{"id":135191,"date":"2024-07-05T08:36:00","date_gmt":"2024-07-05T13:36:00","guid":{"rendered":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/?p=135191"},"modified":"2025-09-17T10:57:12","modified_gmt":"2025-09-17T15:57:12","slug":"biqueiras-uma-reflexao-sobre-cidadania-e-mulheres-negras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/biqueiras-uma-reflexao-sobre-cidadania-e-mulheres-negras\/","title":{"rendered":"Biqueiras : uma reflex\u00e3o sobre cidadania e mulheres negras"},"content":{"rendered":"<p><!--more-->Por <strong>Joely do Rio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em pesquisa feita pelo Jornal do Acre 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o (2020), sobre moradores em situa\u00e7\u00e3o de rua, apenas em Rio Branco-AC\/Amaz\u00f4nia Sul Ocidental Brasileira, havia aproximadamente 180 pessoas utilizando as ruas como moradia; no estado do Acre, segundo o Minist\u00e9rio P\u00fablico, cerca de 800 pessoas sobreviviam em condi\u00e7\u00f5es de vulnerabilidade social, sendo a maioria composta por homens<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. Em muitos dos casos, s\u00e3o pessoas alco\u00f3latras, usu\u00e1rias de entorpecentes, imigrantes ou desempregadas que gastam a vida, muitas vezes, sem nenhuma renda econ\u00f4mica. Vivenciam desemprego, mis\u00e9ria, conflitos familiares, assassinatos, brigas; alguns pertencem ao grupo de sa\u00edda dos pres\u00eddios. Pessoas tidas como mendigas, perigosas, viciadas, bandidas e vagabundas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Homens, crian\u00e7as e idosos, em sua maioria negros, mendigam na biqueira de sem\u00e1foros, igrejas, universidades, lojas, supermercados, bancos, lot\u00e9ricas, restaurantes, rodovi\u00e1rias, pra\u00e7as, cemit\u00e9rios e\/ou lix\u00f5es, enquanto uma parte da sociedade continua no ir e vir do trabalho para suas moradias, ou para aquilo que nomeiam \u201ccasa\u201d. Quem s\u00e3o o(a)s marginalizado(a)s?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Especificamente no caso das mulheres em situa\u00e7\u00e3o de rua, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais agravante. Elas, al\u00e9m de vivenciarem casos semelhantes aos dos homens, ainda s\u00e3o v\u00edtimas de estupros, gravidez indesejada, explora\u00e7\u00e3o sexual e viol\u00eancia dom\u00e9stica, n\u00e3o apenas de seus companheiros, mas de outros homens que se encontram na mesma condi\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social. Quem s\u00e3o as maiores v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Joanas, Marias, Anas, Manoelas, Patr\u00edcias. Mulheres, em sua maioria negras, que gastam a vida em subtrabalhos para sustentar a fam\u00edlia. M\u00e3es solo, chefes de fam\u00edlia, onde muitas n\u00e3o t\u00eam uma rede de apoio familiar ou do Estado e, ainda assim, n\u00e3o deixam a peteca cair, mantidas por um resqu\u00edcio de for\u00e7a e resili\u00eancia. A exemplo desse dado, D\u00f4ra (nome fict\u00edcio), uma das trabalhadoras contratadas por uma das empresas terceirizadas que atende na Universidade Federal do Acre (Ufac).<\/p>\n<p>______________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[1] Local espec\u00edfico nas proximidades de outro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[1] Mat\u00e9ria G1. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/ac\/acre\/noticia\/2020\/07\/04\/rio-branco-tem-mais-de-180-moradores-de-rua-aponta-assistencia-social.ghtml\">https:\/\/g1.globo.com\/ac\/acre\/noticia\/2020\/07\/04\/rio-branco-tem-mais-de-180-moradores-de-rua-aponta-assistencia-social.ghtml<\/a> Acesso: 17 de junh. de 2024<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D\u00f4ra, dentre tantas trabalhadoras, uma mulher negra, no vai e vem di\u00e1rio de casa para o trabalho na Ufac, durante uma conversa informal, comentou sobre a escala que cumpre no turno de trabalho: \u201ceu entro uma da tarde e saio dez na noite. Pego \u00f4nibus, crio meus filhos sozinha\u201d. Docentes, t\u00e9cnico(a)s, aluno(a)s e pessoas pertencentes a outras categorias no vai e vem das salas, dos banheiros, dos corredores, dos quiosques, enquanto D\u00f4ra varre, passa pano e encera o ch\u00e3o, lava banheiro, recolhe lixo dos cestos. Quem s\u00e3o o(a)s vigiado(a)s?