Cara feia
O presidente regional do MDB, deputado federal Flaviano Melo, não gostou nem um pouco da declaração de apoio à Jair Bolsonaro (PSL) dada pelo candidato ao Senado do partido, Marcio Bittar, numa reunião na comunidade do Caquetá. Bittar cobrou fidelidade dos partidos da coligação em torno da candidatura dele, mas não mostra fidelidade ao candidato do MDB à Presidência da República, Henrique Meirelles. Liderança do partido já fala em deixar o candidato ao Senado à própria sorte. Vixe!
Sem patente
Já o coronel Ulysses (PSL) parece que, desde o episódio do “vai, mas não vai e acaba ficando”, resolveu fazer corpo mole, na campanha para o Governo do Estado. Alega estar tendo muito trabalho para preparar a visita de Jair Bolsonaro. Línguas ferinas falam em apoio velado à campanha de Marcus Alexandre (PT). Aliás, Ulysses saiu do PT, mas o PT não saiu dele. Ninguém esqueceu que ele foi segurança de Tião Viana (PT) e que foi fazer curso nos Estados Unidos, graças a Binho Marques (PT). Pelo jeito, nem ele!
Sozinho
O problema é o PT apostar no apoio de Ulysses num eventual segundo turno e quebrar a cara. O PSL, enquanto partido, não tem a menor intenção de apoiar Marcus Alexandre (PT). E uma andorinha só não faz verão, ou um coronel sozinho, não define uma eleição.
Incontrolável
O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB), foge a qualquer controle. No lançamento da candidatura da mulher dele, Marileide Serafim, ele discursou três vezes. Cada vez que lembrava de alguma coisa, tomava o microfone das mãos de quem estivesse discursando. Uma das “vítimas” foi o senador Sérgio Petecão (PSD) que teve o microfone arrancado das mãos.
Das viúvas
E por falar em Sérgio Petecão, ele conseguiu um reforço de peso em Cruzeiro Sul. Capitaneadas pela viúva do ex-governador Orleir Cameli, uma turma de senhoras sai às ruas todas as tardes na cidade em busca de votos para Petecão. O trabalho da turma é tão consistente, que ninguém duvida do sucesso da campanha.
Pesquisas
O conflito entre os números nas pesquisas realizadas no Acre é tão absurdo que até o Ministério Público resolveu investigar. Nos bastidores da política, o que mais se ouve é que tem um candidato ao Senado cujos votos só aparecem nas pesquisas.
Duelo de líderes
Os deputados Lourival Marques (PT), líder do PT e Daniel Zen (PT), líder do governo, disputam o mesmo eleitorado e sabem que só um dos dois voltará para a Assembleia Legislativa. Ou seja, tem-se aqui um caso único de Líder brigando contra Líder. Nas contas dos dois parlamentares, Leila Galvão vem eleita do Alto Acre, Jonas Lima idem de Mâncio Lima. Sobra então, apenas uma vaga para a disputa dos líderes.
Difícil
Muito difícil crer nessa propalada briga entre os caciques comunistas Edvaldo Magalhães e Eduardo Farias que resultaria em benefício eleitoral para Jenilson Lopes. Parece mais óleo esquentando para a fritura de Jenilson, conhecido por não ajoelhar e rezar na cartilha dos presidentes do partido. Como o eleitorado de Jenilson é pulverizado em todos os partidos e o PCdoB não tem condições de eleger mais que um deputado estadual, é só somar dois mais dois.
Mais um
Jenilson Lopes poderá ser mais um que abandona o PCdoB, caso se concretize o boicote. Há muito tempo vários partidos vem tentando seduzir o parlamentar. Aliás, o que se anuncia no horizonte é um troca-troca de partidos generalizado logo após a eleição. Pelo menos no âmbito estadual.
Desemprego jovens
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio aponta como é grave a situação da falta de trabalho entre a população mais jovem. Os dados da Pnad estão relacionados ao segundo trimestre de 2018. No Acre, o IBGE revela que a taxa de desocupados no estado é de 13,5%. O estudo diz também que mais de dois terços deles são de jovens entre 14 e 24 anos.
Sugestões, críticas e informações quentinhasdaredacao2@gmail.com

