Sonoro não
O senador Sérgio Petecão (PSD) está bem desgostoso com o governador eleito, Gladson Cameli (PP). Passada a campanha, Cameli só tem dito “não” ao senador. O último foi quando Petecão tentou emplacar Marivaldo Melo na Secretaria da Fazenda e ouviu de Gladson um sonoro “não”.
Marivaldo
Marivaldo Melo foi candidato a deputado federal pelo partido de Petecão. Tinha a Febraban do lado dele, porque tinha sido presidente do Basa. Só não se elegeu porque não aprendeu a fazer campanha com o mestre Petecão.
Pito
O senador Sérgio Petecão cobrou da prefeita Marilete Vitorino (PSD) a falta de empenho do secretariado dela na campanha dele. No município de Tarauacá, Jorge Viana teve mais votos que Petecão. Marilete, que colocou a estrutura da prefeitura a serviço da campanha de Nicolau Júnior (PP), fez uma reunião com o senador que, publicamente, colocou a culpa nos secretários municipais.
Fora da Páscoa
Após a tentativa de emplacar o ex-secretário Alércio Dias, na secretaria de Educação, o senador Sérgio Petecão tentou indicar o fiel escudeiro dele, Carlos Augusto, o Coelho, como secretário da pasta. Mais um pouco e vai pedir a secretaria de Pequenos Negócios para o anão Montana, achando que o nome se refere a tamanho.
Lava
Militante da campanha de Ney Amorim se vingou da ex-secretária Suely Melo. A moça encontrou Suely e perguntou se era ela mesma, ao receber a resposta positiva, disse: “Ah! A Suely dos áudios! A senhora não tem vergonha, não?”
Dengue
Gerência de Endemias do Estado e a Coordenação da Vigilância Epidemiológica do Acre confirmam a epidemia de dengue no município de Feijó. Nesse ano de 2018, há 454 casos notificados (sob suspeita). O resultado dos exames depende de liberação de kits para avaliação dos “soros” (sangue). Mas os agentes de Estado estimam que entre 300 e 310 casos devem ser confirmados.
Epidemia
É de lascar! De 5 casos em 2017 para, no mínimo, 300 este ano é um cenário poucas vezes visto. Os profissionais em Saúde do Estado já esperavam o ciclo epidêmico (de quatro em quatro anos) para 2017. Não veio. Mas os prefeitos foram notificados e alertados. Sem recursos e sem pessoal não tomaram providências necessárias.
Envira
O drama de Feijó é agravado por causa do município amazonense de Envira que vive um surto da doença também. O problema é que o Governo do Amazonas não parece muito preocupado com a situações dos envirenses. Sem barreira sanitária na divida dos dois municípios, Feijó fica ainda mais vulnerável. Chegam pelo menos 10 embarcações diárias em Feijó vindas de Envira.
Apoio
O Estado realiza o apoio necessário às prefeituras. Já faz parte do trabalho da Gerência de Endemias e da Vigilância Epidemiológica. Plano de enfrentamento ao mosquito, fluxo de trabalho, ações de campo são rotina para os profissionais da Sesacre
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