Estratégia
Nada como ter um Normando Sales de conselheiro! Este está conseguindo convencer o presidente do PRB, Alan Rick, a apoiar publicamente o candidato do DEM, Tião Bocalom, para depois negociar o cargo de vice-prefeito com o PMDB. O PRB com sua indefinição está crescendo aos olhos tanto da situação como da oposição. Por isso, a estratégia.
Estratégia II
O problema para Normando é que o deputado Alan Rick (PRB) ainda está em dúvida. A vontade de ir para a oposição é no corpo todo. No entanto, a falta de confiança nos caciques antigos da oposição poderá prevalecer. O estranho é a FPA estar na briga pelo apoio do PRB, uma vez que o deputado Alan Rick votou pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Infiltrados
Que coisa feia essa do governo infiltrar dois de sua confiança na comissão eleitoral que vai administrar a eleição para a diretoria do Sinteac! Mostra o desespero em que estão com a possibilidade de Rosana Nascimento se reeleger.
Infiltrados II
E um deles é o homem de confiança do líder do governo, deputado Daniel Zen (PT). Zen com suas atitudes pró-governo minou a base eleitoral que possuía na Educação… e agora quer recuperar no tapetão? Muita inocência acharem que não seriam descobertos! Já foram excluídos.
Operação abafa
Vem aí, uma entrevista de um delegado da Operação Lares para abafar o caso. Aguarde! A Operação Lares é aquela que apura o esquema de corrupção dentro da Secretaria de Habitação, em que casas populares foram trocadas por sexo, enquanto as famílias que realmente necessitavam ficaram a ver navios.
Cadê?
E, por falar em Operação Lares, manobra para abafar e tudo o mais, o que aconteceu com a promessa de entrar na Justiça para, através de um mandado de segurança, garantir a instalação da CPI da Sehab? O recesso chegou… os projetos foram votados… os deputados sumiram, e a bravata foi engavetada?
Não agora
Tudo leva a crer que a possível solução para o problema do comércio da castanha não seja efetivada agora. Vai demorar um pouco ainda. A Sefaz disponibilizou técnicos para monitorar a saída da amêndoa in natura do Alto Acre para Peru e Bolívia. Ainda não se sabe exatamente quanto de castanha saiu. É preciso elaborar um diagnóstico o mais fiel possível para que o governador Tião Viana possa decidir.
Não agora II
O perfil de Tião Viana é de um gestor que intervem na economia. Já deixou isso claro em outras situações, diante de outros problemas. Nesse caso da castanha, a hipótese mais provável é que essa intervenção do Estado se concretize por meio da “pauta”: o governo deve “pautar a castanha”. O que isso significa, na prática? Significa que se as empresas peruanas e bolivianas quiserem comprar a castanha aqui no Acre in natura poderão fazê-lo, mas vão ter que pagar “um tanto a mais” por isso. Essa tributação deve chegar a tal ponto que torna pouco atrativa a compra.
Proteção
É uma medida protecionista que pode salvar muitos empregos ameaçados na nossa incipiente indústria de alimentos. A falta de castanha já é sentida na outra ponta, no mercado do Sudeste, como deve mostrar reportagem da Rede Record ainda nesta semana.
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