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fa\u00e7a chuva, fa\u00e7a sol, friagem ou ventania, D\u00f4ras pegam \u00f4nibus para o ir e vir de casa para o trabalho. Quantas s\u00e3o as D\u00f4ras? D\u00f4ra \u00e9 invis\u00edvel ou \u00e9 vis\u00edvel para a Ufac? Passando a vista pela nomenclatura de blocos ufaquianos, observa-se nome e sobrenome de antigos pol\u00edticos, empres\u00e1rios, \u201chomens da sociedade\u201d conhecidos desde \u00e9pocas da Ditadura. Quem s\u00e3o os vis\u00edveis na Ufac? Uma institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica, nas Amaz\u00f4nias, que forma e recebe, todos os anos, alunos e alunas da gradua\u00e7\u00e3o e da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Cursos de medicina, engenharia e direito, ocupados, em sua maioria, por pessoas brancas. Frequentada por aquele(a)s que desejam fazer atividades f\u00edsicas, para amantes de fotografias ou, simplesmente, turistas e pessoas de determinadas classes sociais que visitam as capivaras e a jardinagem, al\u00e9m de se encantarem com os pirarucus. Um espa\u00e7o rodeado por luzes que refletem, no per\u00edodo da noite, a sigla Ufac. Um quarteto de bandeiras \u2013 Brasil, Estado, Rio Branco e Ufac. N\u00e3o obstante, o chafariz luminoso que chama aten\u00e7\u00e3o de qualquer mortal desavisado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D\u00f4ras vestem cal\u00e7as jeans, camisas cor azul marinho e botas de borracha. D\u00f4ras carregam balde com produtos de limpeza, em uma das m\u00e3os e, na outra, vassoura e rodo. D\u00f4ras moram em bairros perif\u00e9ricos, amontoam-se em transportes coletivos, (sobre)vivem em um espa\u00e7o onde h\u00e1 muita coisa, talvez bem \u00edntimas para muitos de n\u00f3s: esgoto a c\u00e9u aberto, vielas, animais esquel\u00e9ticos e abandonados que disputam restos em decomposi\u00e7\u00e3o, ruas sem asfalto, escurid\u00e3o noturna, postos de sa\u00fade sem medicamentos e sem profissionais da \u00e1rea, pra\u00e7as sem manuten\u00e7\u00e3o, viol\u00eancias. Voc\u00ea conhece alguma D\u00f4ra?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim como tantas D\u00f4ras sobreviventes, racializadas, marginalizadas e exclu\u00eddas da sociedade, em condi\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias \u00e0 de cidadania, D\u00f4ra v\u00ea a vida passar e a vida passa por D\u00f4ra do jeito que pode e do jeito que d\u00e1, exposta \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o racial, social e de g\u00eanero. Quantas D\u00f4ras, Marias, Paulas, Joanas, Mercedes, Ant\u00f4nias sobrevivem nos trabalhos, nas ruas ou naquilo que nomeiam moradia \u2013 favelas, periferias, morros, viadutos, terminais urbanos, pra\u00e7as e biqueiras de setores p\u00fablicos? Quantas L\u00facias, Terezas, Raimundas, J\u00e9ssicas, Mateus, Alziras passam, diariamente, por n\u00f3s e quanto(a)s de n\u00f3s passam, diariamente, por Joaquinas, Camilas, Concei\u00e7\u00f5es, Carolinas?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste m\u00eas de julho, especificamente, o pr\u00f3ximo dia 25, data em que se comemora o dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, um momento oportuno para refletirmos e problematizarmos quem s\u00e3o as mulheres que v\u00e3o para a estat\u00edstica de feminic\u00eddio, viol\u00eancia dom\u00e9stica, pres\u00eddios. Quem s\u00e3o as mulheres que vivenciam situa\u00e7\u00f5es de alaga\u00e7\u00f5es de suas moradias, trabalhos de limpeza nas resid\u00eancias particulares, nos setores terceirizados, nos terminais urbanos, nas ruas, nas faxinas, nas cozinhas, nos sem\u00e1foros, ou ainda, aninhando crian\u00e7as, trabalhos de reciclagem, latas de lixo e pedintes nas biqueiras e sem\u00e1foros?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma data oportuna para que a sociedade se movimente e mova, cada vez mais, estruturas de poder que fingem n\u00e3o ver a desigualdade social, racial e de g\u00eanero que marca a sociedade brasileira. Uma sociedade que parece desconhecer, ou apenas \u201cfaz de conta\u201d, quem s\u00e3o os tent\u00e1culos na informalidade, nos ossos de a\u00e7ougue, nas balas perdidas, na gravidez precoce, nas cl\u00ednicas clandestinas de aborto, nas persegui\u00e7\u00f5es policiais, nas vigil\u00e2ncias de supermercados e <em>shoppings<\/em>. Portanto, me parece que, oportunizar este debate em outros espa\u00e7os, como os da Ufac e bancadas jur\u00eddicas, ao longo do ano e n\u00e3o apenas em datas espec\u00edficas, pode vir a ser uma luz no fim do t\u00fanel. Em outras palavras, op\u00e7\u00f5es de alternativas para a cria\u00e7\u00e3o\/amplia\u00e7\u00e3o de mecanismos e pol\u00edticas p\u00fablicas para o enfrentamento da discrimina\u00e7\u00e3o, do racismo e do sexismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mulheres Negras Latino-Americanas, Presente!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">__________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CARNEIRO, Sueli. <strong>Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Selo Negro, 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DAVIS, Angela. <strong>Mulheres, ra\u00e7a e classe<\/strong>. Trad. Heci Regina Candiani. