{"id":131186,"date":"2024-04-23T16:55:30","date_gmt":"2024-04-23T21:55:30","guid":{"rendered":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/?p=131186"},"modified":"2024-04-23T16:55:30","modified_gmt":"2024-04-23T21:55:30","slug":"estavamos-antes-estivemos-durante-continuaremos-estando-povos-indigenas-e-suas-re-existencias-aqui-neste-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/estavamos-antes-estivemos-durante-continuaremos-estando-povos-indigenas-e-suas-re-existencias-aqui-neste-brasil\/","title":{"rendered":"Est\u00e1vamos antes; estivemos durante; continuaremos estando: povos ind\u00edgenas e suas re-exist\u00eancias aqui neste Brasil!"},"content":{"rendered":"<p>Por <strong>Eduardo Silveira Netto Nunes<\/strong> e <strong>Liliane Ara\u00fajo Maia Puyanawa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>\u201cQuando pensamos na possibilidade de um tempo al\u00e9m deste, estamos sonhando com um mundo onde n\u00f3s, humanos, teremos que estar reconfigurados para poder circular. Vamos ter de produzir outros corpos, outros afetos, sonhar outros sonhos, para sermos acolhidos por esse mundo e podermos habitar\u201d<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Ailton Krenak<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">A vida n\u00e3o \u00e9 \u00fatil. (2020, p. 47)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos grandes esfor\u00e7os empreendidos pelo pa\u00eds Brasil, desde sua funda\u00e7\u00e3o em 1822, foi o de explorar, inviabilizar, invisibilizar, desaparecer, exterminar e acabar com os povos ind\u00edgenas, seus modos de viver e suas rela\u00e7\u00f5es com o sagrado. Tamb\u00e9m parte desse esfor\u00e7o foi o de fazer desaparecer elementos identit\u00e1rios, de coes\u00e3o e de reprodu\u00e7\u00e3o desses povos. Antes do pa\u00eds Brasil, tamb\u00e9m o imp\u00e9rio colonial Portugu\u00eas atuou de modo intenso para explorar, exterminar e fazer a acultura\u00e7\u00e3o dos milhares de povos ind\u00edgenas presentes nesse territ\u00f3rio hoje conhecido como brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Brasil \u201cBrasil\u201d e o \u201cBrasil Portugu\u00eas\u201d, a despeito da sua intensa e cont\u00ednua viol\u00eancia, tonalizada e suavizada em dado momento por institui\u00e7\u00f5es como Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao \u00cdndio (SPI) extinta em 1967, como a Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio (FUNAI), renomeada de Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas, n\u00e3o lograram de todo o \u00eaxito ambicionado, qual seja, converter o pa\u00eds em um territ\u00f3rio sem os povos ind\u00edgenas!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Importante lembrar que as iniciativas em exterminar os povos ind\u00edgenas, seja por a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o do Estado Brasileiro, n\u00e3o estiveram restritos ao passado distante, ao tempo das caravelas, ou ainda ao tempo da Ditadura civil-militar-empresarial, em geral, observados com esc\u00e2ndalo pela quantidade de maldades e arbitrariedades levadas a termo, tamb\u00e9m em tempos recentes, entre 2018 e 2022, sob o governo de reacion\u00e1rios, anti-ind\u00edgenas, colonialistas e que flertavam com o fascismo, como o conduzido por figuras mal\u00e9volas como um certo ex-capit\u00e3o, in\u00fameras a\u00e7\u00f5es buscaram colaborar com a odiosa obra de converter o Brasil em um pa\u00eds sem ind\u00edgenas!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, a despeito dessa cont\u00ednua tentativa de acabar com os ind\u00edgenas, os diferentes povos resistiram, resistem e resistir\u00e3o! Desde o per\u00edodo colonial, de norte a sul do territ\u00f3rio, os povos ind\u00edgenas desenvolveram estrat\u00e9gias, pr\u00e1ticas e iniciativas que buscavam impor limites, condicionar alian\u00e7as, avaliar, dentro das condi\u00e7\u00f5es, qual caminho seguir, opor-se \u00e0 intentos de domina\u00e7\u00e3o e aniquilamento, lutar para garantir territ\u00f3rios, direitos e a vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No presente, express\u00f5es dessa re-exist\u00eancia acabam reverberando de diversas maneiras: o aumento de pessoas autodeclaradas ind\u00edgenas; a demarca\u00e7\u00e3o de