{"id":133376,"date":"2024-06-05T12:44:13","date_gmt":"2024-06-05T17:44:13","guid":{"rendered":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/?p=133376"},"modified":"2024-06-05T12:44:13","modified_gmt":"2024-06-05T17:44:13","slug":"caminhos-do-sagrado-e-os-candombles-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/caminhos-do-sagrado-e-os-candombles-do-brasil\/","title":{"rendered":"Caminhos do sagrado e os candombl\u00e9\u2019s do Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Por\u00a0<strong>Luciney Ara\u00fajo Leit\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>N\u00e3o h\u00e1 como qualificar o Candombl\u00e9 como uma\u00a0religi\u00e3o, sem conhecer as Na\u00e7\u00f5es\u00a0que unidas, o transformam em uma s\u00f3 cren\u00e7a. Aceitando a diversidade e individualidade em cada culto, sem sobrepor a uma delas a refer\u00eancia como progenitora do Candombl\u00e9. \u00c9 justamente a diversidade que faz do Candombl\u00e9 essa religi\u00e3o rica e \u00fanica.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>\u00a0(Ritos da \u00c1frica)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Candombl\u00e9 de na\u00e7\u00e3o como cultura religiosa africana, chegou no Brasil atrav\u00e9s do conhecimento de sacerdotes escravizados do al\u00e9m \u00c1frica e para c\u00e1 trouxeram seus \u00d3rixas, Voduns e Inkisses, entre 1532 e 1888, expandido e sincretizando com outras cren\u00e7as ind\u00edgenas, utilizando-se das formas de f\u00e9 popular e de sincretismo como forma de alian\u00e7as e resist\u00eancias. A Soci\u00f3loga Ivete Miranda Pravatelli<sup>1<\/sup>, descreve que <em>o candombl\u00e9 se organizou em torno de na\u00e7\u00f5es que se originaram principalmente dos grupos sudaneses que chegaram ao Brasil atrav\u00e9s da di\u00e1spora africana.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Edson Carneiro<sup>2<\/sup>, aponta que as primeiras na\u00e7\u00f5es de Candombl\u00e9 surgiram no Brasil e especificamente na Bahia, datam do s\u00e9culo XIX, e fora fundada por sacerdotes oriundos do continente africano \u2013 bantos, jejes e nag\u00f4s \u2013 , na qual ensinaram ritos, tradi\u00e7\u00f5es formas de doutrina\u00e7\u00e3o do corpo e da cabe\u00e7a, principal morada de uma divindade, formando novas comunidades que viviam em torno de uma nova religi\u00e3o, descrevendo certos tra\u00e7os da cultura, particularidade de dan\u00e7a, m\u00fasica, de canto, de organiza\u00e7\u00e3o de festa que os identificavam com a regi\u00e3o de origem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os escritos de Luiz Nicolau Par\u00e9s <sup>3<\/sup>, abordam a exist\u00eancia de calunduns na Bahia em meados do s\u00e9culo XVIII, que em um primeiro momento foram identificados como meios de designar atividades religiosas de v\u00e1rias \u00edndoles e de origem africana, forma religiosa essa que agregava negros daomeanos e negros oriundos do continente africano; e que mais tarde serviram como liturgia para a diferencia\u00e7\u00e3o das formas de culto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Candombl\u00e9 ganha visibilidade somente a partir do s\u00e9culo XIX na Bahia. Em S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Bras\u00edlia, por\u00e9m, at\u00e9 meados do s\u00e9culo XX, os cultos afro-brasileiros permaneceram \u00e0s escondidas. No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, enquanto os cultos africanos tradicionais eram preservados em seus nascedouros brasileiros, uma nova religi\u00e3o se formava no Rio de Janeiro, a Umbanda, s\u00edntese dos antigos Candombl\u00e9s Bantos e de caboclo transplantados da Bahia para o Rio de Janeiro, na passagem do s\u00e9culo XIX para o XX, com o espiritismo kardecista, chegado da Fran\u00e7a no final do s\u00e9culo XIX. Rapidamente disseminada por todo o Brasil, a Umbanda prometia ser a \u00fanica grande religi\u00e3o afro-brasileira destinada