Queda
Diminui o abate de boi no Acre em 2017. Foram menos 25,6 mil cabeças para o mercado local. Há um conjunto de fatores que podem explicar essa queda: desde os rescaldos da Operação Carne Fraca, passando pela questão da “pauta da carne” e até a simples retração na venda (quando o produtor retém o boi no pasto esperando melhora nos preços do mercado do boi gordo).
Acre destoando
O Acre está destoando da maioria dos estados brasileiros. O consumo de carne de boi aumentou em 16 estados do país. O consumo da carne de porco também (aumentou em 12 estados). De acordo com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre, Assuero Veronez, a retomada da economia (e com ela a agricultura) nas regiões do Centro-Sul pode ter relação direta com esse aumento no abate de bovinos e suínos.
Falta pouco
Uma liderança já acostumada às lides da política local foi categórica: “Vai recompor! Vai recompor!”. O tom era o de um velho professor falando à juventude, para tratar do MDB e da reconstrução do apoio à chapa de Gladson Cameli. “Na sexta-feira, você vai ver”.
Chapas
A “reconstrução” desse retorno do MDB passa pelo debate a respeito da composição das chapas. Uma discussão bem difícil: ninguém quer servir de escada para medalhões dos partidos. Ainda tem muita coisa a ser resolvida. Sobretudo quando se obedece à lógica da mesa com pouco pirão.
Mas…
Há quem diga que a reunião do MDB é blefe. E as inconstâncias são tão grandes (e públicas) na oposição que nem é possível dizer “se até sexta não reatarem com Gladson, não reatam mais”. Que nada! Se em política tudo é possível, na oposição acriana, tanto mais.
Silêncio
Enquanto isso, na Frente Popular… o silêncio impera. É a paz dos cemitérios dita de outra forma.
Foto de ilustração: Arquivo/Três de Julho Notícias
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