{"id":123219,"date":"2023-12-06T15:02:23","date_gmt":"2023-12-06T20:02:23","guid":{"rendered":"https:\/\/abarevegan.com.br\/?p=123219"},"modified":"2023-12-06T15:02:23","modified_gmt":"2023-12-06T20:02:23","slug":"nao-existe-racismo-no-brasil-2-negrs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/nao-existe-racismo-no-brasil-2-negrs\/","title":{"rendered":"N\u00e3o existe racismo no Brasil? (2 &#8211; Negr@s)"},"content":{"rendered":"<p>Por<strong> Eduardo Silveira Netto Nunes<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\u201cO colonialismo n\u00e3o deixou de afirmar que o negro \u00e9 um selvagem\u201d<br \/>\nFrantz Fanon<br \/>\nOs condenados da terra, (2010, p. 245)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u00c9 comum ainda escutarmos que n\u00e3o existe racismo no Brasil!<\/em><br \/>\n<em>Que n\u00e3o existiu e nem existe conflito racial no pa\u00eds.<\/em><br \/>\n<em>Que o Brasil \u00e9 uma grande democracia racial fruto do encontro entre tr\u00eas ra\u00e7as &#8211; ind\u00edgena, negra (africana), branca (europeia)- e que vivemos em harmonia.<\/em><br \/>\n<em>Que somos mesti\u00e7os e mesti\u00e7as e nossa mesti\u00e7agem sobrepassa qualquer outra vari\u00e1vel racializante.<\/em><br \/>\n<em>Que esse encontro entre ra\u00e7as sem conflitos, nos fez um povo feliz, festivo, alegre.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se voc\u00ea concorda com essas afirma\u00e7\u00f5es e outras tantas semelhantes, convido que continue a leitura, pois quero conversar com voc\u00ea!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como bem sabemos, o homo sapiens sapiens, do qual todos e todas somos parte, teve seu aparecimento no continente africano ao redor de 200 mil anos atr\u00e1s, o que nos faz a todos e todas filhos e filhas, pelo menos remotamente, de \u00c1frica. Se bem \u00e9 verdade ser equivocado dizer que a \u00c1frica \u00e9 um continente apenas povoado por popula\u00e7\u00e3o negra, tendo em vista a diversidade \u00e9tnico-racial historicamente presente no seu territ\u00f3rio, \u00e9 correto dizer que no imagin\u00e1rio comum e nas representa\u00e7\u00f5es que os pa\u00edses ocidentais criaram para o continente, \u00c1frica \u00e9 \u00c1frica negra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De outra parte, isto que hoje conhecemos como Brasil, habitado h\u00e1 milhares de anos pelos povos origin\u00e1rios, come\u00e7ou a ser invadido e ocupado, paulatinamente, pelos colonizadores europeus desde 1500. Assim como o Brasil, o continente americano, incluindo o atual territ\u00f3rio dos Estados Unidos, passaram por processos semelhantes, combinando invas\u00e3o e ocupa\u00e7\u00e3o por portugueses, espanh\u00f3is, holandeses, ingleses\/brit\u00e2nicos, franceses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os europeus colonizadores e invasores na busca por extrair riquezas do continente americano acabaram por inventar diferentes express\u00f5es daquilo que pode ser chamado como empreendimento ou empresa colonial. Essas empresas coloniais desenvolveram diferentes estrat\u00e9gias para, violentamente, produzir riqueza. A produ\u00e7\u00e3o da riqueza colonial demandava uso intensivo de m\u00e3o de obra em condi\u00e7\u00f5es de explora\u00e7\u00e3o intensa e desumanizadora, e \u00e9 aqui que os povos africanos passaram a fazer parte da hist\u00f3ria do atual Brasil e dos demais pa\u00edses do continente americano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde 1514 at\u00e9 1866, ao redor de doze milh\u00f5es de pessoas (12.521.337, segundo a base de dados Slave Voyages) foram for\u00e7osamente convertidas em escravizadas, provenientes da \u00c1frica negra (\u00c1frica subsaariana) e submetidas \u00e0 migra\u00e7\u00e3o for\u00e7ada para o continente americano, configurando um movimento diasp\u00f3rico extremamente cruel e diretamente relacionado com a cria\u00e7\u00e3o do sistema mundo capitalista na qual essa massa humana, autoritariamente subalternizada e explorada, foi inserida (Mbembe, 2018).