Tensão
Estado de tensão nos bastidores da Câmara de Vereadores de Rio Branco. Uma forte articulação política, capitaneada pelo Sindicato dos Motoristas e Cobradores, pressiona para que os tucanos Célio Gadelha e Clézio Moreira retirem o nome da CPI do Transporte Coletivo.
Tensão II
Gadelha disse na sessão desta quinta-feira que vai avaliar a retirada do nome da CPI e Moreira nunca escondeu a antipatia pela iniciativa liderada pelo peemedebista Roberto Duarte. O fato é que qualquer debandada é a morte da comissão de investigação.
Comunicação
Uma parte da população compreende os atentados incendiários aos ônibus urbanos como uma reação popular ao possível aumento no preço das passagens.
Difícil
É difícil entender por que a polícia, já informada da possibilidade dos atentados, não evitou os incêndios. Deve haver uma explicação técnica.
Fiscalização
O Procon/AC precisa, realmente, rever os procedimentos. Disparar press-release informando de blitzen em postos de combustíveis é uma piada de gosto ruim para o consumidor. Anunciar com antecedência uma operação dessas é pedir para que os empresários desonestos se preparem para receber os fiscais. Não pode ser séria essa situação.
Geografia da Fome
Que bom seria se a iniciativa do deputado federal Raimundo Angelim (PT/AC) em trazer o professor e também colega de parlamento Patrus Ananias (PT/MG) não descambasse para a defesa de Lula.
Geografia da Fome II
A ideia do parlamentar acriano é trazer o ex-ministro do Fome Zero para discutir uma das obras de referência mundial na área de Ciências Humanas: “Geografia da Fome”, do brasileiro Josué de Castro. Nos 70 anos do lançamento da primeira edição do livro, valeria um debate sério sobre o tema em toda a complexidade. Uma pena se tudo não se restringir à defesa de Lula, Dilma etc. Em respeito, no mínimo, à Josué e sua obra.
Crédito
Mas, a obra “Geografia da Fome” é tão importante que vale o crédito pela iniciativa de Angelim e o desejo de que o geógrafo e sua memória sejam levados em conta.
Acres
JBS Austrália inicia somente agora o primeiro programa de carne orgânica certificada. Vai ser comercializado com o nome “Acres”. É bom o leitor saber disso para desfazer algumas meias verdades ditas no Acre a respeito da ideia “boi verde” que, na prática, não se sustenta nos pastos da região.
FGV perdendo
Já que o Acre se sente com autoridade de ser referência em tudo, poderia apresentar à Fundação Getúlio Vargas um case de sucesso. Esse moçoilo de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, é um gestor de referência. Impressionante!
Superações
É cada safra de prefeitos pior que outra. Como diriam os acrianos menos jovens… “Vôti!”
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