Comunidades pobres passam a ter mais acesso à Justiça
Em mais uma etapa do programa Defensoria Pública Amiga da Escola, foram atendidas quase 400 pessoas na escola João Paulo II estrada da Sobral. O projeto visa alcançar as comunidades mais pobres da cidade.
Tem família, que muitas vezes, não têm dinheiro sequer para pegar o ônibus e ir à sede da Defensoria. O pequeno comerciante Virgulino da Costa Nascimento é um deles. Ele explicou que precisava fazer uma investigação de paternidade, mas não tinha R$ 320 para pagar o exame de DNA. “Com a vinda da Defensoria para o bairro, eu não pensei duas vezes. Eles montaram o processo e fiz aqui mesmo o exame”, relatou.
No programa itinerante, a Defensoria faz todo tipo de atendimento desde a área cível à criminal. A maioria das pessoas que procura o atendimento tem sempre um problema de família: são muitos pedidos de DNA, medicamentos e pensão alimentícia.
“Se a pessoa traz todos os documentos, preparamos a ação e enviamos para a Justiça, e, dependendo da situação, indicamos e orientamos onde buscar informações ou resolver o problema”, explicou a defensora pública Arine Cunha, responsável pelo programa.


