{"id":11978,"date":"2014-12-10T20:48:17","date_gmt":"2014-12-10T20:48:17","guid":{"rendered":"https:\/\/abarevegan.com.br\/index.php\/2014\/12\/10\/159-mil-acrianos-tem-pelo-menos-uma-doenca-cronica\/"},"modified":"2014-12-10T20:48:17","modified_gmt":"2014-12-10T20:48:17","slug":"159-mil-acrianos-tem-pelo-menos-uma-doenca-cronica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/159-mil-acrianos-tem-pelo-menos-uma-doenca-cronica\/","title":{"rendered":"159 mil acrianos t\u00eam pelo menos uma doen\u00e7a cr\u00f4nica"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais de 33% da popula\u00e7\u00e3o adulta do Distrito Federal (DF), o equivalente a 159,3 mil pessoas, possui pelo menos uma doen\u00e7a cr\u00f4nica n\u00e3o transmiss\u00edvel (DCNT), segundo dados in\u00e9ditos da Pesquisa Nacional de Sa\u00fade (PNS).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O levantamento, realizado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), revela que essas enfermidades atingem principalmente o sexo feminino (34,4%) \u2013 s\u00e3o 86,2 mil mulheres e 73 mil homens (31,9%) portadores de enfermidades cr\u00f4nicas. No Brasil, o \u00edndice atinge cerca de 40% da popula\u00e7\u00e3o, o equivalente a 57,4 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As doen\u00e7as cr\u00f4nicas n\u00e3o transmiss\u00edveis s\u00e3o respons\u00e1veis por mais de 72% das causas de mortes no Brasil. A hipertens\u00e3o arterial, o diabetes, a doen\u00e7a cr\u00f4nica de coluna, o colesterol (principal fator de risco para as cardiovasculares) e a depress\u00e3o s\u00e3o as que apresentam maior preval\u00eancia no pa\u00eds. A exist\u00eancia dessas doen\u00e7as est\u00e1 associada a fatores de risco como tabagismo, consumo abusivo de \u00e1lcool, excesso de peso, n\u00edveis elevados de colesterol, baixo consumo de frutas e verduras e sedentarismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEssa pesquisa traz o retrato atual da sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o. Temos de trabalhar de forma intersetorial para reverter esse quadro, incentivando a pr\u00e1tica de exerc\u00edcios f\u00edsicos e outras medidas voltadas a um estilo de vida mais saud\u00e1vel. As equipes de Sa\u00fade da Fam\u00edlia t\u00eam tido uma atua\u00e7\u00e3o importante nessa \u00e1rea, com a realiza\u00e7\u00e3o de grupos de caminhada e de dan\u00e7a, e muitas cidades tem valorizado as ciclovias, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Temos de romper esse h\u00e1bito de sentar na frente da televis\u00e3o e chamar a aten\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o sobre o sedentarismo. O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, agora, tem um desafio ainda maior com o Mais Especialidades, direcionando o nosso olhar aos dados da PNS\u201d, destacou o ministro da Sa\u00fade, Arthur Chioro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estudo classificou ainda a presen\u00e7a das doen\u00e7as cr\u00f4nicas por regi\u00e3o, mostrando que o Sul e o Sudeste obtiveram os maiores \u00edndices \u2013 com 47,7% e 39,8%, respectivamente. Em n\u00fameros absolutos, isso significa 10,3 milh\u00f5es de habitantes do Sul e 25,4 milh\u00f5es do Sudeste. O Centro-oeste \u00e9 a terceira regi\u00e3o com maior preval\u00eancia \u2013 4 milh\u00f5es de pessoas (37,5%), seguido do Nordeste e o Norte, com 36,3% e 32% dos habitantes \u2013 sendo 14 milh\u00f5es de nordestinos e 3,4 milh\u00f5es dos que vivem na regi\u00e3o Norte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em todas as regi\u00f5es as mulheres tiveram maior preval\u00eancia quando comparadas aos homens. Isso ocorre pelo fato delas procurarem atendimento em sa\u00fade de forma espont\u00e2nea com mais frequ\u00eancia do que os homens, facilitando assim o diagn\u00f3stico de alguma poss\u00edvel doen\u00e7a cr\u00f4nica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Realizada entre agosto de 2013 a fevereiro de 2014, a PNS tem como objetivo servir de base para que o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade possa tra\u00e7ar suas pol\u00edticas p\u00fablicas para os pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante o levantamento, foram entrevistados 63 mil adultos em domic\u00edlio, escolhidos por meio de sorteio entre os moradores da resid\u00eancia para responder ao question\u00e1rio. Essa \u00e9 a primeira parte da pesquisa; uma segunda fase trar\u00e1 informa\u00e7\u00f5es resultadas dos exames de sangue, urina e aferi\u00e7\u00e3o da press\u00e3o arterial dos brasileiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hipertens\u00e3o e Diabetes \u2013 Doen\u00e7as cr\u00f4nicas de grande magnitude, sendo tamb\u00e9m as mais graves, a hipertens\u00e3o e o diabetes foram alvo de profunda investiga\u00e7\u00e3o da PNS. A pesquisa revelou que a hipertens\u00e3o atinge 77 mil pessoas acima de 18 anos em Acre, o que corresponde a 16,1% da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Importante fator de risco para o desenvolvimento de doen\u00e7as cardiovasculares, a doen\u00e7a aparece mais no sexo feminino, com preval\u00eancia em 19,3% das mulheres e 12,6% dos homens no estado. No Brasil, a hipertens\u00e3o atinge 31,3 milh\u00f5es de adultos, o que corresponde a 21,4% da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A propor\u00e7\u00e3o de hipertensos no pa\u00eds aumenta com o passar da idade. Entre os jovens, de 18 a 29 anos, o \u00edndice \u00e9 de apenas 2,8%; dentre as pessoas de 30 a 59 anos \u00e9 de 20,6%, passando para 44,4% entre 60 e 64 anos, 52,7% entre 65 e 74 anos e 55% entre as pessoas com 75 anos ou mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 visto como um fator de prote\u00e7\u00e3o. A PNS revela que 31% das pessoas sem instru\u00e7\u00e3o ou com fundamental incompleto afirmaram ter a doen\u00e7a. A propor\u00e7\u00e3o se reduz quanto maior a escolaridade \u2013 caindo para 16,7% entre os com ensino fundamental. No entanto, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas com superior completo o \u00edndice \u00e9 de 18,2%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O levantamento mostra tamb\u00e9m que o acompanhamento da Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica tem sido fundamental para reduzir os desfechos mais graves da doen\u00e7a. De acordo com a PNS, 69,7% dos hipertensos receberam assist\u00eancia m\u00e9dica no \u00faltimo ano, sendo que 45,9% foram tratados em uma Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade (UBS).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Destes, 56,4% afirmaram que o m\u00e9dico que os atendeu na \u00faltima consulta era o mesmo das anteriores e outros 92% afirmaram que conseguiram realizar todos os exames complementares. J\u00e1 87% dos pacientes foram encaminhados para consulta com m\u00e9dico especialista e conseguiram o atendimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro importante dado apontado pela PNS \u00e9 a obten\u00e7\u00e3o do medicamento para o tratamento. No Brasil, 35,9% afirmaram obter pelo menos um medicamento para hipertens\u00e3o por meio do Programa Farm\u00e1cia Popular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, 91,1% receberam recomenda\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas para reduzir a ingest\u00e3o de sal; 87,4% para a realiza\u00e7\u00e3o de acompanhamento regular; 88,4% para a manuten\u00e7\u00e3o de uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e 84,7% para a manuten\u00e7\u00e3o do peso adequado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Sudeste \u00e9 a regi\u00e3o com maior preval\u00eancia da hipertens\u00e3o arterial (23,3%), seguida pelo Sul e o Centro-Oeste, com 22,9% e 21,2%. Nordeste e Norte t\u00eam as menores preval\u00eancias, registrando \u00edndices de 19,4% e 14,5% da popula\u00e7\u00e3o. Somente 3% dos entrevistados afirmaram nunca terem aferido a press\u00e3o arterial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 o diabetes, transtorno metab\u00f3lico causado pela eleva\u00e7\u00e3o da glicose no sangue, atinge 16 mil pessoas do Acre \u2013 o que corresponde a 3,3% da popula\u00e7\u00e3o adulta local. As mulheres (3,8%), mais uma vez, apresentaram maior propor\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a do que os homens (2,7%) \u2013 10 mil contra 6 mil habitantes. Em todo o Brasil, 9 milh\u00f5es de brasileiros \u2013 o que corresponde a 6,2% da popula\u00e7\u00e3o adulta \u2013 possuem a doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim como no caso da hipertens\u00e3o, no Brasil, quanto maior a faixa et\u00e1ria maior a preval\u00eancia do diabetes: 0,6% entre 18 a 29 anos; 5% de 30 a 59 anos; 14,5% entre 60 e 64 anos e 