terras ind\u00edgenas; a consolida\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es e pautas pol\u00edticas advinda dos povos ind\u00edgenas, por eles mesmos,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Observando dados dos Censos Populacionais do Instituto Brasileiro de Estat\u00edstica (IBGE), desde 1991, \u00e9 poss\u00edvel perceber que em 1991 294 mil pessoas se autodeclararam ind\u00edgenas, enquanto que, em 2022, 1,7 milh\u00f5es se autodeclararam como pertencente a alguma etnia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Censo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1991 &#8211; 294 mil<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2000 &#8211; 734 mil<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2010 &#8211; 900 mil<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2022 &#8211; 1,7 milh\u00f5es<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se autodeclarar ind\u00edgena, inevitavelmente \u00e9 fruto de pelo menos essas circunst\u00e2ncias: a reafirma\u00e7\u00e3o e reconstru\u00e7\u00e3o das identidades dos diferentes povos; e, o reconhecimento de que ser e se fazer ind\u00edgena expressa um lugar pol\u00edtico leg\u00edtimo no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O incremento de territ\u00f3rios declarados ind\u00edgenas (homologados, o que quer dizer, efetivamente reconhecidos como Territ\u00f3rio Ind\u00edgena) que, de 1985 a 2024, totalizam um total de 477 homologa\u00e7\u00f5es e regulariza\u00e7\u00f5es (segundo a FUNAI), sendo que, a afirma\u00e7\u00e3o dos mesmos acaba viabilizando a constru\u00e7\u00e3o de projetos de presente, passado e futuro, nos mesmos, at\u00e9 porque, \u00e0 diferen\u00e7a da mentalidade ocidentalizada que coisifica a terra como um bem de valor monet\u00e1rio, uma mercadoria, para os povos ind\u00edgenas, o territ\u00f3rio \u00e9 suporte para v\u00ednculos profundos da ancestralidade com o presente, tendo profunda dimens\u00e3o espiritual e de sobreviv\u00eancia. Ainda nesse tema, existem 259 territ\u00f3rios em processo de an\u00e1lise e outros 490 (segundo a FUNAI) com medidas reivindicativas para abertura de processo de demarca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A organiza\u00e7\u00e3o da luta e re-exist\u00eancia dos povos ind\u00edgenas est\u00e1 cada vez mais estruturada, convergindo em pautas e alian\u00e7as entre povos e entidades que potencializam a concretiza\u00e7\u00e3o e visibilidade das reivindica\u00e7\u00f5es, das den\u00fancias, das articula\u00e7\u00f5es e das vit\u00f3rias. Atrav\u00e9s das entidades, os diferentes povos falam e exigem em voz pr\u00f3pria, sem demandar intermedi\u00e1rios, afirmando suas autonomias e identidades coletivas. Entre elas, destacam-se a Articula\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Brasil (APIB), a Coordena\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia Brasileira (COIAB), a APOINME: Articula\u00e7\u00e3o dos Povos\u00a0 e Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas do Nordeste, Minas Gerais e Espirito Santo, Hutukara \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Yanomami. Uma das iniciativas mais representativas da converg\u00eancia dessas lutas est\u00e1 expressa na organiza\u00e7\u00e3o anual do Acampamento Terra Livre (ATL), dentro do chamado Abril Ind\u00edgena, em Bras\u00edlia, que atualiza anualmente, as lutas e pautas ind\u00edgenas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No ano de 2024 celebra a sua 20\u00b0 edi\u00e7\u00e3o desde a sua primeira edi\u00e7\u00e3o em 2004 que foram realizadas as principais reivindica\u00e7\u00f5es: prioriza\u00e7\u00e3o a demarca\u00e7\u00e3o de terras, cria\u00e7\u00e3o do Conselho Superior de Pol\u00edtica Indigenista, contra as invas\u00f5es territoriais e viol\u00eancia contra os ind\u00edgenas al\u00e9m de assegurar a participa\u00e7\u00e3o dos povos na discuss\u00e3o das pol\u00edticas que lhes dizem respeito. Ap\u00f3s longos per\u00edodos de resist\u00eancia, os povos ind\u00edgenas, mesmo ap\u00f3s a promulga\u00e7\u00e3o da constitui\u00e7\u00e3o brasileira de 1988, que possui dois artigos que lhes dizem respeito (231 &#8211; 232) ainda n\u00e3o atendeu a necessidade dos povos ind\u00edgena do