Na manhã desta terça-feira, 01, o presidente do Instituto Administrativo Penitenciário do Acre (Iapen), Glauber Feitosa, durante uma entrevista para a TV Gazeta, contou que o policial penal, encontrado morto dentro de quarto de um motel em Rio Branco, estava afastado por problemas de saúde mental.
Segundo Feitosa, há mais de 10 anos o policial Fabiano de Lima Nobre não exercia sua função por não ter uma condição psicológica.
“Todo esse período ele passou sendo acompanhado pelo Iapen, nas casas de apoio que o Iapen tem parcerias, para que, tendo resultados positivos do acompanhamento, voltar a função”, disse o presidente.
Reiterou, ainda, que o óbito do policial não teve nenhuma ligação com a rebelião de presidiários no presídio de Segurança Máxima Antônio Amaro, na capital, ocorrida na última semana.
Com informações do repórter Luan Rodrigo para a TV Gazeta