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FOUCAULT, Michel. <strong>Vigiar e Punir<\/strong>: nascimento da pris\u00e3o. Tradu\u00e7\u00e3o Raquel Ramalhete. Petr\u00f3polis : Vozes, 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">HOOKS, bell, 1952 \u2013 2021. <strong>Ensinando o pensamento cr\u00edtico<\/strong>: sabedoria pr\u00e1tica. Tradu\u00e7\u00e3o Bhuvi Libanio. S\u00e3o Paulo : Elefante, 2020.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">KILOMBA, Grada, 1968. <strong>Mem\u00f3rias da planta\u00e7\u00e3o<\/strong>: epis\u00f3dios de racismo cotidiano. Tradu\u00e7\u00e3o Jess Oliveira. Rio de Janeiro : Cobog\u00f3, 2019.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mat\u00e9ria G1. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/ac\/acre\/noticia\/2020\/07\/04\/rio-branco-tem-mais-de-180-moradores-de-rua-aponta-assistencia-social.ghtml\">https:\/\/g1.globo.com\/ac\/acre\/noticia\/2020\/07\/04\/rio-branco-tem-mais-de-180-moradores-de-rua-aponta-assistencia-social.ghtml<\/a> Acesso: 17 de junh. de 2024.<\/p>\n<p>______________________<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-135200 alignleft\" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/WhatsApp-Image-2024-07-05-at-8.27.04-AM-1-300x294.webp\" alt=\"\" width=\"158\" height=\"155\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Quilombola de Pedras Negras, no Vale do Guapor\u00e9-RO. Doutoranda em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI\/Ufac). Mestrado em Hist\u00f3ria e Estudos Culturais. Licenciatura em Letras e suas respectivas Literaturas. Licenciatura em Hist\u00f3ria. Membra no Grupo de Estudo e Pesquisas Interdisciplinares Afro e Amaz\u00f4nicos (Gepiaa). Membra no N\u00facleo de Estudos Afro-Brasileiros e Ind\u00edgenas da Universidade Federal do Acre (Neabi\/Ufac). Membra no Grupo de Estudos e Pesquisas Culturalidades e Historicidades Africanas e da Di\u00e1spora Negra (Chade). Membra na Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Literatura Comparada (Abralic). Representante do Movimento Negro na Comiss\u00e3o Permanente de Heteroidentifica\u00e7\u00e3o (Neabi\/Ufac).<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por Joely do Rio Em pesquisa feita pelo Jornal do Acre 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o (2020), sobre moradores em situa\u00e7\u00e3o de rua, apenas em Rio Branco-AC\/Amaz\u00f4nia Sul Ocidental Brasileira, havia aproximadamente 180 pessoas utilizando as ruas como moradia; no estado do Acre, segundo o Minist\u00e9rio P\u00fablico, cerca de 800 pessoas sobreviviam em condi\u00e7\u00f5es de vulnerabilidade social, sendo [...]","protected":false},"author":4,"featured_media":135201,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"source_name":"","source_url":"","via_name":"","via_url":"","override_template":"0","override":[{"template":"custom","single_blog_custom":"110746","parallax":"1","fullscreen":"1","layout":"right-sidebar","sidebar":"default-sidebar","second_sidebar":"default-sidebar","sticky_sidebar":"1","share_position":"top","share_float_style":"share-monocrhome","show_share_counter":"1","show_view_counter":"1","show_featured":"1","show_post_meta":"1","show_post_author":"1","show_post_author_image":"1","show_post_date":"1","post_date_format":"default","post_date_format_custom":"Y\/m\/d","show_post_category":"1","show_post_reading_time":"0","post_reading_time_wpm":"300","show_zoom_button":"0","zoom_button_out_step":"2","zoom_button_in_step":"3","show_post_tag":"1","show_prev_next_post":"1","show_popup_post":"1","number_popup_post":"1","show_author_box":"0","show_post_related":"1","show_inline_post_related":"0"}],"override_image_size":"0","image_override":[{"single_post_thumbnail_size":"crop-500","single_post_gallery_size":"crop-500"}],"trending_post":"0","trending_post_position":"meta","trending_post_label":"Trending","sponsored_post":"0","sponsored_post_label":"Sponsored by","sponsored_post_name":"","sponsored_post_url":"","sponsored_post_logo_enable":"0","sponsored_post_logo":"","sponsored_post_desc":"","disable_ad":"0"},"jnews_primary_category":{"id":"","hide":""},"jnews_social_meta":{"fb_title":"","fb_description":"","fb_image":"","twitter_title":"","twitter_description":"","twitter_image":""},"jnews_review":[],"enable_review":"0","type":"percentage","name":"","summary":"","brand":"","sku":"","good":[{"good_text":""}],"bad":[{"bad_text":""}],"score_override":"0","override_value":"","rating":[{"rating_text":"","rating_number":"10"}],"price":[{"shop":"","price":"","link":"","icon":""}],"footnotes":""},"categories":[199],"tags":[],"class_list":["post-135191","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-antirracismo-em-pauta"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.5 - 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