Candidatíssima
Que Rosana Nascimento, atual presidente do Sinteac e da CUT, vai disputar uma vaga de deputado federal em 2018 não é nenhuma novidade. A surpresa fica por conta do partido escolhido. O PPS de Roberto Freire, defensor de Michel Temer.
Lenha…
A entrada de Rosana Nascimento no PPS joga lenha na fogueira da briga entre Wherles Rocha e Marcio Bittar, ambos do PSDB, e ambos candidatos ao Senado.
… na fogueira
Obviamente, Rocha (que é o presidente do PSDB e detentor de mandato) não vai abrir espaço para Marcio, que vai trocar o tucanato pela coligação PPS/Solidariedade/PTB. Ou seja, os dois serão candidatos ao Senado. Mas, cada um por um partido.
Esperteza
A esperteza de Bittar foi fechar acordo com Rosana do Sinteac, não porque veja nela condições de deslanchar enquanto parlamentar, mas, porque quer os votos que ela e o grupo dela (da Educação) podem trazer para a candidatura dele.
Vácuo
Mas, a candidatura de Rosana à Câmara dos Deputados deixa um vácuo. Ninguém quer assumir a CUT. Por isso, ela está no terceiro mandato e também ninguém se dispõe a tentar a sorte na presidência do Sinteac.
Comoção
A morte do pai do governador provocou comoção na cidade. De todos os bairros, idades, classes sociais e ideologias políticas, as pessoas acorreram. Até os adversários políticos esqueceram as divergências e foram prestar homenagem.
Aproveitando
Claro que muita gente compareceu para ser visto. Mas, chamou a atenção a desenvoltura de um ambulante que aproveitou a longa fila que se formou na chuva para vender sombrinhas e guarda chuvas. Faturou alto!
Dubrinca
Quem pensou que a revolta no PV era “duvera”, quebrou a cara. Não passou de balão de ensaio por causa do descontentamento da militância no interior. Pessoal quer ser “contemplado”, uai! Mas, os panos quentes foram eficientes. PV continua quietinho na FPA e o cargo da Shirley Torres bem assegurado.
Diretor
Senador Jorge Viana não perde o costume de dirigir, orientar, apontar, determinar. Repórter de televisão, meio sem jeito para abordar o senador no velório do ex-deputado Wildy Viana, ficou surpreso.
O momento era delicado: todos com a sensibilidade à flor da pele. Mas, repórter é repórter: tem que abordar, perguntar, extrair… e rápido porque o editor quer o material na redação. “Senador, o senhor poderia…” a frase nem foi concluída. Jorge Viana já se levantou e orientou o câmera a respeito de um possível “melhor ângulo” para realizar a entrevista.
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