19,9% entre 65 e 74 anos. Para aqueles que tinham 75 anos ou mais de idade, o percentual foi de 19,6%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 escolaridade, percebe-se que no pa\u00eds as pessoas sem instru\u00e7\u00e3o e com fundamental incompleto apresentaram maior predomin\u00e2ncia do diabetes (9,6%). J\u00e1 as com superior completo apresentaram apenas 4,2% de preval\u00eancia. O Sudeste \u00e9 a regi\u00e3o com a maior propor\u00e7\u00e3o de diagn\u00f3sticos m\u00e9dicos (7,1%), com 4,5 milh\u00f5es de habitantes diab\u00e9ticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Centro-Oeste aparece em segundo lugar (6,5%), com 696 mil pessoas, seguido pelo Sul &#8211; com 1,3 milh\u00e3o de doentes (6,2%). Nordeste e Norte s\u00e3o as regi\u00f5es com menor preval\u00eancia \u2013 2 milh\u00f5es de nordestinos (5,4%) e 464 mil habitantes do Norte (4,3%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dados nacionais sobre o atendimento mostram, por exemplo, que a Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade (UBS) tamb\u00e9m foi o principal local mencionado pelos entrevistados com diabetes que receberam assist\u00eancia m\u00e9dica nos \u00faltimos 12 meses \u2013 47% da popula\u00e7\u00e3o com a doen\u00e7a, ou seja, 3,7 milh\u00f5es de pessoas foram atendidas na Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Destes, 65,2% dos portadores da enfermidade questionados foram atendidos pelo mesmo m\u00e9dico, 95,3% conseguiram fazer todos os exames solicitados e 83,3% foram consultados com especialistas ap\u00f3s encaminhamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando se trata das complica\u00e7\u00f5es de sa\u00fade mais comuns, entre os que disseram ter a doen\u00e7a \u2013 tanto para os com mais ou menos de 10 anos de diagn\u00f3stico \u2013 destacam-se problemas de vista, os circulat\u00f3rios e nos rins.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Problema Cr\u00f4nico de Coluna e Colesterol chamam a aten\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Pesquisa Nacional de Sa\u00fade traz, pela primeira vez, o percentual de brasileiros que afirmam ter um diagn\u00f3stico m\u00e9dico de problema cr\u00f4nico de coluna. Atualmente, 84 mil adultos s\u00e3o acometidos pela doen\u00e7a no Acre, o que corresponde a 17,5% da popula\u00e7\u00e3o. Os problemas lombares s\u00e3o os mais comuns e a preval\u00eancia tamb\u00e9m \u00e9 maior entre as mulheres (18,1%), contra 17% dos homens. Atualmente, 27 milh\u00f5es de adultos no pa\u00eds s\u00e3o acometidos pela doen\u00e7a, o que corresponde a 18,5% da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em todo pa\u00eds, a doen\u00e7a cr\u00f4nica de coluna est\u00e1 diretamente ligada ao avan\u00e7ar da idade, atingindo 8,7% dos jovens de 18 a 29 anos, indicador que aumenta para 26,6% das pessoas acima de 60 anos ou mais. No grupo com mais de 65 anos as propor\u00e7\u00f5es s\u00e3o ainda maiores, atingindo 28,9% deles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um destaque levantado pela PNS est\u00e1 no fato de que 53,6% das pessoas que dizem ter a doen\u00e7a garantiram fazer tratamento. A maioria, 40% desse grupo, fez refer\u00eancia ao uso de medicamentos ou inje\u00e7\u00e3o, enquanto outros 18,9% praticam exerc\u00edcio f\u00edsico ou fazem fisioterapia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao contr\u00e1rio das demais doen\u00e7as cr\u00f4nicas alvo da pesquisa, essa foi a \u00fanica em que a preval\u00eancia foi menor na \u00e1rea urbana do que na rural \u2013 com percentuais de 18% e 21,3%, respectivamente. As propor\u00e7\u00f5es para Norte, Sudeste e Centro-Oeste, est\u00e3o no mesmo patamar, com preval\u00eancia de 16,9%. O Nordeste apresentou preval\u00eancia de 19,2% e a regi\u00e3o Sul foi identificada como a que possui os maiores \u00edndices de problemas de coluna, com 23,3% da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso do colesterol, a PNS identificou que 46 mil moradores do Acre com mais de 18 anos apresentam colesterol alto, o que representa 9,6% da popula\u00e7\u00e3o adulta. Sendo 13,1% das mulheres e 5,7% dos homens. Quando analisados os dados nacionais, a PNS aponta que 18,4 milh\u00f5es de brasileiros apresentam colesterol alto, 12,5% da popula\u00e7\u00e3o adulta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 a depress\u00e3o, dist\u00farbio