Furos
Os furos, para não dizer besteiras, das administrações passadas, vieram a aparecer todos na administração Tião Viana (PT). Um deles diz respeito à anulação dos títulos de terras na área de Acrelândia, no governo Jorge Viana (PT). Outro é a confusão com os servidores irregulares.
Na conta
Tudo vai acabar caindo na conta do governador Tião Viana: demissões… conflitos agrários… projetos inacabados. A irresponsabilidade dos ex-gestores acabará tendo consequências fatais na eleição de 2018.
Desespero
Não há mais recurso a ser formalizado pelo Estado para tentar reverter decisão da Justiça do Trabalho. É uma denúncia feita exatamente no dia 7 de fevereiro de 1997 (no caso específico dos servidores da Cageacre. Mas, o da Sefaz orbita aproximadamente no mesmo período). Não há mais esperança de que a situação mude. É cumprir o que a Justiça determina.
Aliás
Aliás, como é que o governador Tião Viana vai conciliar promessas feitas aos servidores com a determinação da Justiça?
“Política”
Há uma tendência entre alguns gestores que dar “um tratamento político, porque o jurídico já se esgotou”. É preciso definir bem os parâmetros para esse “tratamento”. A dosagem desse remédio oferecida por governadores irresponsáveis descambou no que está aí hoje. Estando dentro da lei, pode dar o tratamento que quiser. Fora da lei, tudo se lasca, mais cedo ou mais tarde.
Sefaz
Os servidores da Sefaz, até a manhã desta quarta-feira (19), nem sabiam que “Tinel” já estava com a bomba em cima da mesa. A informação vazou e o que se percebeu foi a postura de gestores completamente rendidos, atônitos com a situação. É caso é grave. E estourou no colo de Tião Viana.
Conflito
O conflito pela posse da terra em Acrelândia é, atualmente, o pior do Estado e acontece, segundo entendidos em legislação agrária, porque, com a criação do Iteracre, os títulos de propriedade foram anulados. É o que se chama de fazer lei no grito. Não vê que não dá certo?
Invisível
O senador Cristovam Buarque (PPS) foi inventar de lançar o livro dele “Mediterrâneos Invisíveis” no encontro anual da SBPC, no campus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Não conseguiu. O auditório lotado de intelectuais obrigou o senador a se retirar aos gritos de “golpista”.
Vaidades
Movimento social em polvorosa porque descobriu que o ouvidor da Defensoria Pública não vai ganhar o mesmo salário que os defensores públicos. O ouvidor não é do quadro da Defensoria. É eleito por dois anos.
Vaidades II
Engraçado os defensores públicos que lutaram tanto por aumento de salário, exatamente quando conseguem esse feito, reduzem os salários do ouvidor e de todos os cargos comissionados da Defensoria!
Baixíssimo
O salário de um assessor jurídico da Defensoria Pública, um bacharel em Direito, é de R$ 1,8 mil. O de um defensor será de mais de R$ 20 mil. Tem alguma coisa muito errada nessa cumbuca.
Exagero
Mas, um salário de R$ 10 mil para um ouvidor não é tão ruim a ponto dos movimentos sociais se mobilizarem tanto. Tem exagero dos dois lados nessa questão. O beicinho dos defensores para salário de ouvidor equivalente aos deles e a reação do movimento social para o “baixo” salário de R$ 10 mil para o ouvidor.
Reflexão
Essa reação ao comentário considerado homofóbico de um professor da Ufac levanta uma questão não menos relevante: a acusação de discurso homofóbico não esbarra na liberdade de expressão? É um tema delicado! Não precisamos pensar igual. Mas, precisamos respeitar as diferenças, inclusive de manifestação.
Queimado
O senador Gladson Cameli (PP) foi se aventurar de Cruzeiro do Sul a Rio Branco pela estrada. Resultado: chegou à Capital exausto e bastante queimado pelo sol. Em que pese a importância da BR-364, a aventura não é para qualquer um.
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