos a escritos generalizados que foram realizados por esses europeus. Para isso, precisamos refletir essa problem\u00e1tica e devemos re-imaginar a Amaz\u00f4nia enquanto espa\u00e7o, cultura e diversidade<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>_______<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>[1] Bacharelando em Hist\u00f3ria pela Universidade Federal do Acre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[2] ADICHIE, Chimamanda Ngozi. <strong>O perigo de uma hist\u00f3ria \u00fanica<\/strong>.\u00a0 TED Talk, em 2009.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[3] COSTA, Hideraldo. <strong>Cultura, trabalho e luta social na Amaz\u00f4nia<\/strong>: discursos dos viajantes \u2013 s\u00e9culo XIX. Manaus: Editora Valer, 2013.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[4] MEMMI, A. <strong>Retrato do colonizado precedido pelo retrato do colonizador<\/strong>. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-137379 alignleft\" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-9.24.22-AM-jpeg.avif\" alt=\"\" width=\"178\" height=\"185\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bacharelanda em Hist\u00f3ria pela Universidade Federal do Acre (Ufac). Membro do Centro Acad\u00eamico de Bacharelado em Hist\u00f3ria Pedro Martinello CABH). Bolsista do N\u00facleo de Apoio \u00e0 Inclus\u00e3o (NAI).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No per\u00edodo oitocentista no Brasil, in\u00fameros cientistas, viajantes e \u201cdesbravadores\u201d se aventuraram dentro do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico a fim de catalogar, classificar e descrever aquilo que conseguiam observar nas regi\u00f5es, principalmente acerca das florestas e popula\u00e7\u00f5es nativas residentes. Com isso, surgem as propaga\u00e7\u00f5es de discursos sobre uma Amaz\u00f4nia deserta, hostil, \u00fanica e exoticamente singular, a qual [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":137387,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"source_name":"","source_url":"","via_name":"","via_url":"","override_template":"0","override":[{"template":"custom","single_blog_custom":"110746","parallax":"1","fullscreen":"1","layout":"right-sidebar","sidebar":"default-sidebar","second_sidebar":"default-sidebar","sticky_sidebar":"1","share_position":"top","share_float_style":"share-monocrhome","show_share_counter":"1","show_view_counter":"1","show_featured":"1","show_post_meta":"1","show_post_author":"1","show_post_author_image":"1","show_post_date":"1","post_date_format":"default","post_date_format_custom":"Y\/m\/d","show_post_category":"1","show_post_reading_time":"0","post_reading_time_wpm":"300","show_zoom_button":"0","zoom_button_out_step":"2","zoom_button_in_step":"3","show_post_tag":"1","show_prev_next_post":"1","show_popup_post":"1","number_popup_post":"1","show_author_box":"0","show_post_related":"1","show_inline_post_related":"0"}],"override_image_size":"0","image_override":[{"single_post_thumbnail_size":"crop-500","single_post_gallery_size":"crop-500"}],"trending_post":"0","trending_post_position":"meta","trending_post_label":"Trending","sponsored_post":"0","sponsored_post_label":"Sponsored by","sponsored_post_name":"","sponsored_post_url":"","sponsored_post_logo_enable":"0","sponsored_post_logo":"","sponsored_post_desc":"","disable_ad":"0"},"jnews_primary_category":{"id":"","hide":""},"jnews_social_meta":{"fb_title":"","fb_description":"","fb_image":"","twitter_title":"","twitter_description":"","twitter_image":""},"jnews_review":[],"enable_review":"0","type":"percentage","name":"","summary":"","brand":"","sku":"","good":[{"good_text":""}],"bad":[{"bad_text":""}],"score_override":"0","override_value":"","rating":[{"rating_text":"","rating_number":"10"}],"price":[{"shop":"","price":"","link":"","icon":""}],"footnotes":""},"categories":[399],"tags":[],"class_list":["post-137378","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-escavando-historia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Desconstruir para reconstruir: re-imaginar a amaz\u00f4nia enquanto espa\u00e7o, cultura e diversidade - Agazeta.net<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Desconstruir para reconstruir: re-imaginar a amaz\u00f4nia enquanto espa\u00e7o, cultura e diversidade\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"No per\u00edodo oitocentista no Brasil, in\u00fameros cientistas, viajantes e \u201cdesbravadores\u201d se aventuraram dentro do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico a fim de catalogar, classificar e descrever aquilo que conseguiam observar nas regi\u00f5es, principalmente acerca das florestas e popula\u00e7\u00f5es nativas residentes. Com isso, surgem as propaga\u00e7\u00f5es de discursos sobre