a se impor como universal e presente em todo o Pa\u00eds<sup>4<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eram religi\u00f5es de preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio \u00e9tnico dos descendentes dos antigos escravos. Assim foram conhecidas e analisadas por Roger Bastide<sup>5<\/sup> que, entretanto, j\u00e1 observava a presen\u00e7a de brancos no Candombl\u00e9 no final da d\u00e9cada de 1940, antecipando a transforma\u00e7\u00e3o do Candombl\u00e9 e suas diversas ramifica\u00e7\u00f5es em religi\u00f5es de car\u00e1ter universal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A literatura sobre o Candombl\u00e9 vai ganhar visibilidade no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, quando em 1906, Nina Rodrigues escreveu e publicou no ano de 1913 o livro <em>Os Africanos no Brasil<\/em>. Anos mais tarde, Arthur Ramos<sup>6<\/sup> e Edson Carneiro tamb\u00e9m vieram a estudar a cultura afro-brasileira na cidade de Salvador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na d\u00e9cada de 1950, Roger Bastide, escreve sobre candombl\u00e9s da Bahia dando um enfoque maior aos candombl\u00e9s de Ketu, com isso, n\u00e3o d\u00e1 um enfoque mais aprofundado sobre o Candombl\u00e9 de na\u00e7\u00e3o Angola, deixando uma imensa lacuna sobre a estrutura\u00e7\u00e3o desses candombl\u00e9s. Essa lacuna que vem refletindo nos dias atuais, pois os pioneiros em estudos de religi\u00f5es de matriz-africana n\u00e3o deram uma aten\u00e7\u00e3o para a religi\u00e3o dos povos Bantos, que a maioria dos trabalhos que surgiram p\u00f3s a primeira metade do s\u00e9culo XX continuaram na mesma linha dando \u00eanfase aos candombl\u00e9s de Ketu deixando esquecida por muitas vezes os candombl\u00e9s de na\u00e7\u00e3o como Angola e Jej\u00ea<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com isso, podemos perceber que os principais estudos etnogr\u00e1ficos sobre Candombl\u00e9, em sua maioria foi direcionada para o Candombl\u00e9 de Ketu, esse objeto de estudo foi totalmente direcionado as tr\u00eas casas de culto da Bahia e direcionadas para preencherem os dados necess\u00e1rios de pureza africana e que em se diferenciavam com denomina\u00e7\u00f5es religiosas de outras na\u00e7\u00f5es. Esses estudos contribu\u00edram para um certo apagamento liter\u00e1rio e at\u00e9 mesmo contribu\u00edram na invisibilidade das outras manifesta\u00e7\u00f5es religiosas de outras na\u00e7\u00f5es como Angola, Jej\u00ea, Terec\u00f4, Efon, culto aos Caboclos, Boiadeiros, Encantados, Tambor de Mina, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Antrop\u00f3loga Stafenia Capone<sup>7<\/sup>, descreve a exist\u00eancia de um hiato ao se falar dos diferentes candombl\u00e9s, \u00e9 tida atrav\u00e9s de um conceito que classifica como puro, os ritos herdados de uma linhagem tradicional Nag\u00f4 e como degenerados, as formas de cultos demais na\u00e7\u00f5es espalhadas pelo Brasil, refor\u00e7ando que a leitura do Candombl\u00e9 no Brasil se dava a partir de\u00a0 pesquisas etnogr\u00e1ficas que realizadas em tr\u00eas terreiros na Bahia (Il\u00e9 \u00c0\u1e63\u1eb9 \u00ccy\u00e1 Nas\u00f2 \u1eccka,- tradicionalmente conhecido como Casa Grande do Engenho Velho, o Il\u00ea Ax\u00e9 Op\u00f4 Afonj\u00e1 e o Il\u00ea Iy\u00e1 Omi Ax\u00e9 Yamass\u00ea &#8211; A Sociedade S\u00e3o Jorge do Gantois, e se via neles a encarna\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o africana no Brasil, e cita a ramifica\u00e7\u00e3o da religi\u00e3o para outros centros do pa\u00eds mais com diferentes nomes como \u00e9 o caso do Xang\u00f4 de Pernambuco, o Batuque praticado no Rio Grande do Sul, o Tambor de Mina e o Terec\u00f4 do estado do Maranh\u00e3o, os Culto a Jurema Sagrada na Amaz\u00f4nia, a Mina do Par\u00e1 e a Macumba carioca, refor\u00e7ando a ideia da exist\u00eancia de um continuo religioso das diversas