{"id":125654,"date":"2024-01-20T15:51:34","date_gmt":"2024-01-20T20:51:34","guid":{"rendered":"https:\/\/abarevegan.com.br\/?p=125654"},"modified":"2024-01-20T15:51:34","modified_gmt":"2024-01-20T20:51:34","slug":"queenship-o-poder-das-mulheres-medievais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/queenship-o-poder-das-mulheres-medievais\/","title":{"rendered":"\u201cQueenship\u201d: o poder das mulheres medievais"},"content":{"rendered":"<p>Por <strong>Lucas Santos Nobre<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando pensamos no per\u00edodo medieval somos jogados em cen\u00e1rios de grandes batalhas, homens trajados em armaduras, montados a cavalos e portando espadas mortais. Tamb\u00e9m imaginamos conflitos pol\u00edticos, disputas de poder em cortes reais, assim como a grande influ\u00eancia da igreja e religi\u00e3o. Muito desse nosso imagin\u00e1rio vem dos conte\u00fados midi\u00e1ticos, como filmes e series que representam esse per\u00edodo de forma fantasiosa e por vezes pejorativas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas algo que \u00e9 comum nessas representa\u00e7\u00f5es \u00e9 a centraliza\u00e7\u00e3o do homem como portador do poder, aquele escolhido de forma quase que divina, e que a tudo lhe pertence. Um exemplo disso \u00e9 o mito do Rei Arthur, aquele que foi escolhido magicamente por um poder divino e, portanto, o \u00fanico que poderia guiar o povo e o reino. Enquanto o papel da mulher \u00e9 relegado a imagem de bruxa, como Morgana irm\u00e3 de Arthur, ou da mulher que trai, no caso Guinevere mulher do rei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Buscando mudar essa vis\u00e3o preconceituosa do papel da mulher no medievo, historiadores passaram a olhar para o que de fato essas figuras representavam. Nessa busca passou-se a distinguir essas mulheres de grande poder com o termo \u201c<em>Queenship\u201d<\/em>, mulheres amadas por seus s\u00faditos, possuidoras de influ\u00eancia pol\u00edtica e econ\u00f4mica, e as vezes at\u00e9 mesmo canonizadas como santas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste sentido, necessita compreender o conceito de \u201c<em>Queenship<\/em>\u201d a partir dos escritos da historiadora Danielle de Oliveira dos Santos-Silva<sup>1<\/sup> como parte de uma cr\u00edtica da \u201chist\u00f3ria [&#8230;] contada pelos homens, sobre os reis, seu governo, seus conselheiros, e suas realiza\u00e7\u00f5es [&#8230;] velhos livros de hist\u00f3ria descrevem fam\u00edlias sem mulheres\u201d<sup>2<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Partindo do questionamento, que papel assumiu a mulher nos tempos do medievo? Passamos ter ideia de como a hist\u00f3ria viril medieva sugestiona a pensar nas aus\u00eancias e silenciamentos de mulheres medievais, inferiorizadas pelo poder real sem influ\u00eancia e submissa ao poder do corpo feminino pelo homem. Pensamentos estes que cada vez mais vem perdendo espa\u00e7o frente aos estudos das Rainhas medievais e ao empoderamento historicamente constituindo sob a perspectiva da analise do conceito de <em>\u201cQueenship\u201d<\/em>, embora, ainda esteja diretamente ligado ao <em>Kingship<\/em>, o poder do Rei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir das ideias levantas podemos discutir algumas quest\u00f5es: os reis por serem possuidores de direitos divinos, era natural o poder sobre seus s\u00faditos, mas o que afirmar em rela\u00e7\u00e3o as rainhas? Quais eram suas fun\u00e7\u00f5es? Qual a dimens\u00e3o dos seus poderes? Estas apontam para a possibilidade de tr\u00eas resultados: 1) o poder emanado pelo rei medieval, em algum n\u00edvel, poderia ser compartilhado pela rainhas;\u00a0 2) Para al\u00e9m do c\u00e1rceres da beleza como figura carism\u00e1tica para estabelecer uma pol\u00edtica de articula\u00e7\u00e3o do reino como esposa\/m\u00e3e ou com s\u00faditos, bem como, as fun\u00e7\u00f5es da rainha de conselheira e, acender ao poder advindo da aus\u00eancia ou morte do rei, a exemplo do t\u00edtulo de Rainha regente<sup>1<\/sup> e, ainda, 3) entrever a dimens\u00e3o pol\u00edtico-econ\u00f4mica do empoderamento da mulher no exerc\u00edcio do reinado de uma potentada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os registros hist\u00f3ricos da Idade M\u00e9dia, permite perceber nas experi\u00eancias de vidas de mulheres que exerceram poder nas cortes europeias, in\u00fameras rainhas como figura central de poder. Entre os t\u00edtulos que a historiografia situou estas mulheres podemos citar: rainha consorte, rainha regente ou rainha M\u00e3e esta \u00faltima, esperando o seu filho atingir a idade para assumir o reinado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dito isto, podemos pensar que as rainhas ao assumir uma autoridade governamental, estavam intrinsecamente ligadas as fun\u00e7\u00f5es pol\u00edticas do reino, seja