Brasil. O tema do Acampamento Terra Livre de 2024 \u201cNosso Marco \u00e9 ancestral, sempre estivemos aqui\u201d remete aos atuais problemas enfrentados pelos povos ind\u00edgenas como o Marco Temporal. O Acampamento Terra Livre inaugurou um marco hist\u00f3rico para o movimento ind\u00edgena no Brasil demonstrando que mesmo com Leis, decretos, invas\u00f5es, viola\u00e7\u00f5es, os ind\u00edgenas n\u00e3o aceitam pacificamente essas mudan\u00e7as e resistem de todas as formas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra express\u00e3o do caminhar na conforma\u00e7\u00e3o de uma Brasil aldeado, se d\u00e1 atrav\u00e9s dos processos de educa\u00e7\u00e3o ind\u00edgena e intercultural, de um lado, e do acesso ao ensino superior, ainda predominantemente eurocentrado e colonizado, de outro lado. No caso da educa\u00e7\u00e3o superior foi significativo o aumento das matr\u00edculas de pessoas declaradas ind\u00edgenas, resultado das pol\u00edticas de cotas na Universidade e do incremento da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. Em 2000, eram 4400 alun@s ind\u00edgenas; em 2010, 11.300; em 2016, 49 mil; 2021, 46 mil (Dados Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o). N\u00fameros que, se bem verdade, s\u00e3o importantes, representaram, em 2021, apenas 0,5% do total de alun@s do ensino superior (segundo o Instituto Semesp). No Acre chama a aten\u00e7\u00e3o por ser aquele com o menor percentual do pa\u00eds quanto ao percentual de estudantes ind\u00edgenas na Universidade, pois representam apenas 0,22% das matr\u00edculas, sendo que o estado \u00e9 o quarto maior em termos de popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena comparada com a geral, pois essa popula\u00e7\u00e3o representa 3,82% do total no estado (IBGE). No Acre, mesmo sendo um estado com menor percentual de alunos ind\u00edgenas na universidade, ainda sim alunos ind\u00edgenas est\u00e3o conseguindo ingressar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ah, e o 19 de abril, e a tradicional \u201csemana do \u00edndio\u201d (se ao menos chamasse de semana dos ind\u00edgenas!) nas escolas? Sim, claro! N\u00e3o podemos esquecer! Anualmente, nesse dia e semana, projeta-se alguma visibilidade para as causas e lutas dos povos ind\u00edgenas, povos estes que nos restantes 364 dias do ano e desde 1500 re-existem na luta para serem quem s\u00e3o, como querem ser e para n\u00e3o desaparecer!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eles est\u00e3o, apesar de todas as nefastas iniciativas destru\u00ed-los, aqui, e continuar\u00e3o nesta casa que \u00e9 a casa comum!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dia 19 de abril se aproxima e \u00e9 o segundo ano na qual se comemora \u201cDia dos Povos Ind\u00edgenas\u201d e n\u00e3o mais \u201cdia do \u00edndio\u201d , mudan\u00e7a que veio atrav\u00e9s do projeto de lei 5466\/19\u00a0 da deputada Jo\u00eania Wapichana, atual presidente da Funai. Segundo Jo\u00eania Wapichana &#8220;O prop\u00f3sito \u00e9 reconhecer o direito desses povos de, mantendo e fortalecendo suas identidades, l\u00ednguas e religi\u00f5es, assumir tanto o controle de suas pr\u00f3prias institui\u00e7\u00f5es e formas de vida quanto de seu desenvolvimento econ\u00f4mico&#8221;. Vale destacar que por muito tempo o termo \u00edndio foi utilizado de forma pejorativa e no atual momento utilizar \u201c\u00edndigena, etnia, povos\u201d \u00e9 respeito a diversidade \u00e9tnica existente entre os povos ind\u00edgenas do Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dia 19 de abril n\u00e3o \u00e9 apenas uma data para representar a figura do ind\u00edgena na sociedade, mas um momento de reeducar, ensinar e compartilhar saberes, refletir sobre como podemos contribuir para uma sociedade mais respeitosa diante da diversidade \u00e9tnica existente nesse imenso Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desse modo, a import\u00e2ncia da Lei 11.645 para o reconhecimento e valoriza\u00e7\u00e3o da diversidade \u00e9tnica-cultural no Brasil na qual inclui a lei no curr\u00edculo escolar, abordando a tem\u00e1tica nas atividades pedag\u00f3gicas, al\u00e9m de contribuir para o combate ao racismo e preconceito, promovendo uma educa\u00e7\u00e3o