Zerou a conta
Político de oposição da esfera federal pego pela Álcool Zero em Brasília. Político da situação, da mesminha esfera federal pego pela Álcool Zero no Acre. Ambos disputando a mesma cadeira. Disputa etílica.
De olho
O politico da situação no Acre que foi pego pela Álcool Zero na Via Verde assumiu o erro na hora: “Tô bêbado mesmo”. Fazer o quê? A polícia não é baú.
Sinal dos tempos
A comemoração do 6 de Agosto deu uma dura lição aos políticos da FPA. O povo praticamente ignorou a presença deles, mas fez questão de cercar e tirar foto com os de oposição. O tempo muda tudo.
Apelo
Convenção da oposição, realizada no dia 4 passado, fez um apelo pela chamada “Campanha Limpa”, baseada em projetos e sem ataques. Dizem eles que é isso o que o povo quer. Será?
Mal na foto
O prefeito de Senador Guiomard não está bem na foto. Ruas esburacadas, sem iluminação e postos de saúde sem médicos e sem medicamentos não depõem a favor de André Maia (PSD).
Vaidade
Tem prefeito que deixa a cidade toda esburacada, mas não pode ver uma marquinha na cara que corre aplicar botox.
Teoria da conspiração
O coronel Ulysses recuou e decidiu manter a candidatura por um motivo muito simples: se insistisse em apoiar Gladson Cameli (PP) iria sozinho. Ninguém no PSL o acompanharia. E um coronel só não faz verão, nem ajuda um candidato de oposição. É apoio descartado.
Teoria da conspiração II
Se insistisse na aventura, o coronel Ulysses acabaria sem partido e estaria pondo um ponto final na sua nascente carreira política. O partido se recomporia em torno de outro nome. Tudo isso foi explicado ao militar que entendeu que arrastaria na desgraça o nome de amigos pessoais que jogou na política. Já estavam sobrando candidatos ao governo e ao Senado no PSL. Todos fazendo nome para a próxima eleição.
Teoria da Conspiração III
Besteira maior é atribuir o recuou de Ulysses ao PT. Ele candidato não altera em nada o resultado e ainda vai estar com Gladson Cameli no segundo turno. O resto é ilação.
Castanha
Em 2018, o preço da castanha caiu. A razão é a instintiva relação entre oferta e procura. Houve grande extração no Acre, Mato Grosso, Rondônia, Pará. Além disso, Peru e Bolívia não compraram no volume que costumeiramente o fazem. Resultado: aumentou a oferta da castanha e o preço, naturalmente, caiu.
Poupancinha
O cenário só não foi drástico para o extrativista por conta da atuação da Cooperacre que comprou a lata por R$ 80 e teve que vender para a indústria mais barato. Operou, portanto, no vermelho. A diferença entre o preço comprado do extrativista e o preço vendido à indústria foi garantido por conta de “um caixa”… “uma poupança”… “uma gordurinha” que a Cooperacre usa justamente nesses casos.
Por quê?
Mas, por que o preço da castanha não baixa nos supermercados? É justamente por conta da lucratividade da cooperativa que pressiona para manter o preço em um determinado patamar. A lógica é vender aos supermercados cum uma determinada margem de lucro. Como os custos das empresas são praticamente os mesmos e a carga tributária é a mesma, os preços, além de não baixar, ficam muito próximos.
E o consumidor?
O consumidor regional amarga um pacotinho de 500 gramas em torno de R$ 25. É de lascar! Mas, é assim mesmo! Quem disse que viver na floresta é barato. Há a opção de não comprar também. No Acre, só sobrevivem os fortes.
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