Guerra
Nas redes Sociais, a oposição se esfacela. São todos contra o DEM e PMDB x PMDB. Difícil essa união, para não dizer impossível. A FPA aplaude e incentiva com cara de paisagem para não dar bandeira.
Mágoa
O DEM de Tião Bocalom não poupa críticas ao senador Gladson Cameli (PP). Para eles foi a irresponsabilidade de Cameli que os jogou na 3ª via. Gladson prometeu o cargo de vice ao deputado federal Alan Rick (DEM) e pediu 15 dias para arranjar um jeito de explicar a decisão ao PSDB, a quem já havia feito a mesma promessa.
Mágoa II
Gladson chegou a prometer ao senador José Agripino e ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, as duas maiores expressões nacionais do DEM, que seu vice seria Alan Rick, do Democratas.
Quantos?
A pergunta que não cala é: “De quantos vices é feita a candidatura Gladson Cameli?” Ele já prometeu ao DEM, e roeu a corda. Ao PSDB e roeu. Ao PTB, ao PMDB e de novo ao PSDB. E adivinhem? Já está roendo a corda de novo.
Dúvida
As estripolias do candidato da oposição que já jogaram uma ala expressiva do DEM para fora da candidatura da oposição vão acabar jogando os tucanos para fora desse ninho, mas não necessariamente para junto ao DEM. Faz tempo que a coluna alerta para a possibilidade de mais uma candidatura ao Governo do Acre. Major Rocha (PSDB).
Alerta
A coluna também vem anunciando e mantém a ideia que o vice de Gladson virá das hostes antigas do PMDB. Que virá com a benção de Flaviano Melo e que o vice de Cameli pode ser encontrado no TCE.
Fora
O vice-presidente do DEM, Frank Lima, garante que a candidatura Gladson Cameli está fazendo água. Segundo ele, até os chamados “Notáveis”, grupo formado para aconselhar politicamente Gladson, já abandonou o barco. O grupo dos Notáveis era formado pelos ex-deputados João Correia; Normando Sales; Osmir Lima e Luiz Calixto.
Sem função
Dizem que os notáveis abandonaram o barco porque não tinham o que fazer. Cansaram de falar pelo ouvido direito do senador e verem as palavras saírem intactas pelo ouvido esquerdo, sem deixarem qualquer resíduo lá dentro.
Dividido
O DEM está dividido. De um lado o grupo do Tião Bocalom, que optou pela candidatura do coronel Ulysses (Patriotas), ao Governo do Acre, e de outro, os que seguem a candidatura Gladson Cameli. Nessa guerra, alguém vai perder o partido.
Desabafo
O vice-presidente do DEM reagiu às críticas contra Bocalom, dizendo que não entende uma oposição que fala mal de Bocalom e não dá um pio sobre as acusações de desvios de obras públicas na BR-364 executadas pelo governo petista.
Marina
“Acho que a sociedade precisa ganhar uma eleição”. A frase foi dita pela ex-ministra e ex-senadora Marina Silva no programa Gazeta Entrevista, conduzido pelo apresentador Rogério Wenceslau. É uma frase que merece atenção.
Marina II
A pré-candidata pela Rede Sustentabilidade à Presidência da República, como não poderia ser diferente, já iniciou a empreitada. Ela quer fortalecer a retórica de que a polarização entre PT e PSDB não pode pautar o debate na campanha.
Não é negativa
Entender que “a sociedade nunca ganhou uma eleição” é dizer que os eleitos, em alguma medida, não representaram o povo. É uma frase incômoda porque questiona a qualidade da democracia brasileira. Não se trata de negar a própria história (uma vez que ela mesma compôs o primeiro governo de Lula). Trata de querer melhorar a representatividade política do povo nos cargos eletivos.
Minoru
Ela vem lançar a candidatura do reitor da Ufac, Minoru Kinpara, ao Senado pela Rede Sustentabilidade. É uma candidatura que vai “tirar” o sono de alguns da Frente Popular. É um professor que qualifica o debate. Além de Minoru, os outros nomes com mais densidade e presença em mídia são Carlos Gomes (que teve um desempenho surpreendente na eleição para a Prefeitura de Rio Branco) e o jovem advogado Gabriel Santos (que foi candidato a vice na mesma chapa). A Rede vem enjoada para 2018.
Banco Central
Marina negou que tenha defendido a independência do Banco Central. Lembrou que foi uma ideia defendida pelo então companheiro de chapa Eduardo Campos. “O que eu defendo é a autonomia do Banco Central”. Pronto. Feita a correção.
Justiça
Já vai dobrando a esquina o tempo em que se dizia que gente poderosa e rica não ia presa no Brasil. Pode ser uma visão otimista demais. No entanto, alguma coisa na Justiça melhorou. Os fatos mostram. O poderoso do dia que recebeu o “teje preso!” foi Maluf. Uma vitória do Ministério Público.
Soja
A coluna Quentinhas da Redação dedicou bom espaço para tratar a respeito da questão da soja no Acre na semana passada. E disse que a produção agrícola subiria os palanques da campanha do ano que vem. A coluna errou. Ano que vem é tarde demais. A politização ocorre agora.
Soja II
Pois eis que o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre, Assuero Veronez, é um desses teimosos que insistem em produzir soja no Acre. Tudo bem que o alvo final dele é carne. Sempre foi: Mas, no processo de melhoramento de pastagem, há como fazer consórcios rentáveis entre lavoura/pecuária. E a soja é parte da tarefa.
Esse é o Acre…
“Prezados, hoje estou recebendo um prêmio pela ousadia e pioneirismo em plantar soja. Uma multa do Imac. E um provável processo do MP na sequência. Esse é o Acre que queremos ver desenvolver…” foi o que disse Veronez em uma rede social.
Imac
A assessoria do Governo foi contatada para que se explicasse dos motivos que fizeram o produtor ser multado. Eis a resposta:
A situação dos plantios agrícolas foi notificada no ano passado para que os proprietários das áreas solicitassem os respectivos licenciamentos ambientais, no caso da cultura da cana, conforme prevê a legislação estadual;
Por requisição do MPF, que foi acionado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Nacional (IPHAN), foram realizadas novas vistorias e, contrariando as Resoluções 03 e 04 do Conselho Estadual de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (Cemact) os referidos plantios estavam sem o licenciamento;
Face às situações acima, os proprietários foram notificados e receberam penalidade administrativa devido à ausência de licenciamento ambiental da atividade agrícola, com o valor de R$ 1.000,00/propriedade;
Ingressado o processo de licenciamento da atividade a propriedade fica desembaraçada até a expedição da licença.
Sugestões, críticas e informações quentinhasdaredacao2@gmail.com
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