para estabelecer v\u00ednculos entre o Rei e seus s\u00faditos ao estabelecimento de alian\u00e7as atrav\u00e9s de acordos entre reinos<sup>1<\/sup>. E como excel\u00eancia, embora manifestadamente represente uma submiss\u00e3o ao imp\u00e9rio, o dom\u00ednio do \u201ccorpo\u201d pelo poder temos na concep\u00e7\u00e3o de (in)fertilidade para reino da mulher-rainha ser a respons\u00e1vel pela continuidade ou, n\u00e3o, da linhagem e dinastia como unidade geradora do \u201cherdeiro real\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso implica pensar que a continuidade din\u00e1stica dependeria da (in)fertilidade da mulher que em alguns contexto era entendido como um problema social uma vez em que afetava \u201ctodo\u201d o reino, resultando em crises pol\u00edticas e sociais, e assim amea\u00e7ando a posi\u00e7\u00e3o de poder da Rainha. Segundo a historiadora Daniela Santos, nos casos de infertilidade, \u201cse esta \u201cfalha\u201d levaria ou n\u00e3o o rei a querer o div\u00f3rcio [\u2026], dependeria de uma s\u00e9rie de fatores tais como a rela\u00e7\u00e3o de afinidade entre o rei e a rainha, a influ\u00eancia e import\u00e2ncia da fam\u00edlia dela e seu peso nas alian\u00e7as do reino\u201d<sup>1<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, podemos destacar que o poder de uma rainha poderia ir al\u00e9m da autoridade oficial, estando ligada a influ\u00eancia informal, se constituindo em outros atributos, como a intelig\u00eancia, a personalidade, o carisma, as conex\u00f5es familiares e a sua fortuna pessoal, s\u00e3o elementos considerados em diversos n\u00edveis pelos estudos do \u201c<em>Queenship\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, a Idade M\u00e9dia embora seja um per\u00edodo da hist\u00f3ria carregado de preconceitos vindos da heran\u00e7a intelectual desde da renascen\u00e7a, que justificava o ideario mental do iluminismo como contraposi\u00e7\u00e3o a chamada \u201cidade das trevas\u201d que representava o medievo. Urge, o rompimento deste pensamento ruidosos do mundo medieval e, enquanto historiadores\/as desenvolver uma sensibilidade no \u201colhar\u201d para materializar, na perspectiva de Marc Bloch<sup>3<\/sup> uma hist\u00f3ria que pensa homens e mulheres no tempo e, assim, tomar o conceito de \u201c<em>Queenship<\/em>\u201d, como uma forma reinterpretar as hist\u00f3rias das mulheres medievais no processo de empoderamento feminino numa era de rainhas poderosas de uma sociedade dominada pelo tecido da acep\u00e7\u00e3o de \u201cvirilidade\u201d<sup>4<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">____<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[1] SANTOS-SILVA. Danielle de Oliveira dos. Queenship: considera\u00e7\u00f5es sobre um conceito. In: ANTUNES, Aline Ferreira. \u00a0<strong>Hist\u00f3ria<\/strong>: sujeitos, teorias e temporalidades. Ponta Grossa \u2013 PR: Atena, 2021.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[2] EARENFIGHT, Theresa. <strong>Queenship in Medieval Europe<\/strong>. New York: Palgrave MacMillan, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[3] BLOCH, Marc. <strong>Apologia da Hist\u00f3ria ou o of\u00edcio de historiador<\/strong>. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[4] BEAUVOIR, Simone de.\u00a0 <strong>O segundo sexo<\/strong> &#8211; 1. Fatos e mitos. 4\u00aa Edi\u00e7\u00e3o. Difus\u00e3o europ\u00e9ia do livro. S\u00e3o Paulo-SP, 1970.<\/p>\n<p>____<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-125655  alignleft\" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/autor.jpg\" alt=\"\" width=\"131\" height=\"131\" srcset=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/autor.jpg 712w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/autor-300x300.jpg 300w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/autor-150x150.jpg 150w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/autor-75x75.jpg 75w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/autor-350x350.jpg 350w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/autor-400x400.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 131px) 100vw, 131px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Lucas Santos Nobre \u2013 Licenciando em Hist\u00f3ria pela Universidade Federal do Acre \u2013 Ufac. Orientando, grupo de pesquisa Pibid Hist\u00f3ria\/Capes, 2023-2024. E-mail: <a href=\"mailto:lucasnobre1508@gmail.com\">lucasnobre1508@gmail.com<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Lucas Santos Nobre Quando pensamos no per\u00edodo medieval somos jogados em cen\u00e1rios de grandes batalhas, homens trajados em armaduras, montados a cavalos e portando espadas mortais. Tamb\u00e9m imaginamos conflitos pol\u00edticos, disputas de poder em cortes reais, assim como a grande influ\u00eancia da igreja e religi\u00e3o. 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