Cebrb
Secretaria de Estado de Educação nega que tenha a intenção de acabar com o Colégio Estadual Barão do Rio Branco. A ideia é fazer um reordenamento na rede de ensino. Das 24 salas que havia na escola, a ideia é reduzir à metade, gradualmente.
Cebrb II
Isso é bem diferente de “acabar”, como foi informado nas redes sociais. O objetivo do Governo do Acre é usar as salas que ficaram ociosas na escola para outra atividade de governo. Paralelemente, as demais salas seriam usadas para aula normalmente. As vagas das salas fechadas serão remanejadas para escolas como Colégio Acreano, Diogo Feijó e Carlos Vasconcelos.
Correto
Qual é a referência do Governo do Acre? Ou: por que essas mudanças são necessárias? Isso é feito para melhorar a qualidade da gestão escolar. Buscar padronizar as escolas é uma maneira de melhorar a administração de cada unidade. Com cada escola possuindo um número máximo de salas, é possível ter mais previsibilidade quanto aos custos. Há menos oscilação nos custos. E isso representa economia aos cofres públicos. Isso não é bom?
Professores
É claro que toda mudança vai desagradar alguns. É normal. Mas, é preciso compreensão. Com essa medida, alguns professores, para manter o número de horas contratuais devem ser remanejados para outras unidades escolares. Certamente, isso não vai ser bem recebido por todos. Já houve até manifesto de repúdio á decisão governamental. Mas, faz parte.
Salas
E outra coisa: se a escola precisar de salas de aula, além das 12 padronizadas, o governo não é louco de negar abertura de novas turmas. Isso não será problema, garante a Secretaria de Estado de Educação. Esse é o tipo de situação que alguns educadores ficam gastando neurônios à toa. O gargalo (sobretudo no Ensino Médio) é melhorar o desempenho escolar real dos alunos; melhorar a relação professor/aluno (muito complicada no atual cenário de exclusão social e econômica sombreada por tráfico de drogas). Em cima disso vale o esforço do debate.
Base Curricular Comum
O Governo Temer homologou ontem a Base Curricular Comum. As entidades de representação de classe ficaram todas mal contempladas. Mas, a retórica oficial é bem outra. Tudo bem que a proposta foi aprovada pelo Conselho Nacional de Educação. Tem legitimidade, portanto. Mas, quem é governo manobra com força em todas as frentes.
Base Curricular Comum II
A proposta aprovada pelo CNE foi praticamente a mesma do governo. Com apenas 3 votos contra, a proposta foi aprovada. E quanto aos recursos anunciados, nada de novo. E também nem um centavo novo. A Educação continua a não ser prioridade.
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