Maestro
Antônio Klemer já não é mais parte do time da Prefeitura de Rio Branco. Ele é, no linguajar do povo, “ninja”. Conseguiu emplacar aos atos e solenidades oficiais do prefeito Marcus Alexandre um ar de irreverência e despojamento, aliado à informação. Em uma expressão: olhava para o gato, para o peixe e ainda cuidava da frigideira com óleo quente.
“Lacuna vazia”
Com isso, deixa uma “lacuna vazia” (uma expressão muito dele) no Conjunto Habitacional e Musical Remela de Gato que tanto barulho fez nas inaugurações de Marcus nos últimos 6 anos. Quem substitui Klemer é Lina Graziela, profissional especializada e com muita experiência na área. E o Klemer, não era especializado? O Klemer é especializado em povo, aperta mão de gente cotó e ainda sapeca Neocid em cabeça de menino piolhento na periferia.
Nova prefeita
Não são poucas as especulações a respeito da gestão de Socorro Neri à frente da Prefeitura de Rio Branco. A coluna tem lá certas desconfianças de que Neri vá “fazer um limpa” na PMRB. Certo é que ela será a prefeita da cidade até 31 de dezembro de 2020. Tem bom tempo de gestão. Mas, não vai fazer nada além do óbvio.
Nova prefeita II
Há vários fatores que inibem as vontades da nova prefeita. O primeiro (e fundamental) é contábil: o caixa está pequeno, sem dinheiro. Para usar uma expressão empolada: as burras estão vazias. E sem dinheiro a possibilidade de ser ousado diminui. O segundo fator é político: Neri é persona nova no grupo. Ela, para usar uma expressão popular, “não se manda”. Ainda. Está no cargo em função do partido (PSB). E, no momento, quando se lê PSB na Frente Popular, raciocina-se César Messias.
Escola da Floresta
A Escola da Floresta pode ser, em certa medida, “cedida” para o Instituto Federal do Acre. Isso está sendo avaliado pelo departamento jurídico do instituto junto com procuradoria e Casa Civil. Com isso, o Governo do Acre se livra de uma parte das despesas da escola.
Escola da Floresta II
A “Gestão compartilhada – IFAC-IDM” (quem gerencia a Escola da Floresta é o Instituto Dom Moacyr) é um argumento técnico jurídico. Mas, o fato puro e simples é que a medida pode ser colocada no mesmo paneiro daquelas que visam diminuir o custeio da máquina pública para o Estado.
Com isso…
Claro, com isso, o Ifac também ganha porque os alunos do instituto federal passam a poder usufruir da estrutura do lugar, com 400 hectares e área construída de 6,2 mil metros quadrados. “O processo foi publicado no diário oficial, no final do ano passado, e agora foi criada uma comissão para definir como será essa gestão”, explica a assessoria do Governo.
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