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A brutal coloca\u00e7\u00e3o dos seres humanos submetidos \u00e0 escraviza\u00e7\u00e3o, provenientes da \u00c1frica, e de seus descendentes afro-americanos, que, em larga medida, continuavam vivenciando essa mesma submiss\u00e3o for\u00e7ada, implicou tamb\u00e9m a formula\u00e7\u00e3o pelos opressores brancos de rela\u00e7\u00f5es hierarquizadas para com esses sujeitos. A hierarquiza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais pelos colonizadores europeus nessas sociedades americanas (Brasil, Estados Unidos, Col\u00f4mbia etc.) implicou na constru\u00e7\u00e3o inventiva de novas hierarquias, hoje chamadas de \u00e9tnico-raciais, para dar conta de legitimar e justificar privil\u00e9gios dos brancos, e a subalterniza\u00e7\u00e3o das pessoas africanas e seus descendentes na Am\u00e9rica, seja sob a condi\u00e7\u00e3o de livres ou submetidas \u00e0 escraviza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se a designa\u00e7\u00e3o na linguagem colonizada, para o caso do Brasil escravista, de termos como \u201cpreto\u201d, \u201cmina\u201d, \u201cnegro\u201d, \u201ccrioulo\u201d, \u201ccabra\u201d, \u201cpardo\u201d, \u201cmulato\u201d nem sempre presumia a condi\u00e7\u00e3o de escravizado, para brancos, da elite ou n\u00e3o, reconhecer as pessoas como n\u00e3o brancas reafirmava o seu sentimento de superioridade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas africanas ou afrodescendentes. Antes da exist\u00eancia do racismo como ideologia e pr\u00e1tica hierarquizante das rela\u00e7\u00f5es sociais, a discrimina\u00e7\u00e3o pretendia atribuir e atribu\u00eda aos identificados como n\u00e3o brancos pap\u00e9is subalternizados e inferiorizados na vida social, naturalizando as viol\u00eancias, os abusos, a explora\u00e7\u00e3o e a desumaniza\u00e7\u00e3o sofrida por essas pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com as din\u00e2micas que levaram ao fim da escraviza\u00e7\u00e3o no continente americano ao longo do s\u00e9culo XIX, chegando ao seu fim no Brasil, formalmente, em 1888, com a lei \u00c1urea, brancos organizaram, pouco a pouco, nova diretriz simb\u00f3lica com implica\u00e7\u00f5es na vida concreta dos n\u00e3o brancos, o racismo e, ent\u00e3o, a nova hierarquia racial, na qual brancos, europeus ocidentais e deles descendentes, ou a eles assemelhados, passavam a ocupar o topo racial da civiliza\u00e7\u00e3o e os demais povos, em especial, africanos e afrodescendentes, a base racial, sendo vistos de modo animalizados e incivilizados. A inven\u00e7\u00e3o do racismo e a atribui\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas inferiorizadas aos povos africanos e afrodescendentes teve suporte em te\u00f3ricos e ide\u00f3logos racistas e em sociedades atravessadas por privil\u00e9gios fru\u00eddos pelos brancos e que manuseavam preconceitos e se beneficiavam da iniquidade, da injusti\u00e7a, da desumaniza\u00e7\u00e3o, da explora\u00e7\u00e3o, da segrega\u00e7\u00e3o e da viol\u00eancia constru\u00edda em sociedades racializadas e racistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O racismo foi sendo \u00fatil para brancos pois permitia a eles regularem e manterem as desigualdades, as arbitrariedades e a reprodu\u00e7\u00e3o das din\u00e2micas de explora\u00e7\u00e3o e subordina\u00e7\u00e3o de contingentes significativos da popula\u00e7\u00e3o, fosse escravizada ou livre. No Brasil o racismo teve express\u00f5es diversas, legais, institucionais, pol\u00edticas, econ\u00f4micas e demogr\u00e1ficas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1850, com a Lei de Terras, por exemplo, praticamente se declarava guerra aos quilombos e posseiros negros, livres ou n\u00e3o, pois tornava a presen\u00e7a deles em seus territ\u00f3rios uma ilegalidade. Situa\u00e7\u00e3o que come\u00e7ou a ser revertida com maior expressividade apenas com o reconhecimento das terras quilombolas, quase um s\u00e9culo e meio depois, na Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, sendo que sua efetiva demarca\u00e7\u00e3o ainda em est\u00e1 em curso. Hoje temos cerca de 207 terras quilombolas tituladas e\u00a0\u00a0 outros 1.807 processos aguardando aprecia\u00e7\u00e3o, configurando, ainda, a reprodu\u00e7\u00e3o da estrutura racista nas quest\u00f5es fundi\u00e1rias no pa\u00eds (IBGE, 2019 e 2023) (Mapa 1). Territ\u00f3rios conquistados com muita resist\u00eancia, luta e re-exist\u00eancia que ainda s\u00e3o atravessados por tens\u00f5es e amea\u00e7as como revela anualmente os relat\u00f3rios \u201cConflitos no Campo\u201d (Quadro 2) (CPT, 2022).