Atuação do goleiro foi avaliada à parte
Tios e primos do goleiro da seleção Brasileira Weverton Pereira da Silva acompanharam juntos o primeiro jogo do acriano nas Olimpíadas. Mesmo sem o gol, a família avaliou positivamente a atuação do goleiro e da seleção contra a África do Sul.
A garagem de uma das tias do goleiro Weverton se transformou em sala pra abrigar todos os parentes que queriam torcer juntos. Cerca de 20 pessoas entre tio, tias e primos pararam na tarde desta quinta-feira (4), na expectativa de ver a seleção fazer bonito, especialmente o goleiro, que faz história como o primeiro acreano a integrar a seleção brasileira de futebol.
O silêncio da torcida marcou os primeiros momentos da partida. Dona Maria Antônia, tia do Weverton não conseguia descrever a sensação de ver o sobrinho numa situação de tanta responsabilidade. “É um misto de tensão e emoção, cada vez que a bola vai em direção aos gols”, disse.
Com um placar modesto, ela sugeriu o que seria o resultado do jogo. “Se terminar em 2 a zero tá de bom tamanho”, palpitou. A cada lance perigoso para Weverton ou de oportunidades para o Brasil, os gritos eram os mesmos.
Com o fim do primeiro tempo em zero a zero, uma pausa pra refrescar a garganta e o corpo, afinal, a tarde fez muito calor.
Anderson Lino, não teve tempo de colocar a camisa verde e amarela, porque saiu direto da escola para torcer pelo primo. “Estou muito ansioso, com coração acelerado pra que não venha ocorrer nenhum gol contra o Brasil”, disse o jovem.
No segundo tempo, a expectativa aumentou por ver sair o tão esperado primeiro gol e ainda, que Weverton não deixasse nenhuma bola passar.
Mas o jogo encerrou no zero a zero. Mesmo assim, para a família do acreano, a avaliação da partida foi positiva. “Não tiveram sorte, mas fizeram um bom trabalho”, disse Angelina Pereira.
“Faltou o gol, mas o que é importante é que o Brasil não sofreu nenhum gol”, disse José Pereira, único homem adulto entre o grupo de mulheres.
Para Ítalo, que acompanhou o jogo com o uniforme de goleiro que ganhou de Weverton, o primo mais velho fez uma bela partida. “Ele jogou bem, defendeu bem”, disse o garotinho de 7 anos de idade.
Tios e primos do goleiro da seleção Brasileira Weverton Pereira da Silva acompanharam juntos o primeiro jogo do acreano nas Olimpíadas. Mesmo sem o gol, a família avaliou positivamente a atuação do goleiro e da seleção contra a África do Sul.
A garagem de uma das tias do goleiro Weverton se transformou em sala pra abrigar todos os parentes que queriam torcer juntos. Cerca de 20 pessoas entre tio, tias e primos pararam na tarde desta quinta-feira (4), na expectativa de ver a seleção fazer bonito, especialmente o goleiro, que faz história como o primeiro acriano a integrar a seleção brasileira de futebol.
O silêncio da torcida marcou os primeiros momentos da partida. Dona Maria Antônia, tia do Weverton não conseguia descrever a sensação de ver o sobrinho numa situação de tanta responsabilidade. “É um misto de tensão e emoção, cada vez que a bola vai em direção aos gols”, disse.
Com um placar modesto, ela sugeriu o que seria o resultado do jogo. “Se terminar em 2 a zero tá de bom tamanho”, palpitou.
A cada lance perigoso para Weverton ou de oportunidades para o Brasil, os gritos eram os mesmos. Com o fim do primeiro tempo em zero a zero, uma pausa pra refrescar a garganta e o corpo, afinal, a tarde fez muito calor.
Anderson Lino, não teve tempo de colocar a camisa verde e amarela, por que saiu direto da escola pra torcer pelo primo. “Estou muito ansioso, com coração acelerado pra que não venha ocorrer nenhum gol contra o Brasil”, disse o jovem.
No segundo tempo, a expectativa aumentou por ver sair o tão esperado primeiro gol e ainda, que Weverton não deixasse nenhuma bola passar.
Mas o jogo encerrou no zero a zero. Mesmo assim, para a família do acreano, a avaliação da partida foi positiva. “Não tiveram sorte, mas fizeram um bom trabalho”, disse Angelina Pereira.
“Faltou o gol, mas o que é importante é que o Brasil não sofreu nenhum gol”, disse José Pereira, único homem adulto entre o grupo de mulheres.
Para Ítalo, que acompanhou o jogo com o uniforme de goleiro que ganhou de Weverton, o primo mais velho fez uma bela partida. “Ele jogou bem, defendeu bem”, disse o garotinho de 7 anos de idade.
Tios e primos do goleiro da seleção Brasileira Weverton Pereira da Silva acompanharam juntos o primeiro jogo do acriano nas Olimpíadas. Mesmo sem o gol, a família avaliou positivamente a atuação do goleiro e da seleção contra a África do Sul.
A garagem de uma das tias do goleiro Weverton se transformou em sala pra abrigar todos os parentes que queriam torcer juntos. Cerca de 20 pessoas entre tio, tias e primos pararam na tarde desta quinta-feira (4), na expectativa de ver a seleção fazer bonito, especialmente o goleiro, que faz história como o primeiro acriano a integrar a seleção brasileira de futebol.
O silêncio da torcida marcou os primeiros momentos da partida. Dona Maria Antônia, tia do Weverton não conseguia descrever a sensação de ver o sobrinho numa situação de tanta responsabilidade. “É um misto de tensão e emoção, cada vez que a bola vai em direção aos gols”, disse.
Com um placar modesto, ela sugeriu o que seria o resultado do jogo. “Se terminar em 2 a zero tá de bom tamanho”, palpitou. A cada lance perigoso para Weverton ou de oportunidades para o Brasil, os gritos eram os mesmos.
Com o fim do primeiro tempo em zero a zero, uma pausa pra refrescar a garganta e o corpo, afinal, a tarde fez muito calor.
Anderson Lino, não teve tempo de colocar a camisa verde e amarela, por que saiu direto da escola pra torcer pelo primo. “Estou muito ansioso, com coração acelerado pra que não venha ocorrer nenhum gol contra o Brasil”, disse o jovem.
No segundo tempo a expectativa aumentou por ver sair o tão esperado primeiro gol e ainda, que Weverton não deixasse nenhuma bola passar.
Mas o jogo encerrou no zero a zero. Mesmo assim, para a família do acreano, a avaliação da partida foi positiva. “Não tiveram sorte, mas fizeram um bom trabalho”, disse Angelina Pereira.
“Faltou o gol, mas o que é importante é que o Brasil não sofreu nenhum gol”, disse José Pereira, único homem adulto entre o grupo de mulheres.
Para Ítalo, que acompanhou o jogo com o uniforme de goleiro que ganhou de Weverton, o primo mais velho fez uma bela partida. “Ele jogou bem, defendeu bem”, disse o garotinho de 7 anos de idade.


