Ajustes no vestiário e segundo tempo redentor
Atlético Acreano e Botafogo da Paraíba se encontraram no último sábado no Estádio Florestão. Desde o início da partida, o time visitante mostrou que havia feito o dever de casa, estudando bem o adversário. Posicionou a marcação, com meta realista de sair pelo menos com um empate.
O Galo começou errando passes e abrindo espaço para o Botafogo se apresentar no jogo. Mas, para a infelicidade da equipe paraibana, as oportunidades de marcar foram desperdiçadas. Jogadas mais duras fizeram os maqueiros trabalhar bastante. Foi um vai e vem de maca no campo.
Em uma das faltas, Kássio, volante importante para o Atlético, recebeu dois cartões e está fora da próxima partida. E o primeiro tempo, sem emoções, em muita raiva ao torcedor fechou em 0 a 0.
Na segunda etapa, o técnico do Atlético mexeu na formação da equipe. Os jogadores do galo reclamaram que a grama do Florestão estava mais baixa que de costume fazendo a bola correr mais.
Desculpas aceitas, a bola voltou a rolar com o Atlético predominando no ataque. E o Botafogo sabia que isso aconteceria e apertou ainda mais a defesa. Aos 6 minutos, mesmo sem converter em gol Rafael e Matheus receberam aplausos da torcida. Um cruzamento bonito, digno do elogio.
Tauã foi uma das mudanças do galo para a segunda etapa. “O que aconteceu com o galo?”, perguntava-se o torcedor. Criava oportunidades de gol mas não acertava. Travado!
Mas, a redenção chegou, com ele, Eduardo, aos 31 minutos da etapa final. Ele ficou na cara do gol, após assistência de Tauã, e não desperdiçou. 1 a 0 para o Atlético. O gol chacoalhou o Florestão.
Nos minutos finais o Botafogo apertou, e o time celeste pediu o apito do juiz. O resultado mantém o time acreano com 100% de aproveitamento em casa. Segundo o técnico Leston Júnior, mesmo tendo estudado bem o Atlético, alguns erros prejudicaram a equipe.
O jogo da série C atraiu público pagante de 938 pessoas e renda de R$ 19.380,00. Segundo os cronistas esportivos, menos que o esperado nessa altura do campeonato.


