{"id":111455,"date":"2023-04-19T13:57:08","date_gmt":"2023-04-19T18:57:08","guid":{"rendered":"https:\/\/abarevegan.com.br\/?p=111455"},"modified":"2023-04-19T13:57:08","modified_gmt":"2023-04-19T18:57:08","slug":"as-redes-antisociais-e-as-liberdades-opressoras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nk7-testes.com.br\/agazeta\/as-redes-antisociais-e-as-liberdades-opressoras\/","title":{"rendered":"As redes (anti)sociais e as liberdades opressoras"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Diz a verdade aquele que define os ataques a nosso sistema educacional<a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[1]<\/a> como \u201catos de viol\u00eancia\u201d. Com isso, por\u00e9m, diz apenas meia-verdade e pode, no fim das contas, mais complicar do que explicar. Isto porque, geralmente, esse tipo de defini\u00e7\u00e3o tende a individualizar os atos, atribuindo-os a surtos e\/ou pervers\u00f5es individuais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Consideramos ponto pac\u00edfico que esses e outros fatores possam ajudar a explicar o fen\u00f4meno que hoje nos assusta, deitando luz sobre um ou outro caso. Todavia, as explica\u00e7\u00f5es que se alicer\u00e7am unicamente em fatores individuais como esses excluem ou ocultam os fundamentos sociais que animam e unificam esses atos. Por essa raz\u00e3o, advogamos que \u00e9 mais preciso defini-los como \u201catos de viol\u00eancia pol\u00edtica\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Entre outras coisas, o que nos leva a essa defini\u00e7\u00e3o \u00e9 a percep\u00e7\u00e3o de que, para os agentes desses atos, a viol\u00eancia, <em>per si<\/em>, n\u00e3o \u00e9 o verdadeiro objetivo. A bem da verdade, ela \u00e9 apenas um meio de que se valem para atingir um determinado fim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em contraste, os que t\u00eam na viol\u00eancia, tomada em si, seu verdadeiro objetivo n\u00e3o costumam expor seus planos. Muito menos nas redes sociais, tornando p\u00fablicos local, data e hora. Ao contr\u00e1rio. Eles bem sabem que h\u00e1 muito mais chances de lograr \u00eaxito em seus intentos se os ocultarem de todos e principalmente de suas poss\u00edveis v\u00edtimas. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 de seu costume cobrir a viol\u00eancia que praticam com aura m\u00edstica. E mais. Entre as raz\u00f5es que os animam, nada h\u00e1 que sirva de ponte entre eles e desconhecidos, situados em outras latitudes, permitindo que se crie uma esp\u00e9cie de rede entre eles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muito diverso \u00e9 o fen\u00f4meno de viol\u00eancia que ora temos sob os olhos. Seus agentes atuam como em rede &#8211; mesmo que em uma rede informal e sem centro de comando &#8211; em que se irmanam e influenciam mutuamente. Fitando as coisas a partir desta ampla perspectiva, \u00e9 mais que razo\u00e1vel dizer que h\u00e1 certo n\u00edvel de coordena\u00e7\u00e3o entre eles, sem a qual n\u00e3o ver\u00edamos sincronia e conflu\u00eancia no que fazem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 atrav\u00e9s dos ataques que perpetram que os indiv\u00edduos atestam seu pertencimento ao grupo e expressam comunh\u00e3o de ideais e valores, que, por certo, requerem viol\u00eancia, mas &#8211; <em>conditio sine qua non<\/em> para um bom entendimento do tema &#8211; n\u00e3o qualquer viol\u00eancia, n\u00e3o de qualquer jeito. Almejam viol\u00eancia glamourizada, espetacularizada, algo lhes permita se sentir e se apresentar a seus consortes como \u201cher\u00f3is\u201d ou \u201cm\u00e1rtires\u201d &#8211; \u201ckamikazes\u201d, talvez &#8211; de uma grande causa comum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eis a raz\u00e3o para buscarem, inclusive de forma algo pat\u00e9tica, visibilidade para seus atos de viol\u00eancia. H\u00e1 que se sublinhar que n\u00e3o apenas os ataques realizados, mas at\u00e9 os ataques frustrados ou mesmo as simples amea\u00e7as, se geram p\u00e2nico e lhes garantem visibilidade, j\u00e1 lhes servem. Por isso, as redes sociais s\u00e3o t\u00e3o importantes para eles. Por tamb\u00e9m eles serem importantes para elas, pelo engajamento que geram, temos um infeliz e perigoso encontro, figurando a extrema direta como uma esp\u00e9cie de proxeneta de t\u00e3o abjeta c\u00f3pula.