modalidades de culto de matriz africana existentes no Brasil, suas diferentes formas de sincretismo e combina\u00e7\u00f5es dos elementos desse <em>continuum<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse sentido, para compreender as especificidades das diferentes formas de culto preservados nas diversas na\u00e7\u00f5es cultuados em nosso pa\u00eds, \u00e9 necess\u00e1rio compreender as diversas formas lit\u00fargicas, de divindades, de dan\u00e7as, ritos, cerim\u00f4nias e mist\u00e9rios que preservam um imagin\u00e1rio m\u00edstico e o elemento central da manuten\u00e7\u00e3o da religi\u00e3o e seus segredos das diferentes formas de candombl\u00e9s no Brasil e suas mais diversas formas de resist\u00eancia.<\/p>\n<p>__________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[1] PREVITALLI, Ivete Miranda. <strong>Candombl\u00e9<\/strong>: Agora \u00e9 Angola<em>.<\/em> Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado defendida ao Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sociologia do Departamento de Ci\u00eancias Sociais da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo, PUC-SP, 163 f. 2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[2] CARNEIRO, \u00c9dson: <strong>Religi\u00f5es Negras, Negros Bantos<\/strong><em>.<\/em> Editora: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 3\u00b0 Edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro, 1971.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[3] PAR\u00c9S Luis Nicolau. <strong>A forma\u00e7\u00e3o do Candombl\u00e9<\/strong>: hist\u00f3ria e ritual da na\u00e7\u00e3o jeje na Bahia \/ Luis Nicolau Par\u00e9s. \u2013 \u2013 Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[4] CAMARGO, Candido Proc\u00f3pio Ferreira de. <strong>Kardecismo e Umbanda<\/strong>: Uma Interpreta\u00e7\u00e3o Sociol\u00f3gica. S\u00e3o Paulo; Editora e Livraria Pioneira, 1961.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[5] BASTIDE, Roger. <strong>O candombl\u00e9 da Bahia<\/strong>: rito nag\u00f4<em>.<\/em> Tradu\u00e7\u00e3o de Maria Isaura Pereira de Queiroz. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 1960.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[6] RAMOS, Arthur. <strong>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Antropologia Brasileira<\/strong>. Obras Complementas 1\u00b0 Volume 3\u00b0 Ed, Editora da Casa do Estudante do Brasil. Rio de Janeiro, 1961.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[7] CAPONE, Stefania. <strong>A Busca da \u00c1frica no Candombl\u00e9<\/strong>: Tradi\u00e7\u00e3o e Poder no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Pallas e Contra-Capa, 2004.<\/p>\n<p>_________<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-133377 \" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/coluna-jpg.webp\" alt=\"\" width=\"164\" height=\"146\" srcset=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/coluna-jpg.webp 481w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/coluna-300x267.webp 300w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Luciney Ara\u00fajo Leit\u00e3o &#8211; Ney. \u00c9 Professor de Sociologia EBTT no &#8211; CAp\/UFAC, Membro N\u00facleo de Estudos Afro-brasileiro e Ind\u00edgena (Neabi\/Ufac), pesquisador membro do Observat\u00f3rio da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Ci\u00eancias Sociais (On-Abecs) e Pesquisador vinculado ao Laborat\u00f3rio de Estudos em Popula\u00e7\u00f5es Negligenciadas da Amaz\u00f4nia &#8211; LEPONA da Centro Universit\u00e1rio S\u00e3o Lucas Educacional em Porto Velho\/RO,<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por\u00a0Luciney Ara\u00fajo Leit\u00e3o N\u00e3o h\u00e1 como qualificar o Candombl\u00e9 como uma\u00a0religi\u00e3o, sem conhecer as Na\u00e7\u00f5es\u00a0que unidas, o transformam em uma s\u00f3 cren\u00e7a. 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