Só existe uma empresa que faça esse fornecimento em todo o Acre
Os hospitais particulares de Rio Branco vêm trabalhando no limite e enfrentando a escassez de oxigênio. A preocupação aumenta porque todo dia é grande a procura de novos pacientes que são diagnosticados com a covid-19.
Foi divulgado nas redes sociais nesta terça-feira (9), na Pronto Clínica de Rio Branco dois pacientes teriam morrido por falta de oxigênio, o que foi negado pelo médico da unidade de saúde, Mário Jorge.
Segundo o hospital, esses pacientes estavam em situação mais grave e teriam morrido em decorrência da doença, e não por falta de oxigênio.
“Na verdade, a gente tem a usina que gera o nosso oxigênio, mas toda usina tem um backup, uma reserva de cilindros, e é aí que a gente tá encontrando dificuldades, porque só existe uma empresa que faça esse fornecimento no Acre”, explicou Mário Jorge.
“Todos os hospitais que trabalham com usina necessitam desse estoque mínimo de cilindros. Esse problema também ocorre nos hospitais públicos do Acre, porque temos o mesmo distribuidor”.
Segundo o médico, a busca por essa oferta de oxigênio no hospital é para que Rio Branco não chegue à situação que Manaus teve semanas atrás.


