Monitorados
O deputado Gehlen Diniz (PP), ao discorrer sobre o problema dos caçambeiros que estão há 7 meses com o salário atrasado, arrancou risos dos que acompanhavam a sessão na galeria da casa, ao afirmar que o governo prioriza os cargos comissionados porque monitora o voto e a intenção de cada um: “O governo coloca um chip em cada um deles. São funcionários chipados”.
Abrigo
Gehlen Diniz foi um dos que foi pedir abrigo ao PSDB. O parlamentar está com medo de não conseguir se reeleger se disputar na chapa do MDB, como quer o PP. O problema é que o ninho tucano não abriu a porta para ele.
Abrigo II
Eber Machado (PDT) foi outro recusado pelo PSDB. Machado está como o judeu da piada, fazendo qualquer negócio para se eleger deputado federal. Os tucanos o recusaram por não ter posições firmes. Como a coluna não entende de aves, não arrisca uma bicada nessa história.
Pra galera
PSDB e MDB fazem as pazes ao vivo e em cores na próxima sexta-feira. Com isso tentam mostrar a unidade da oposição. Mais uma “arte” dos caciques Flaviano Melo e Vagner Sales para garantir a reeleição do presidente do MDB e da filha do “Leão do Juruá”.
Rabo
Na verdade, o MDB volta aos braços de Gladson Cameli (PP), com o rabo entre as pernas. Depois de abandonar a coligação por duas vezes, pediu arrego, mas, sem perder a arrogância jamais! Apresentou três condições para voltar a integrar a coligação. Nenhuma das três foi aceita e o partido retornou do mesmo jeito. Pá!
Entre as pernas
Parece que os tempos de “O MDB sempre conseguiu o que quis” estão ficando para trás. O PSDB aceitou o partido de volta, vai até participar da encenação da peça Amigos para Sempre, mas o MDB não entrará na chapa de deputado estadual.
De tudo
O MDB tentou de tudo para voltar para a campanha de Gladson. Propôs o vereador Roberto Duarte de vice em lugar de Wherles Rocha (PSDB) e Rocha para o Senado com o apoio do MDB. Ou seja, aceitava até fritar Marcio Bittar para conseguir o bilhete de entrada.
Motivo
Lideranças antigas do MDB não escondem o descontentamento com o apoio que Marcio Bittar recebe do cacique Flaviano Melo e traduzem a situação em uma palavra: ganância. Segundo eles, Flaviano está de olho na “estrutura” que Bittar pode levar para o partido. Flaviano detectou a principal qualidade de Marcio: ele é bom de arrecadação de campanha, dizem.
Despedida
O deputado Alan Rick avaliou mal a situação. Conseguiu uma vitória de Pirro. Tomou o DEM de Bocalom, mas não conseguiu ser indicado vice de Gladson Cameli; o partido está sofrendo uma desfiliação em massa e ele vai disputar a reeleição numa chapa com o MDB. Apesar de a oposição superfaturar as possibilidades, achando que faz 4 deputados federais, dificilmente esse prognóstico se realizará.
Porrada
PSol em crise escancarada. Um debate interno realizado na sede do partido terminou em pancadaria generalizada. Terminou com formalização de Boletim de Ocorrência na delegacia do Tucumã, na 4ª Regional. Quando impera a violência é porque a Política deixou de existir.
Correntes
O PSol tem duas correntes internas: a corrente Fortalecer (mais de centro) e a corrente T.L.S (mais à esquerda). Um grupo queria propor a criação de outra corrente ideológica, o que é legítimo pelo estatuto do partido. Na proposição, um dos militantes expôs um cartaz. O presidente do diretório estadual, ao tentar impedir a exibição do cartaz quando ia ser tirada uma foto (certamente para exibir em redes sociais), o pau torou. O cartaz fazia críticas à condução do partido.
Contestações
O fato é que esse grupo de militantes descontentes do PSol contesta o apoio do partido à Frente Popular e a Marcus Alexandre. O problema é que essa decisão de apoiar a FPA foi formalmente referendada por um congresso do partido realizado ano passado, inclusive com presença de representantes da executiva nacional.
Denúncias
O grupo do PSol que propõe mudanças diz ter denúncias (e provas) que mostram algo “pouco republicano” na relação entre o partido e a coligação aliada. É só denunciar que a imprensa noticia.
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