Calma, Petecão!
Repórter deste modesto site liga para saber do senador Sérgio Petecão uma avaliação da agenda do ministro Sarney Filho. O parlamentar atendeu em um tom acima. A irritação era evidente ao telefone. Ao que o escriba teve que reagir. “Calma, Petecão! Só quero a tua avaliação da agenda ministerial, homi!”
Deselegante
Mais calmo, o parlamentar respirou e abarcou. “Este senhor veio ao Acre e não teve a decência de informar os seus compromissos públicos. Como senador da República pelo Acre, achei, no mínimo, deselegante e desrespeitoso”.
Disputa
O senador Sérgio Petecão anda calculando muito já pensando em 2018. Todos calculam. O parlamentar traz no bolso uma equação que pode desagradar muito a alguns colegas da oposição. Mas, quem o conhece, sabe que a franqueza é uma das marcas. “O Jorge é muito forte. A Frente Popular vem com o nome dele e outro para compor chapa. Mas, o nome do governo para Senado é Jorge”, analisa.
Disputa II
A possibilidade de que o deputado estadual Ney Amorim emplaque a candidatura ao Senado pelo PT é mínima nesse cenário. Como emplacar dois candidatos do partido se o charme petista já não é o mesmo?
Soma
Já na oposição, o cálculo exige soma mais complexa. “Eu vou ser candidato. Isso é certo”, assegura. Nesse momento, começa a dança dos dedos. “O Marcio, Bocalom, Rocha, Flaviano, Vagner…”.
Cenários
Nas contas de Petecão, o nome do PMDB deve ser mesmo o de Flaviano Melo. “Vagner está impedido de se candidatar. E outra coisa: a família terá duas candidatas, Antônia Sales e Jéssica Sales”, descartou. O PSD do Acre vai se empenhar ao máximo para neutralizar as pretensões tucanas ao Senado. O “gesto” necessário é que ainda não está definido.
Movimento popular
A situação do movimento popular beira o drama. Uma referência da seara petista, o movimento popular ainda não encontrou em partidos como o PMDB, DEM e afins o mesmo tom de relação. Isso torna episódios como os do aumento da passagem do preço da passagem de ônibus um massacre.
Abandono
O PT no poder dá aos líderes comunitários a sensação de abandono. Os antigos amigos, agora, mediam o aumento do preço da passagem. Na prática, é isso.
Interditada
Duas celas da Delegacia de Flagrantes estão interditadas: as celas 1 e a cela 4. Agora, só há 3 à disposição para a prestação do serviço. Policiais asseguram que quem danificou a estrutura foram os próprios presos.
Quebra/conserta
O secretário de Estado de Polícia Civil, Flávio Portela, admitiu o problema e argumenta. “É um trabalho que não para. Como nós temos prendido muita gente nos últimos tempos, a rotatividade é grande. E os próprios presos quebram. Nós consertamos. E eles voltam a quebrar. Em alguns casos é possível identificar o autor do dano ao patrimônio. Mas, nem sempre é possível. É um problema constante”.
Sugestões, críticas e informações quentinhasdaredacao@gmail.com

