República
Muito se fala na tal de “postura republicana”. Não é uma medida qualquer. A Caixa Econômica Federal ensaiou fazer o que exige a lei. Foi pressionada pelo “princípio da razoabilidade” sacado pelo governador Tião Viana para garantir os R$ 94 milhões para os ramais.
República II
O que a Caixa Econômica exigia não era nada a mais do que diz a Lei Orçamentária que preconiza ser ela, a Caixa, a instituição que deve acompanhar a aplicação dos recursos dos convênios firmados pelos ministérios.
Governo do Acre
O Governo do Acre também tinha lá a sua dose de razão: fez obras em ramais onde deveria haver investimento federal, está com o caixa no mínimo possível e não pode perder dinheiro por causa de pontes, galerias e drenagens.
Lição
Mas, que fique a lição. O susto foi grande… Bom seria se 2018 marcasse o último ano da simples e velha “raspagem” dos ramais… aquele dinheiro público que vai embora em todo inverno.
Dia 4
No dia 4, na reunião na Amac, o Governo do Acre chega menos tenso para a conversa com prefeitos.
Dois
Rodrigo Forneck (PT) e Eduardo Farias (PCdoB) os dois únicos na Câmara de Vereadores que não enxergam a Política como palco para destilar preconceitos. A discussão em torno do Estatuto da Família há muito deixou de ser uma questão técnico-jurídica. Virou um problema político. E o que se viu foi simples: há parlamentares que entendem a Política como um instrumento de emancipação e outros que a usam para solapar exclusão, preconceito e para piorar, fundamentados em religiões.
E a cidade…
E a cidade explodindo de problemas. Ou não?
Não é por aí
Erram lideranças do movimento LGBT em insinuações sobre vida sexual de parlamentares que votaram pela derrubada do veto da prefeita Socorro Neri. A batalha tem que ser travada na seara política. Em alto nível. Perder exige alguma dignidade. É bom não chafurdar na lama do comportamento privado de ninguém.
Cerca
O Acre é terra de cercas, com uma ripa bem longe uma da outra.
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