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos \u00faltimos anos, de ascens\u00e3o da extrema direita em todo o globo e no Brasil, o que era do esgoto da pol\u00edtica passou a reclamar n\u00e3o apenas o direito de exist\u00eancia, mas at\u00e9 o direito de amea\u00e7ar nossa exist\u00eancia. Analogamente ao que ocorre nas esferas mais tradicionais da pol\u00edtica (elei\u00e7\u00f5es, partidos, parlamento etc.), tamb\u00e9m na <em>internet<\/em> o que era de seu submundo vem \u00e0 superf\u00edcie e apresenta-se desabridamente, orgulhosamente. Hoje as redes sociais s\u00e3o espelho e vitrine desses perigosos Narcisos, enamorados de si mesmos, onde eles se refletem e se exp\u00f5em aos olhos dos outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre outras coisas, isso indica que os sujeitos desses atos se sentem suficientemente confiantes para assim se mostrar e agir. Os valores e os ideais que os encorajam e unem, a seu ju\u00edzo, formam consenso, ponto de converg\u00eancia relativamente s\u00f3lido. Jamais fariam isso se n\u00e3o se sentissem amparados pelos discursos, pr\u00e1ticas e espa\u00e7os\/estruturas das redes sociais e da extrema direita, \u00e0 qual se filiam ideologicamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Anteriormente, vimos que alguns setores da imprensa brasileira decidiram fazer uma cobertura cautelosa dos atentados e evitar, ao m\u00e1ximo, dar visibilidade aos criminosos. Com parte da imprensa tradicional agindo assim, restou ao Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a marcar uma reuni\u00e3o com representantes das redes sociais, onde tudo corre mais solto. Entretanto, algumas se negaram a ajudar, arrolando dificuldades v\u00e1rias. Esse foi destacadamente o caso do <em>Twitter<\/em><a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[2]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Na reuni\u00e3o, a equipe do governo informou que v\u00e1rias postagens circulavam, estimulando atentados com fotos e v\u00eddeos. Em resposta, a representante do Twitter deu de ombros. Alegou que nada disso feria os termos de uso da plataforma e, assim sendo, n\u00e3o poderia tomar provid\u00eancias a respeito<a href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\">[3]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E desde quando os temos de uso est\u00e3o acima de nossa Constitui\u00e7\u00e3o? Desde quando os ditos termos est\u00e3o acima da seguran\u00e7a e da vida dos indiv\u00edduos?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como se fosse pouco, todos os que pediam informa\u00e7\u00f5es sobre o assunto \u00e0 plataforma passaram a receber um <em>emoji<\/em> de coc\u00f4 como resposta<a href=\"#_edn4\" name=\"_ednref4\">[4]<\/a>. Um pa\u00eds inteiro, agredido e aturdido, diante de avassaladora onda de viol\u00eancia contra seu sistema educacional, recebe um emoji de coc\u00f4. As v\u00edtimas &#8211; entre elas, crian\u00e7as cujos corpos ainda nem bem esfriaram &#8211; recebem nada mais que um emoji de coc\u00f4 do Twitter. Em termos coloquiais, por\u00e9m muito precisos, isso significa que a plataforma e seu dono est\u00e3o defec4ndo para o Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O <em>TikTok<\/em> n\u00e3o chegou a esse n\u00edvel de desprezo, mas tamb\u00e9m n\u00e3o ajudou muito. Segundo a ag\u00eancia de checagem <em>Aos fatos<a href=\"#_edn5\" name=\"_ednref5\"><strong>[5]<\/strong><\/a><\/em>, a plataforma \u201cpermite <em>trend<\/em> que mistura <em>K-pop<\/em> e amea\u00e7as a escolas para viralizar\u201d. Em seu levantamento, a citada ag\u00eancia \u201cidentificou 45 v\u00eddeos com lista de supostos alvos de ataques circulando na plataforma no dia 10 de abril, somando quase 5,6 milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es\u201d. Mesmo ap\u00f3s v\u00e1rias den\u00fancias, apenas 7 desses foram exclu\u00eddos. N\u00e3o se sabe se foram retirados por quem postou ou pela plataforma. Nada disso impediu que a <em>trend<\/em> tivesse um aumento de 50% de suas visualiza\u00e7\u00f5es, chegando a 8,6 milh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Coisas como essas refor\u00e7am a necessidade de encararmos criticamente essas plataformas como o que de fato s\u00e3o, isto \u00e9, empresas de car\u00e1ter colonialista (da\u00ed quererem submeter as Constitui\u00e7\u00f5es dos diversos pa\u00edses a seus termos de uso) que visam primordialmente ao lucro. E se, porventura, a pol\u00eamica, a mentira e a viol\u00eancia lhes trouxerem o lucro, elas n\u00e3o pensar\u00e3o duas vezes em acolh\u00ea-las e reproduzi-las. A liberdade pol\u00edtico-moral que evocam \u00e9, na verdade, a liberdade de continuar lucrando sem serem incomodadas pelo que quer que seja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa \u00e9 uma das raz\u00f5es para a extrema direita se dar t\u00e3o bem nas redes sociais &#8211; uma serve muito bem a outra e vice-versa. Seus preconceitos e frases de \u00f3dio se alastram como fogo em mato seco. Suas mentiras s\u00e3o explosivas. Amea\u00e7am a democracia e viralizam. Amea\u00e7am a vida e viralizam. Assim Trump, l\u00e1 nos EUA. Assim Bolsonaro, aqui no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o site <em>PolitiFact<\/em>, \u201c69% das declara\u00e7\u00f5es de Trump [enquanto presidente, foram] predominantemente falsas, falsas ou mentirosas\u201d<a href=\"#_edn6\" name=\"_ednref6\">[6]<\/a>. Embora tenha sido banido do Twitter por ter incitado ataques ao Capit\u00f3lio, numa tentativa de golpe de Estado nos EUA, Elon Musk reativou sua conta ap\u00f3s comprar a rede<a href=\"#_edn7\" name=\"_ednref7\">[7]<\/a>. Por seu turno, conforme atesta o site Aos Fatos, Bolsonaro fez nada menos que 6.676 declara\u00e7\u00f5es falsas ou distorcidas ao longo de seus quatro anos de mandato, uma m\u00e9dia de 4,58 por dia<a href=\"#_edn8\" name=\"_ednref8\">[8]<\/a>. Nada que surpreenda vindo daquele que afirmou que \u201c<em>Fake news<\/em> faz parte da nossa vida\u201d<a href=\"#_edn9\" name=\"_ednref9\">[9]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em linha de continuidade, pesquisa recente do <em>Instituto Igarap\u00e9<\/em> aponta que \u201c32% do conte\u00fado monitorado na internet durante os meses de campanha eleitoral, em 2022, buscavam descredibilizar o sistema eleitoral\u201d<a href=\"#_edn10\" name=\"_ednref10\">[10]<\/a>. O levantamento <em>Pulso da Desinforma\u00e7\u00e3o<\/em> destaca o protagonismo da extrema direita em mais esse ataque \u00e0 democracia brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Inafast\u00e1vel, uma conclus\u00e3o se imp\u00f5e: as redes sociais s\u00e3o, tamb\u00e9m e essencialmente, redes antissociais. Se ecoam muitas vozes, nem todas elas s\u00e3o pac\u00edficas e democr\u00e1ticas; se integram, integram conflitivamente. Se acolhem, acolhem manipulando e expondo a perigos muitos. Compreensivelmente, assumem um formato que fica entre o caos e o cen\u00e1rio definido por Thomas Hobbes como <em>bellum omnium contra omnes<\/em> (\u201cguerra de todos contra todos\u201d).