Tudo normal
Os deputados estaduais aprovaram, por unanimidade, a convocação de um grupo de gestores responsáveis pelo planejamento estratégico. A votação unânime não deixa dúvidas de que os parlamentares querem saber quais os rumos foram traçados para os próximos anos. Até aí, tudo normal. É parte do trabalho do parlamento.
Quem?
Quais foram os gestores convidados? O procurador-geral João Setti; controlador-Geral, Oscar Abrantes; o chefe da Casa Civil, José Ribamar; a secretária de Fazenda Semíramis Dias; o secretário de Planejamento, Raphael Bastos.
Freio de mão
Dentro do próprio governo e nas rodas mais restritas de representações classistas, essa turma é conhecida como a “Turma do Freio de Mão”. Exceção feita ao secretário de Planejamento, Raphael Bastos, que foge do perfil. Os demais, tendem a repetir o mantra “não pode; não dá”.
Pressa
O Acre tem pressa. Uma parte da iniciativa privada apostou alto na ideia de uma economia minimamente aquecida. O que, por aqui, significa obras do Governo do Estado em execução. É claro que ninguém defende a ideia de que as obras tenham que ser feitas ao arrepio da lei. Mas ter ao lado um grupo que só diz que “não pode; não dá” não dará ao governador Gladson a agilidade que o eleitor lhe exigiu nas urnas.
Papo reto
Informalmente (e sobretudo), Fazenda, Gabinete Civil e Controladoria Geral são determinações diretas que saíram do gabinete do conselheiro Antonio Malheiros, um homem que tem todas estimativas relacionadas ao Acre para os próximos anos (das mais pessimistas às menos otimistas).
Uma hora
Chegará uma hora em que Gladson vai ter que optar entre ouvir os conselhos do pai, Eládio Cameli, e do tutor informal, Malheiros, e arriscar colocar a digital com a pressa que o Acre exige. E isso sem agredir a legislação. Nenhuma delas. Sobretudo a ambiental. É um desafio e tanto.
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