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O C\u00f3digo Penal Brasileiro, de 1891, como que tamb\u00e9m buscava impor uma resposta racista violenta e restritiva a todos os corpos negros, agora livres do jugo da escraviza\u00e7\u00e3o. O esp\u00edrito do c\u00f3digo foi de criminalizar a pobreza e facilitar a restri\u00e7\u00e3o de liberdade e o encarceramento das pessoas que n\u00e3o se enquadrassem nos par\u00e2metros desejados pelas elites brancas. O envio de pessoas para col\u00f4nias correcionais, pris\u00f5es, casas de corre\u00e7\u00e3o foi o in\u00edcio de uma longa hist\u00f3ria da racializa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas repressivas e de encarceramento em massa de pessoas negras e que hoje se cristaliza em n\u00fameros absurdos de 68,2%, cerca de 440 mil pessoas de um total de 826.740 mil, da popula\u00e7\u00e3o vinculada ao sistema carcer\u00e1rio brasileiro, ser negra (BRAND\u00c3O; LAGRECA, 2022, p. 309).<\/p>\n<figure id=\"attachment_123222\" aria-describedby=\"caption-attachment-123222\" style=\"width: 379px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-123222 \" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/foto1.png\" alt=\"\" width=\"379\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/foto1.png 464w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/foto1-280x300.png 280w\" sizes=\"(max-width: 379px) 100vw, 379px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-123222\" class=\"wp-caption-text\">Presen\u00e7a de territ\u00f3rios quilombolas, Brasil, 2019\/Mapa: IBGE<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_123223\" aria-describedby=\"caption-attachment-123223\" style=\"width: 480px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-123223 \" src=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/foto2.png\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"328\" srcset=\"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/foto2.png 652w, https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/foto2-300x205.png 300w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-123223\" class=\"wp-caption-text\">Conflitos no Campo, Brasil, 2022\/Imagem: Comiss\u00e3o Pastoral da Terra<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">O racismo demogr\u00e1fico se traduziu, entre outros, pelas pol\u00edticas racistas levadas a termo pelo Estado brasileiro desde 1880, aproximadamente, de branqueamento populacional pelo est\u00edmulo e facilita\u00e7\u00e3o de imigra\u00e7\u00e3o para o pa\u00eds do que se consideravam ra\u00e7as civilizadas, em especial, da Europa ocidental, e restri\u00e7\u00e3o quando n\u00e3o veda\u00e7\u00e3o de imigra\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es de origem africana. Se em mais de trezentos anos do ingresso for\u00e7ado de cerca de 4 milh\u00f5es de pessoas africanas escravizadas aportaram no Brasil, com as pol\u00edticas de branqueamento entre 1884 e 1933, chegaram nos portos brasileiros: 1,4 milh\u00e3o de Italianos; 1,2 milh\u00e3o de Portugueses; 600 mil de Espanh\u00f3is; 130 mil de Alem\u00e3es (IBGE, s.d). Essa pol\u00edtica racista acabou implicando em uma mudan\u00e7a na configura\u00e7\u00e3o da \u201ccor\u201d predominante dos brasileiros: enquanto em 1890, t\u00ednhamos 8 milh\u00f5es de negros, e 6 milh\u00f5es de brancos, em 1940, 26 milh\u00f5es eram brancos e 14 milh\u00f5es eram negros (IBGE, s.d).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O racismo econ\u00f4mico foi sendo expresso ao longo da hist\u00f3ria, iniciando pela explora\u00e7\u00e3o desumanizadora imposta pela escraviza\u00e7\u00e3o e inser\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra em trabalhos bra\u00e7ais, pesados e desqualificados, geralmente com baix\u00edssima remunera\u00e7\u00e3o. A continuidade desse racismo tem express\u00e3o ainda hoje: * \u201c56,1% da popula\u00e7\u00e3o em idade de trabalhar, os negros ocupam apenas 33,7% dos cargos de dire\u00e7\u00e3o e ger\u00eancia\u201d; * \u201cEntre os desocupados, 65,1% s\u00e3o negros\u201d; * \u201cnegros ganham 39,2% menos do que os n\u00e3o negros, em m\u00e9dia\u201d (Fonte: Dieese, 2023). Como parte do capitalismo, o racismo nutre e alimenta a iniquidade e a desigualdade, desde sempre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O racismo