Caso sofreu reviravolta, apesar da decisão da Câmara
O pedido de habeas corpus feito pela defesa do policial federal Victor Manoel Campelo foi negado por unanimidade na Câmara Criminal. Três desembargadores votaram. Agora, a defesa vai aguardar o parecer do Ministério Público. Caso o MP não ofereça a denúncia, o acusado passa a ser vítima e ser solto automaticamente.
O caso sofreu uma reviravolta um dia antes da Justiça julgar o pedido de habeas corpus do policial federal. Sem querer se pronunciar, o delegado Rodrigo Noll, que está a frente das investigações, com base nas provas, entendeu que Victor Manoel Campelo agiu em legítima defesa, durante a confusão com jovens no início do mês de julho em uma boate em Rio Branco.
A conclusão do inquérito ocorreu na noite de segunda-feira. Segundo o advogado de defesa do agente, o delegado optou pelo desindiciamento após constatar que seu cliente não teve a intenção de matar o estudante Rafael Frota, durante a briga. Neste caso, os agressores do policial podem responder pelo crime.
Victor teve a prisão preventiva decretada um dia após o fato, no dia 2 de julho, e continua preso na superintendência da Polícia Federal em Rio Branco. A família do estudante morto pede por Justiça.