uma Amaz\u00f4nia deserta, hostil, \u00fanica e exoticamente singular, a qual [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Agazeta.net\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2024-08-07T19:05:38+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Agazeta.Net\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Agazeta.Net\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/\",\"url\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/\",\"name\":\"Desconstruir para reconstruir: re-imaginar a amaz\u00f4nia enquanto espa\u00e7o, cultura e diversidade - Agazeta.net\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-1.30.35-PM-jpeg.avif\",\"datePublished\":\"2024-08-07T19:05:38+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/#\/schema\/person\/5114e7a0d74babc0c0e588df86461aaa\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-1.30.35-PM-jpeg.avif\",\"contentUrl\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-1.30.35-PM-jpeg.avif\",\"width\":800,\"height\":400,\"caption\":\"Arte por: Ruimar Cavalcante do Carmo Junior\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Desconstruir para reconstruir: re-imaginar a amaz\u00f4nia enquanto espa\u00e7o, cultura e diversidade\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/#website\",\"url\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/\",\"name\":\"Agazeta.net\",\"description\":\"Agazeta.net - Not\u00edcias de Rio Branco\/AC\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/#\/schema\/person\/5114e7a0d74babc0c0e588df86461aaa\",\"name\":\"Agazeta.Net\",\"url\":\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/author\/agazeta\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Desconstruir para reconstruir: re-imaginar a amaz\u00f4nia enquanto espa\u00e7o, cultura e diversidade - Agazeta.net","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Desconstruir para reconstruir: re-imaginar a amaz\u00f4nia enquanto espa\u00e7o, cultura e diversidade","og_description":"No per\u00edodo oitocentista no Brasil, in\u00fameros cientistas, viajantes e \u201cdesbravadores\u201d se aventuraram dentro do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico a fim de catalogar, classificar e descrever aquilo que conseguiam observar nas regi\u00f5es, principalmente acerca das florestas e popula\u00e7\u00f5es nativas residentes. Com isso, surgem as propaga\u00e7\u00f5es de discursos sobre uma Amaz\u00f4nia deserta, hostil, \u00fanica e exoticamente singular, a qual [&hellip;]","og_url":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/","og_site_name":"Agazeta.net","article_published_time":"2024-08-07T19:05:38+00:00","author":"Agazeta.Net","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Agazeta.Net","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/","url":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/","name":"Desconstruir para reconstruir: re-imaginar a amaz\u00f4nia enquanto espa\u00e7o, cultura e diversidade - Agazeta.net","isPartOf":{"@id":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-1.30.35-PM-jpeg.avif","datePublished":"2024-08-07T19:05:38+00:00","author":{"@id":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/#\/schema\/person\/5114e7a0d74babc0c0e588df86461aaa"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/#primaryimage","url":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-1.30.35-PM-jpeg.avif","contentUrl":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-1.30.35-PM-jpeg.avif","width":800,"height":400,"caption":"Arte por: Ruimar Cavalcante do Carmo Junior"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/desconstruir-para-reconstruir-re-imaginar-a-amazonia-enquanto-espaco-cultura-e-diversidade\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Desconstruir para reconstruir: re-imaginar a amaz\u00f4nia enquanto espa\u00e7o, cultura e diversidade"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/#website","url":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/","name":"Agazeta.net","description":"Agazeta.net - Not\u00edcias de Rio Branco\/AC","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/#\/schema\/person\/5114e7a0d74babc0c0e588df86461aaa","name":"Agazeta.Net","url":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/author\/agazeta\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/137378","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=137378"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/137378\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-json\/wp\/v2\/media\/137387"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=137378"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=137378"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=137378"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}