pol\u00edtico foi tendo tradu\u00e7\u00e3o com a exclus\u00e3o da cidadania por s\u00e9culos da popula\u00e7\u00e3o negra, e quando passou a ser pass\u00edvel de ser cidad\u00e3 de maneira mais ampla, a ordem pol\u00edtica renovou a pr\u00e1tica de fazer a proscri\u00e7\u00e3o racial de negr@s da esfera pol\u00edtica com cria\u00e7\u00e3o de barreiras diretas (renda, propriedades, escolariza\u00e7\u00e3o) ou indiretas (institui\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias dominada por homens brancos e por elites econ\u00f4micas). Considerando os dados atuais do Brasil, Senadores, apenas 25% s\u00e3o negros; Deputados Federais, apenas 26,32%; Deputados Estaduais, apenas 32,84 s\u00e3o negros; Prefeitos, 32 % s\u00e3o negros; Vereadores, 44% s\u00e3o negros (Leite, 2022, p. 99).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A convers\u00e3o de pessoas em negros dentro das ideologias racistas, ao longo da Hist\u00f3ria patrocinou e construiu rela\u00e7\u00f5es sociais fundadas na desigualdade, na discrimina\u00e7\u00e3o, no preconceito, dentro do racismo ser uma pessoa negra \u00e9 suportar um estigma e uma condi\u00e7\u00e3o contra a qual \u00e9 indispens\u00e1vel lutar, resistir, re-existir, transformar, suplantar e materializar uma sociedade antirracista! No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, o afro estadunidense W.E.B Du Bois, denunciava que o principal problema a ser superado nos Estados Unidos era o \u201cproblema do racismo\u201d (Du Bois, 1999).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Parafraseando Silvio Almeida, conscientes de que o \u201cracismo \u00e9 parte da estrutura social\u201d, que foi forjada ao longo de mais de cinco s\u00e9culos, silenciar diante dele nos torna \u00e9tica e politicamente respons\u00e1veis pela sua manuten\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o! A mudan\u00e7a depende, antes de tudo, da ado\u00e7\u00e3o de posturas, a\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas antirracistas (Almeida, 1999, p. 52)!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O racismo aos quais as pessoas negras foram e continuam sendo submetidas impede-nos de afirmar que n\u00e3o existe racismo no Brasil; impede-nos de dizer que o Brasil foi, em algum tempo, uma \u201cdemocracia racial\u201d; impede-nos de afirmar que somos frutos de \u201ctr\u00eas ra\u00e7as\u201d. O racismo que atravessa as rela\u00e7\u00f5es sociais e de poder exige de cada um de n\u00f3s o combate para que possamos, um dia, quem sabe, dizer: n\u00e3o existe racismo no Brasil!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, enquanto o racismo continuar a atravessar o nosso dia a dia e estiver entrela\u00e7ado nas estruturas que constituem nossa realidade, necessitamos construir rela\u00e7\u00f5es antirracistas em favor da igualdade racial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por: Eduardo Silveira Netto Nunes. <\/strong>Pesquisador do NEABI-UFAC. Docente de Hist\u00f3ria\/CFCH-UFAC. Doutor em Hist\u00f3ria Social (<a href=\"mailto:eduardo.nunes@ufac.br\">eduardo.nunes@ufac.br)<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">____________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Imagem principal: Coaliz\u00e3o Negra por Direitos. Capa do site<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/comracismonaohademocracia.org.br\/\">https:\/\/comracismonaohademocracia.org.br\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Slave Voyages \u2013 Portal com informa\u00e7\u00f5es sobre as migra\u00e7\u00f5es for\u00e7adas de pessoas escravizadas para o continente americano: <a href=\"https:\/\/www.slavevoyages.org\/\">https:\/\/www.slavevoyages.org\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ALMEIDA, S\u00edlvio. Racismo estrutural. S\u00e3o Paulo: P\u00f3len, 1999.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BRAND\u00c3O, Juliana. LAGRECA, Amanda. O delito de ser negro \u2013 atravessamentos do racismo estrutural no sistema prisional brasileiro. In: F\u00d3RUM BRASILEIRO DE SEGURAN\u00c7A P\u00daBLICA. 17\u00ba Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica. S\u00e3o Paulo: F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, p. 308-319, 2023. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/forumseguranca.