Mavi contabiliza prejuízos, comparado ao passado
Mavi Oliveira é vendedora há 21 anos. Trabalha vendendo velas e arranjos no Dia de Finados. O ritual de reverenciar a lembrança das pessoas queridas que já morreram representa oportunidade de ganho extra para a comerciante.
“É um momento especial que muitos valorizam e estamos aqui para que esse momento ocorra da maneira mais bonita possível”, afirmou, enquanto ajeitava um arranjo de flores.
Mas, o Dia de Finados há muito deixou de ter a importância que tinha no passado. Mavi mesmo está pessimista quanto ao rendimento do trabalho. Ela calcula que esse ano tenha prejuízo. “Cinquenta por cento”, calcula. O movimento foi fraco nos cemitérios da cidade.