afetivo que ocasiona queda do humor, atualmente atinge 67 mil adultos no estado. O diagn\u00f3stico da doen\u00e7a corresponde a 5,6% da popula\u00e7\u00e3o do estado \u2013 sendo que a preval\u00eancia \u00e9 de 8,3% entre as mulheres e 2,8% nos homens. J\u00e1 a preval\u00eancia da depress\u00e3o no pa\u00eds chega a 11,2 milh\u00f5es ou 7,6% da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em todo o pa\u00eds, dos que afirmaram receber o diagn\u00f3stico de depress\u00e3o, 52% disseram usar medicamentos, 16,4% fazem psicoterapia e 46,4% receberam assist\u00eancia m\u00e9dica nos \u00faltimos 12 meses. Em rela\u00e7\u00e3o ao local de atendimento, 47,7% mencionaram que foram atendidas em algum servi\u00e7o da rede p\u00fablica \u2013 sendo 33,2% em Unidades B\u00e1sicas de Sa\u00fade, 9,2% em hospitais p\u00fablicos e 5,3% em Centros de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial (Caps).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Minist\u00e9rio da Sa\u00fade atua na preven\u00e7\u00e3o e o combate de doen\u00e7as cr\u00f4nicas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas n\u00e3o Transmiss\u00edveis (DCNT) se caracterizam como um grande problema de sa\u00fade dos brasileiros, conforme comprova a PNS. S\u00e3o importante causa de mortalidade no pa\u00eds, al\u00e9m causarem outras enfermidades que afetam a capacidade e a qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o adulta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (MS) lan\u00e7ou, em 2011, o Plano de Enfrentamento das Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas N\u00e3o Transmiss\u00edveis no Brasil, com metas e a\u00e7\u00f5es previstas at\u00e9 2022. <br \/>Nesse contexto est\u00e3o previstas a redu\u00e7\u00e3o da mortalidade por DCNT em 25%, do consumo de sal em 30%, do tabaco em 30%, do \u00e1lcool abusivo em 10%, da inatividade f\u00edsica em 10%, al\u00e9m do aumento da ingest\u00e3o de frutas, legumes e verduras em 10% &#8211; com a expectativa de reduzir a hipertens\u00e3o em 25% e frear o crescimento do diabetes e da obesidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda com enfoque na preven\u00e7\u00e3o e combate das doen\u00e7as cr\u00f4nicas, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade tem investido no atendimento oferecido pela Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica, por meio da Estrat\u00e9gia Sa\u00fade da Fam\u00edlia (ESF).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O monitoramento realizado pelo Minist\u00e9rio permitiu concluir que quanto maior a cobertura da (ESF) menor \u00e9 a propor\u00e7\u00e3o de interna\u00e7\u00f5es por condi\u00e7\u00f5es sens\u00edveis \u00e0 aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, como diabetes e hipertens\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cobertura da estrat\u00e9gia, que era de 49,2% em 2008, subiu para 55,3% em 2012. J\u00e1 o n\u00famero de interna\u00e7\u00f5es por condi\u00e7\u00f5es sens\u00edveis \u00e0 aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, que era de 35,8% em 2008, caiu para 33,2% em 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse sentido, o Programa Mais M\u00e9dicos levou mais de 14 mil profissionais para cerca de 3,7 mil munic\u00edpios, beneficiando mais de 50 milh\u00f5es de brasileiros em todo o pa\u00eds. Somente com esses m\u00e9dicos, o n\u00famero geral de consultas realizadas em Unidades de B\u00e1sicas de Sa\u00fade (UBS) cresceu quase 35% entre janeiro de 2013 e janeiro de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre esses atendimentos, tiveram destaque os de pessoas com diabetes, que aumentaram cerca de 45%, e os de pacientes com hipertens\u00e3o arterial, que aumentaram 5%. O encaminhamento a hospitais diminuiu em 20%, o que mostra um maior grau de resolubilidade da Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_review":[],"enable_review":"","type":"","name":"","summary":"","brand":"","sku":"","good":[],"bad":[],"score_override":"","override_value":"","rating":[],"price":[],"footnotes":""},"categories":[71],"tags":[],"class_list":["post-11978","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-2"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>159 mil acrianos t\u00eam pelo menos uma doen\u00e7a cr\u00f4nica - 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