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/anuario-2023.pdf\">https:\/\/forumseguranca.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/anuario-2023.pdf<\/a> Acesso em: 29\/11\/2023<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Comiss\u00e3o Pastoral da Terra. Conflitos no Campo Brasil 2022. Goi\u00e2nia-GO: Centro de Documenta\u00e7\u00e3o Dom Tom\u00e1s Balduino, CPT, 2022. Dispon\u00edvel em:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.cptnacional.org.br\/downlods?task=download.send&amp;id=14302&amp;catid=41&amp;m=0\">https:\/\/www.cptnacional.org.br\/downlods?task=download.send&amp;id=14302&amp;catid=41&amp;m=0<\/a> Acesso em 29\/11\/2023<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DU BOIS, W.E.B. As Almas da Gente Negra. Tradu\u00e7\u00e3o de Heloisa Toller Gomes. Rio de Janeiro: Lacerda, 1999.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DIEESE. As dificuldades da popula\u00e7\u00e3o negra no mercado de trabalho. S\u00e3o Paulo: Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (DIEESE), 2023. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.dieese.org.br\/boletimespecial\/2023\/conscienciaNegra2023.html\">https:\/\/www.dieese.org.br\/boletimespecial\/2023\/conscienciaNegra2023.html<\/a> Acesso em 01\/12\/2023<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fanon, Frantz. Os condenados da terra. Juiz de Fora, MG: Ed.UFJF, 2010;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IBGE. Mapa de localidades quilombolas estimadas por munic\u00edpios em 2019. Documento digital. Governo Federal, Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica. 2019. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/dadosgeociencias.ibge.gov.br\/portal\/apps\/sites\/#\/quilombolas\">https:\/\/dadosgeociencias.ibge.gov.br\/portal\/apps\/sites\/#\/quilombolas<\/a> Acesso em 29\/11\/2023;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IBGE. Processos abertos para titula\u00e7\u00e3o de terras quilombolas, 2023. Documento digital. Governo Federal, Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica. 2019. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/incra\/pt-br\/assuntos\/governanca-fundiaria\/processos_regularizacao_abertos_29.11.23.pdf\">https:\/\/www.gov.br\/incra\/pt-br\/assuntos\/governanca-fundiaria\/processos_regularizacao_abertos_29.11.23.pdf<\/a> Acesso em 01\/12\/2023;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IBGE.\u00a0 Estat\u00edsticas do povoamento. Evolu\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o\/cor. S.d. Dispon\u00edveis: <a href=\"https:\/\/brasil500anos.ibge.gov.br\/estatisticas-do-povoamento\/evolucao-da-populacao-cor.html\">https:\/\/brasil500anos.ibge.gov.br\/estatisticas-do-povoamento\/evolucao-da-populacao-cor.html<\/a> Acesso em 01\/12\/2023;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IBGE.\u00a0 Estat\u00edsticas do povoamento. Imigra\u00e7\u00e3o por nacionalidade (1884\/1933). S.d. Dispon\u00edveis: <a href=\"https:\/\/brasil500anos.ibge.gov.br\/estatisticas-do-povoamento\/imigracao-por-nacionalidade-1884-1933.html\">https:\/\/brasil500anos.ibge.gov.br\/estatisticas-do-povoamento\/imigracao-por-nacionalidade-1884-1933.html<\/a> Acesso em 01\/12\/2023;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leite, Geraldo. Racismo estrutural e representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Agenda brasileira, Ano 3, n. 5, 2022, p. p. 86-105. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/bd.camara.leg.br\/bd\/bitstream\/handle\/bdcamara\/40973\/racismo_politica_leite.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y\">https:\/\/bd.camara.leg.br\/bd\/bitstream\/handle\/bdcamara\/40973\/racismo_politica_leite.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y<\/a> Acesso em 01\/12\/2023<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mbembe, Achille. Cr\u00edtica da Raz\u00e3o Negra. S\u00e3o Paulo: n-1 edi\u00e7\u00f5es, 2018.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Eduardo Silveira Netto Nunes \u201cO colonialismo n\u00e3o deixou de afirmar que o negro \u00e9 um selvagem\u201d Frantz Fanon Os condenados da terra, (2010, p. 245) \u00c9 comum ainda escutarmos que n\u00e3o existe racismo no Brasil! Que n\u00e3o existiu e nem existe conflito racial no pa\u00eds. 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