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tanto as redes sociais quanto os extremistas de direita costumam reivindicar a liberdade<a href=\"#_edn11\" name=\"_ednref11\">[11]<\/a> para justificar suas a\u00e7\u00f5es. Declaram-se liberais. E, sob certo prisma, de fato o s\u00e3o. S\u00e3o liberais em uma das mais nefastas dimens\u00f5es do liberalismo, aquela em que a liberdade de uns se afirma negando a liberdade de outros. E querem-nos tolerantes para com suas intoler\u00e2ncias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao dar a sua domin\u00e2ncia o nome de liberdade, batizam feio rebento com bonito nome. C\u00f4nscios de que a linguagem toma parte nas rela\u00e7\u00f5es de poder, para afirm\u00e1-las ou infirm\u00e1-las, importa que adjetivemos essas liberdades com precis\u00e3o. Que ningu\u00e9m se escandalize ou se confunda com o aparente paradoxo: s\u00e3o liberdades opressoras. Assim porque n\u00e3o s\u00e3o liberdades que regulem ou limitem as rela\u00e7\u00f5es de dom\u00ednio, como em tempos e circunst\u00e2ncias, que j\u00e1 longe se v\u00e3o, em que a burguesia agia de modo progressista e mesmo revolucion\u00e1rio, procurando conter os abusos por parte do Estado e da Igreja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em verdade, s\u00e3o liberdades funcionais \u00e0s rela\u00e7\u00f5es de dom\u00ednio. Isto \u00e9, alimentam as rela\u00e7\u00f5es de poder, ao mesmo tempo em que s\u00e3o por elas alimentadas. Ora, justamente por isso, esse tipo de liberdade se choca frontalmente com a democracia, sistema pol\u00edtico-social que pressup\u00f5e igualdade entre os indiv\u00edduos e prote\u00e7\u00e3o a todos contra os abusos de poder.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao reivindicarem liberdade, redes sociais e extremistas de direita fazem lembrar pequena anedota que Marx conta sobre um ianque que visitava a Inglaterra. Na \u201cterra da rainha\u201d, foi impedido de a\u00e7oitar seu escravo por um juiz. Indignado, o ianque gritou: \u201c<em>Dou you call a land of liberty, where a man can\u2019t larrup his nigger?<\/em>\u201d<a href=\"#_edn12\" name=\"_ednref12\">[12]<\/a> [A isso voc\u00ea chama de pa\u00eds livre, onde um homem n\u00e3o pode surrar seu pr\u00f3prio negro?]. No fundo, \u00e9 esse tipo de liberdade que defendem. A liberdade do racista ser racista, do homof\u00f3bico ser homof\u00f3bico, do machista ser machista, do intolerante ser intolerante etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sobre a viol\u00eancia que nos amea\u00e7a, Elon Musk (dono do Twitter) poderia usar a mesma frase que usou sobre o golpe de Estado que ele ajudou a dar na Bol\u00edvia: \u201cN\u00f3s vamos dar golpe em quem quisermos! Lide com isso\u201d<a href=\"#_edn13\" name=\"_ednref13\">[13]<\/a>, respondeu ele a um internauta que o indagou sobre o epis\u00f3dio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ontem, os golpeados foram os bolivianos. Tiveram seus votos cassados. Muitos aplaudiram. Afinal, era Evo Morales, um \u201cesquerdista\u201d, que havia sido derrubado. Hoje, os golpeados somos n\u00f3s, brasileiros, incluindo nossos jovens e nossas crian\u00e7as. Quem vai aplaudir? Quem vai chorar? E, principalmente, quem vai lutar contra isso?<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;\u00a0 \u00a0 Israel Souza \u00e9 professor e pesquisador de Instituto Federal do Acre\/Campus Cruzeiro do Sul. Autor dos livros Democracia no Acre: not\u00edcias de uma aus\u00eancia (PUBLIT, 2014), Desenvolvimentismo na Amaz\u00f4nia: a farsa fascinante, a trag\u00e9dias fac\u00ednora (EDIFAC, 2018) e A pol\u00edtica da antipol\u00edtica no Brasil, Vol. I e II (EaC Editor, 2021).