mais inclusiva, valoriza a hist\u00f3ria e cultura ind\u00edgena e afro-brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por: Eduardo Silveira Netto Nunes. Pesquisador do N\u00facleo de Estudos Afro-Brasileiros e Ind\u00edgenas da Universidade Federal do Acre (UFAC). Docente de Hist\u00f3ria da Am\u00e9rica\/CFCH-UFAC e dos Programas de Mestrado Profissional em Ensino de Hist\u00f3ria e do Mestrado em Educa\u00e7\u00e3o, ambos na UFAC. Doutor em Hist\u00f3ria Social (<a href=\"mailto:eduardo.nunes@ufac.br\">eduardo.nunes@ufac.br<\/a>)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Liliane Ara\u00fajo Maia Puyanawa. Formada em Hist\u00f3ria Bacharelado &#8211; UFAC. Graduanda no curso de especializa\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnicos raciais Afro-Brasileira e Ind\u00edgena. (<a href=\"mailto:liliane.maia@sou.ufac.br\">liliane.maia@sou.ufac.br<\/a>)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para saber mais:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ailton Krenak. A vida n\u00e3o \u00e9 \u00fatil. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2020.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Articula\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Brasil (APIB) : <a href=\"https:\/\/apiboficial.org\/\">https:\/\/apiboficial.org\/<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/apiboficial\/\">https:\/\/www.instagram.com\/apiboficial\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Coordena\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia Brasileira (COIAB): <a href=\"https:\/\/coiab.org.br\/\">https:\/\/coiab.org.br\/<\/a> e\u00a0 <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/coiabamazonia\/\">https:\/\/www.instagram.com\/coiabamazonia\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Articula\u00e7\u00e3o dos Povos\u00a0 e Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas do Nordeste, Minas Gerais e Esp\u00edrito Santo (APOINME): <a href=\"https:\/\/apoinme.org\/\">https:\/\/apoinme.org\/<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/apoinme_brasil\/\">https:\/\/www.instagram.com\/apoinme_brasil\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Articula\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas da Regi\u00e3o Sul (ARPINSUL) <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/arpinsuloficial\/\">https:\/\/www.instagram.com\/arpinsuloficial\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hutukara \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Yanomami: <a href=\"http:\/\/www.hutukara.org\/\">http:\/\/www.hutukara.org\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Associa\u00e7\u00e3o Terra Ind\u00edgena Xingu (ATIX): <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/atixxingu\">https:\/\/www.facebook.com\/atixxingu<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre a centena de organiza\u00e7\u00f5es dos diferentes povos ind\u00edgenas no territ\u00f3rio brasileiro, consultar: <a href=\"https:\/\/pib.socioambiental.org\/pt\/Organiza%C3%A7%C3%B5es_ind%C3%ADgenas\">https:\/\/pib.socioambiental.org\/pt\/Organiza%C3%A7%C3%B5es_ind%C3%ADgenas<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre a demarca\u00e7\u00e3o das terras ind\u00edgenas, consultar: Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas &#8211; <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/funai\/pt-br\/atuacao\/terras-indigenas\">https:\/\/www.gov.br\/funai\/pt-br\/atuacao\/terras-indigenas<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre nova lei do dia dos povos ind\u00edgenas: <a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/896465-nova-lei-denomina-o-19-de-abril-como-dia-dos-povos-indigenas-em-substituicao-a-dia-do-indio\/\">https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/896465-nova-lei-denomina-o-19-de-abril-como-dia-dos-povos-indigenas-em-substituicao-a-dia-do-indio\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Eduardo Silveira Netto Nunes e Liliane Ara\u00fajo Maia Puyanawa \u201cQuando pensamos na possibilidade de um tempo al\u00e9m deste, estamos sonhando com um mundo onde n\u00f3s, humanos, teremos que estar reconfigurados para poder circular. 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