Número de vítimas fatais foi o mesmo de 2015
O setor de estatísticas do Detran fechou mais um levantamento de índices de acidentes de trânsito na Capital. Os números são o apurado no primeiro semestre de 2016.
Nos acidentes com vítimas houve redução de 8%, já nos acidentes sem vítimas a redução foi de 10%. O diretor do departamento considera que, principalmente as campanhas educativas tem surtido efeito para diminuir os índices.
“Nós comemoramos porque é uma demonstração de que as campanhas educativas, as obras de sinalização e engenharia de tráfico tem obtidos resultados. Esse é um momento em que compartilhamos com a sociedade mas sempre com alerta de que para nós nenhum acidente, nenhuma morte é aceitável”, disse o diretor do Detran, Pedro Longo.
Enquanto os acidentes reduziram, o número de vítimas fatais estagnou. No primeiro semestre de 2015, a imprudência no trânsito matou 13 pessoas e a mesma quantidade de vítimas se repetiu em 2016.
O estudo também revela que 64% dos veículos envolvidos nos acidentes sem vítimas na capital, são automóveis. Por outro lado, nos acidentes com vítimas, as motocicletas aparecem em primeiro lugar, com 55%. Para o Detran mais uma vez está comprovado que o motociclista precisa adotar condutas mais seguras por que é o personagem mais frágil do trânsito.
“Quando você pega o número de acidentes com veículos e o número de vítimas fatais e o número de acidentes com motos e vítimas fatais vamos chegar a constatação de que aqueles que se envolvem em acidentes conduzindo motocicleta com mais probabilidade serão vítima no trânsito, por que são mais vulneráveis”, acrescenta o diretor.
O levantamento também demonstra que os homens estão envolvidos na maioria dos acidentes de trânsito. Eles representam 67% nos acidentes sem vítimas e 75% nos casos com vítima. Um ponto do estudo que surpreende é que 46% das vítimas de acidentes fatais e não fatais são jovens entre 18 e 29 anos de idade.


