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Tiradentes, o brasileiro de duas faces

por Renata Moura
21 de abril de 2014
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“Com baraço e pregão seja levado pelas ruas públicas desta Cidade ao lugar da forca e nela morra morte natural para sempre e que separada a cabeça do corpo seja levada a Vila Rica, donde será conservada em poste alto junto ao lugar da sua habitação, até que o tempo a consuma; que seu corpo seja dividido em quartos e pregados em iguais postes pela estrada de Minas nos lugares mais públicos, principalmente no da Varginha e Sebollas; que a casa da sua habitação seja arrasada, e salgada e no meio de suas ruínas levantado um padrão em que se conserve para a posteridade a memória de tão abominável Réu, e delito e que ficando infame para seus filhos, e netos lhe sejam confiscados seus bens para a Coroa e Câmara Real.”

Esta foi a sentença de morte proferida a Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, há exatos 222 anos. O dia era 21 de abril de 1792. Ele foi condenado pelo crime de conspiração à coroa portuguesa, que dominava o Brasil naquela época.

Os pesados impostos cobrados aos moradores de Minas Gerais foram o estopim para uma revolta que ficou conhecida como “Inconfidência Mineira”. Em 1789, o povo foi as ruas e pediu pelo fim da monarquia e implantação da república.

Para abafar o movimento, à coroa logo tratou de prender os líderes. Entre os detidos, estava Tiradentes. A princípio, ele negou participação na revolta, mas posteriormente assumiu toda a responsabilidade.

Foram três anos de espera na cadeia. Por meio de carta de clemência, a rainha D. Maria I pois fim ao processo. Apenas o alferes Tiradentes foi condenado a morte pelo crime que cometeu. Os outros que estiveram envolvidos ficaram exilados.

A execução

Era manhã de sábado quando Tiradentes saiu do presídio, percorreu as ruas centrais do Rio de Janeiro, e foi até o local da execução. Para mostrar força e ao mesmo tempo amedrontar a população, foram gastas 18 horas entre a leitura da sentença e o enforcamento daquele que foi considerado o traidor da coroa portuguesa.

Após a morte, ele teve o corpo esquartejado e exposto nas localidades mineiras que promoveram a inconfidência. Algumas partes foram espalhadas por estradas de Minas Gerais. A casa em que morava foi completamente destruída. Até sal foi jogado para que nada germinasse no terreno. Para o império, esta foi a imagem que ficou de Joaquim José da Silva Xavier.

De traidor da coroa a herói da República

Só em 1889, que Tiradentes volta a ser lembrado. Durante o império, o traidor é totalmente esquecido. O historiador Boris Fausto argumenta que o espetáculo montado durante a execução de Tiradentes despertou a ira da população que de certa forma preservou a imagem do inconfidente.

No movimento que conseguiu transformar o Brasil em república, Tiradentes volta a ser lembrado e posto como um verdadeiro herói. Os idealizadores chegam a compará-lo com o próprio Jesus Cristo, tamanho sofrimento e injustiça com a sentença de morte.

Além de transformar a data de morte em feriado nacional, outras homenagens foram dadas a Tiradentes. Pelo país, é comum encontrar homenagens (ruas, avenidas, prédios públicos e praças). Além de disso, aquele que durante muitos anos foi considerado inimigo, foi o primeiro a ter o nome gravado no livro do Panteão da Pátria e da Liberdade como herói nacional.

De traidor da coroa a herói nacional

 

Tiradentes, o brasileiro de duas faces

 

“Com baraço e pregão seja levado pelas ruas públicas desta Cidade ao lugar da forca e nela morra morte natural para sempre e que separada a cabeça do corpo seja levada a Vila Rica, donde será conservada em poste alto junto ao lugar da sua habitação, até que o tempo a consuma; que seu corpo seja dividido em quartos e pregados em iguais postes pela estrada de Minas nos lugares mais públicos, principalmente no da Varginha e Sebollas; que a casa da sua habitação seja arrasada, e salgada e no meio de suas ruínas levantado um padrão em que se conserve para a posteridade a memória de tão abominável Réu, e delito e que ficando infame para seus filhos, e netos lhe sejam confiscados seus bens para a Coroa e Câmara Real.”

Esta foi a sentença de morte proferida a Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, há exatos 222 anos. O dia era 21 de abril de 1792. Ele foi condenado pelo crime de conspiração à coroa portuguesa, que dominava o Brasil naquela época.

Os pesados impostos cobrados aos moradores de Minas Gerais foram o estopim para uma revolta que ficou conhecida como “Inconfidência Mineira”. Em 1789, o povo foi as ruas e pediu pelo fim da monarquia e implantação da república.

Para abafar o movimento, à coroa logo tratou de prender os líderes. Entre os detidos, estava Tiradentes. A princípio, ele negou participação na revolta, mas posteriormente assumiu toda a responsabilidade.

Foram três anos de espera na cadeia. Por meio de carta de clemência, a rainha D. Maria I pois fim ao processo. Apenas o alferes Tiradentes foi condenado a morte pelo crime que cometeu. Os outros que estiveram envolvidos ficaram exilados.

A execução

Era manhã de sábado quando Tiradentes saiu do presídio, percorreu as ruas centrais do Rio de Janeiro, e foi até o local da execução. Para mostrar força e ao mesmo tempo amedrontar a população, foram gastas 18 horas entre a leitura da sentença e o enforcamento daquele que foi considerado o traidor da coroa portuguesa.

Após a morte, ele teve o corpo esquartejado e exposto nas localidades mineiras que promoveram a inconfidência. Algumas partes foram espalhadas por estradas de Minas Gerais. A casa em que morava foi completamente destruída. Até sal foi jogado para que nada germinasse no terreno. Para o império, esta foi a imagem que ficou de Joaquim José da Silva Xavier.

De traidor da coroa a herói da república

Só em 1889, que Tiradentes volta a ser lembrado. Durante o império, o traidor é totalmente esquecido. O historiador Boris Fausto argumenta que o espetáculo montado durante a execução de Tiradentes despertou a ira da população que de certa forma preservou a imagem do inconfidente.

No movimento que conseguiu transformar o Brasil em república, Tiradentes volta a ser lembrado e posto como um verdadeiro herói. Os idealizadores chegam a compará-lo com o próprio Jesus Cristo, tamanho sofrimento e injustiça com a sentença de morte.

Além de transformar a data de morte em feriado nacional, outras homenagens foram dadas a Tiradentes. Pelo país, é comum encontrar homenagens (ruas, avenidas, prédios públicos e praças). Além de disso, aquele que durante muitos anos foi considerado inimigo, foi o primeiro a ter o nome gravado no livro do Panteão da Pátria e da Liberdade como herói nacional.

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