Em polvorosa
Ex-prefeito de Brasileia, Aldemir Lopes (PMDB) voltou para a prisão, por conta da Operação Labor, que investiga fraudes em licitações. Segundo a polícia, o desvio atingiu cerca de R$ 1 milhão.
PMDB de barranco
Marcio Bittar, pré-candidato ao Senado pelo PMDB, vai ter o nome referendado pelo presidente nacional do Glorioso, senador Romero Jucá. Para um candidato que tanto critica a gestão local do PT, alegando falta de transparência e corrupção, ter Jucá anunciando a candidatura não chega a ser algo que devesse entusiasmar o eleitor minimamente informado.
PMDB de barranco II
Na quarta fase da Operação Labor executada em Brasileia e em Rio Branco, tinha peemedebistas para todos os gostos, inclusive dois ex-prefeitos. É um partido, de fato, muito preocupado com a corrupção. E, pelo jeito, não pretende mudar.
Fala …
General do Exército vem ao Acre conhecer ações de combate ao crime organizado. É de lascar!! Vem ao Acre aprender como desbaratar facções criminosas. É preciso levar o general para conhecer as zonas rurais de Capixaba e Porto Acre também. Talvez ele queira incluir no currículo um passeio por zonas totalmente dominadas pelas facções.
… sério
Aliás, as vilas rurais no Acre estão dominadas pelas drogas. Exemplo disso é o Caquetá e as vilas no entorno de Capixaba, além da Vila do V. A dependência química já atinge mais da metade da população jovem. Vão mostrar isso para o general?
Verdades
Não se sabe que tipo de informação chegou até a cúpula do Exército, a ponto de mandarem um general para cá, com a missão de “aprender a controlar facções criminosas”. O certo é que não foram informações lá muito próximas da realidade.
Forma
É preciso entender a lógica dessa agenda envolvendo o general. O Exército tem um departamento de informação que trata especificamente do tráfico. Há detalhamentos, por exemplo, sobre o funcionamento da Rota Solimões, uma rede de tráfico de cocaína pelos rios e o Acre integra essa rota pelo Juruá. Isso quer dizer que informações qualificadas o Exército tem. Se a agenda do general é uma forma de incentivar a agenda política de Emylson Farias, aí a conversa já toma outro rumo.
Tiro no pé
A forma como se divulgou a agenda é que o general “veio aprender com o Acre como se combate as facções criminosas”. Aí, é de lascar”! Nesse quesito, ninguém está ensinando a ninguém, não! Em nenhum lugar do Brasil. A situação está caótica em todo lugar e não há professor que ensine nada.
Ressuscitando
Sofrível essa tentativa dos partidos conservadores de tentar ressuscitar lideranças como José Bestene, apontado como futuro deputado. Bestene (PP), para a maioria da população, é um nome sem passado, sem presente e, politicamente, sem futuro.
Sem memória
A oposição ao Governo do Estado no Acre parece desmemoriada. Já esqueceram que José Bestene apoiou Raimundo Angelim (PT) e, em troca, conseguiu alugar vários prédios para a administração municipal? Quando a grana entra por uma porta, a ideologia sai pela outra.
Poderoso
Mas, uma coisa não se pode negar: Bestene é poderoso. Conseguiu até fazer a sede da administração municipal ser transferida para um bairro! Se não nos falha a memória, o aluguel do prédio para onde foi transferida a sede da prefeitura na administração Raimundo Angelim custava R$ 26 mil.
Hilariante
Foto que circulou nas redes sociais, mostrando o pré-candidato ao Senado pela PTN, Sanderson Moura, ao lado de Frank Lima do DEM, com a legenda “Filosofia e Política” foi saudada com gargalhadas pelos mais atentos que gostariam de ser uma mosca para ouvir a conversa entre os dois.
E agora?
Senador Gladson Cameli (PP), que anunciou da tribuna do Senado que a BR-364 receberia um “serviço sério”, porque agora o Acre tem uma superintendência do Dnit e que ele, Gladson, atestava o fato como engenheiro civil, corre o risco de ter a candidatura ao Governo do Estado atolada na BR- 364.
José?
Desde esta quarta-feira, parte da oposição ao Governo do Acre, teoricamente apoiadores da candidatura Gladson Cameli, anuncia que a BR-364 vai fechar e os municípios do Envira/Tarauacá e todo o Vale do Juruá ficarão isolados. Correndo o risco de ficarem inclusive sem energia elétrica.
Prioridades
Impressionante as prioridades na Assembleia Legislativa do Estado! Audiência Pública com representantes da operadora OI, para discutir os apagões de telefonia e internet, não tinha onde ser realizada, porque o plenário vai ser ocupado com a tradicional sessão solene de todas as quintas feiras: o auditório da Casa vai abrigar uma reunião de gente de fora do poder. Para que a audiência pública não tivesse que ser realizada no corredor, conseguiram a sala de reuniões. Insuficiente para acomodar os interessados.
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