Incoerência
O secretário de Estado de Educação, Marco Antônio, enfrenta duas greves paralelas. Uma como patrão, no caso da paralisação dos professores estaduais, e outra como trabalhador, uma vez que é professor da Ufac, instituição que está em greve contra a contenção de despesas promovida pela Pátria Educadora.
Muro
A presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, precisou descer do muro ontem. A moça assumiu a difícil posição de lutar pelos trabalhadores em Educação (pero sin descontentar o governo, uma vez que é “petista rôxa”) tomou o microfone das mãos de um professor na assembleia do sindicato ontem pela manhã, alegando que não iria tolerar baixaria. O professor estava criticando o governo do Estado. Vôte!
Aliás
Essa encenação do Sinteac é apenas para manter a imegam de “aguerrida” do sindicato. Rosana e suas predileções políticas não conseguem ser maiores do que o sindicato. Deve aceitar o anúncio de reposição da inflação dividida em duas parcelas para 2016 e pronto. É o suficiente.
Nada
Nada há no Sinteac que não seja calculado pela régua do Palácio Rio Branco. Claro que a encenação disfarça bem. Mas, o Sinteac há muito não lembra a defesa da classe trabalhadora em Educação que ia para o embate com governos como Edmundo Pinto e Orlei Cameli. Isso não é opinião. É fato. Basta lembrar.
Apelou
Cansado de levar peia da oposição nos debates, com sua base fraca, o Governo do Estado optou por apostar na simpatia e falta de rejeição da deputada Maria Antonia (PROS), a queridinha da imprensa. Agora é tarefa dela usar a tribuna da casa para defender o governo. A mudança não passou despercebida.
Muro estratégico
Bom… não é novidade que o cenário interno no PT está polarizado. Se o leitor ficar bem atento, perceberá um esforço dando das lideranças do partido do Acre em não aderir nem à turma de Dilma e nem à turma de Lula. Se isso tem interesse público? Mas, é claro que tem!
Muro estratégico II
Quem sabe dos humores dos bastidores políticos sabe que esse mal estar pode significar mais ou menos liberação de emendas; mais ou menos convênios; mais ou menos obras. Todo mundo sabe da proximidade dos Vianas com Lula. Agora, o malabarismo é manter essa relação sem melindrar a atual ocupante do Planalto.
Imobiliário
Mesmo que de forma discreta, começa a ficar comum em Rio Branco a cena das placas “vende-se”.