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[1]<\/a> Desde que come\u00e7amos a tratar desse tema, temos insistido &#8211; a princ\u00edpio, intuitivamente, por meio de hip\u00f3tese &#8211; que n\u00e3o se tratava de ataques que, um tanto aleatoriamente, se voltavam contra escolas. Hoje, parece-nos ineg\u00e1vel que \u00e9 uma onda de viol\u00eancia que se levanta, premeditadamente, contra todo o sistema educacional brasileiro, pois que alveja institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas, civis e c\u00edvico-militares, em todos os seus n\u00edveis (creches, ensinos fundamental, m\u00e9dio e superior).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a> <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/cotidiano\/2023\/04\/twitter-se-recusa-a-tirar-do-ar-posts-com-apologia-a-violencia-nas-escolas-e-causa-mal-estar.shtml\">Twitter se nega a barrar conte\u00fado de apologia da viol\u00eancia &#8211; 11\/04\/2023 &#8211; Cotidiano &#8211; Folha (uol.com.br)<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\">[3]<\/a> https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/cotidiano\/2023\/04\/twitter-se-recusa-a-tirar-do-ar-posts-com-apologia-a-violencia-nas-escolas-e-causa-mal-estar.shtml<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref4\" name=\"_edn4\">[4]<\/a> https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2023\/03\/21\/twitter-resposta-jornalistas.htm<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref5\" name=\"_edn5\">[5]<\/a> https:\/\/www.aosfatos.org\/bipe\/tiktok-trend-ameacas-a-escolas\/<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref6\" name=\"_edn6\">[6]<\/a> D\u2019ANCONA, Matthew. P\u00f3s-verdade: a nova guerra contra os fatos em tempos de fake news.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref7\" name=\"_edn7\">[7]<\/a> <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mundo\/noticia\/2022\/11\/19\/trump-vai-voltar-para-o-twitter-avisa-musk.ghtml\">Elon Musk reativa conta de Trump no Twitter ap\u00f3s enquete com usu\u00e1rios | Mundo | G1 (globo.com)<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref8\" name=\"_edn8\">[8]<\/a> <a href=\"https:\/\/www.aosfatos.org\/noticias\/mentiras-bolsonaro\/\">Ao longo de quatro anos, Bolsonaro mentiu 4,58 vezes por dia | Aos Fatos<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref9\" name=\"_edn9\">[9]<\/a> https:\/\/noticias.uol.com.br\/politica\/ultimas-noticias\/2021\/09\/14\/fake-news-faz-parte-da-nossa-vida-nao-precisamos-regular-diz-bolsonaro.htm<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref10\" name=\"_edn10\">[10]<\/a> <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/politica\/2023\/04\/5088006-um-terco-de-postagens-buscava-descredibilizar-sistema-eleitoral.html\">Um ter\u00e7o de postagens buscava descredibilizar sistema eleitoral (correiobraziliense.com.br)<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref11\" name=\"_edn11\">[11]<\/a> https:\/\/veja.abril.com.br\/tecnologia\/sob-direcao-de-musk-twitter-enfrenta-dilemas-da-liberdade-de-expressao\/<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref12\" name=\"_edn12\">[12]<\/a> MARX, Karl e ENGELS, Friedrich. A ideologia alem\u00e3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref13\" name=\"_edn13\">[13]<\/a> https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2020\/07\/25\/vamos-dar-golpe-em-quem-quisermos-elon-musk-dono-da-tesla-sobre-a-bolivia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diz a verdade aquele que define os ataques a nosso sistema educacional[1] como \u201catos de viol\u00eancia\u201d. Com isso, por\u00e9m, diz apenas meia-verdade e pode, no fim das contas, mais complicar do que explicar. 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